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Foram encontradas 507 questões.

1297500 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
TEXTO 1
Por que ensinar valores?
Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são, como habitualmente se pensa, atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e, dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina um outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos, que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.
(Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/pt/textos_exibir.php?tipo=TEXTOS&id=11 acesso em 16 de jan. 2015.)
Com o título escolhido para o texto o autor:
 

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Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito
Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito
Te va a traer codornices para ti
te va a traer rica fruta para ti
te va a trae carne de cerdo para ti
te va a traer muchas cosas para ti
y si el negro no se duerme
viene el diablo blanco y !zaz!
le come la patita chacapumba,
chacapumba, chacapumba, chacapumba,
chacapumba, chacapumba.
Duerme duerme negrito
que tu mamá está en el campo negrito
Trabajando, trabajando duramente trabajando sí
trabajando y no le pagan trabajando sí
trabajando y va tosiendo trabajando sí
trabajando y va de luto trabajando sí
pa'l negrito chiquitito trabajando sí
pa'l negrito chiquitito trabajando sí
va de luto sí
va tosiendo si
duramente
Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito
Duerme duerme negrito
que tu mama está en el campo negrito.
Yupanqui, Atahualpa. Asesado en: 04 de marzo
de 2015. Disponible en: http://www.cifras.com.br/cifra/atahualpayupanqui/ duerme-negrito.
En la lengua española es diminutivo puede señalar que el sujeto quiere disminuir un objeto o persona designada – de manera despectiva o no - o mismo indicar una intención emotiva o apelativa. En los casos abajo apunte la opción que no tiene ninguna de estas dos intenciones:
 

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1296980 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Analise, nos versos a seguir, a postura nacionalista do compositor Assis Valente, antes de resolver a questão.
Brasil Pandeiro
Chegou a hora dessa gente bronzeada
Mostrar seu valor
Eu fui à Penha fui pedir à padroeira para
Me ajudar
Salve o Morro do Vintém, Pendura-saia,
Eu quero ver
Eu quero ver o Tio Sam tocar pandeiro
Para o mundo sambar
O tio Sam está querendo conhecer
A nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana
Melhorou seu prato
Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará
Na Casa Branca já dançou a batucada
De ioiô e Iaiá.
Brasil, esquentai vossos pandeiros, iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar
Há quem sambe diferente
Noutras terras, outra gente
Um batuque de matar
Batucada, reuni vossos valores
Pastorinhas e cantores
Expressões que não têm par
Oh, Meu Brasil!
Brasil, esquentai vossos pandeiros, iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar!
VALENTE, Assis. Brasil Pandeiro.
Disponível em: http://letras.mus.br/assis-valente/221597/. Acesso em: 14 out. 2013.
Assinale a alternativa que apresenta termos pertencentes ao campo semântico da música brasileira.
 

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Marca la opción incorrecta con relación a la regencia verbal:
 

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O Município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Pernambucana, vive um processo de crescimento. A cidade que há dez anos tinha apenas duas indústrias, atualmente conta com mais de 20, a exemplo da Mondelez (ex-Kraft Foods) e BR Foods (Sadia e Perdigão). Atualmente Vitória de Santo Antão possui um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 1,9 bilhão, com perspectiva de crescimento, segundo dados da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem). Segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística o setor que mais tem contribuído com o PIB de Vitória de Santo Antão é:

 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
Text 09
Banker Aldemir Bendine named as new Petrobras chief
By Gary Duffy BBC Brasil,
Aldemir Bendine, a leading banker, is the new chief executive of Brazil's scandal-hit oil giant Petrobras.
He was not among the names touted for the job and will be seen as a safe choice for President Dilma Rousseff.
She is worried about the impact the corruption case is having on both the country's economy and on her government.
Speculation ahead of the announcement sent Petrobras shares down 8% in Sao Paulo on Friday.
Mr Bendine replaces Maria das Gracas Foster, who resigned as Petrobras chief executive on Wednesday, along with five of the company's executives amid the fallout from a major corruption scandal.
It is alleged that contractors paid inflated prices for contracts with funds diverted to some Petrobras directors, and to the ruling Workers' Party and some of its allies.
The Workers' Party has dismissed the claims as lies and said that it only accepted legal donations.
Mr Bendine is a career banker who has been president of the state-run Banco do Brasil since 2009.
The passive voice of the sentence: “Mr Bendine replaces Maria das Graças Foster” is:
 

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En las frases abajo seleccione la que tiene las formas verbales mejores empleadas.
 

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1295542 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Leia o texto abaixo e responda a questão:
Texto - 03
Na arquitetura, os templos foram edificados a partir do século VII. Os primeiros eram uma espécie de cabana, construída com madeira, cascalho ou tijolos de barro, algumas vezes com tetos de folhas. Colunas de pedra são egressas do século VI, momento em que os arquitetos passam a desenvolver o trílito – dois pilares de sustentação e um fecho horizontal. Os templos gregos apresentavam uma harmonia simétrica entre o átrio de entrada e o dos fundos. O mais importante é o Partenon, de Atenas. Além dos templos, os teatros, os ginásios esportivos e as ágoras, locais de reunião dos gregos, nos quais eles se concentravam para debater os assuntos mais variados, são exemplos conhecidos da arquitetura grega.
(Fonte: http://www.infoescola.com/artes/arte-grega)
Em relação as colunas de sustentação da arquitetura grega, podemos citar:
 

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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,

Tão tristes que viemos
Ao receber a palavra Saraiva expõe o programa. Instala-se profundo silêncio. O que ouve Calisto, através desse silêncio?
 

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823341 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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A questão esta relacionada ao texto abaixo transcrito.
(20 de abril de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Como é possível que hoje, amanhã ou depois, tornem a falar em crise ministerial, venho sugerir aos meus amigos um pequeno obséquio. Refiro-me à inclusão de meu nome nas listas de ministérios, que é de costume publicar anonimamente, com endereço ao imperador.
Há de parecer esquisito que eu, até aqui pacato, solicite uma fineza destas que trescala a pura ambição. Explico-me com duas palavras e deixo de lado outras duas que também podiam ter muito valor, mas que não são a causa do meu pedido.
Na verdade, eu podia comparar a ambição às flores, que primeiro abotoam e depois desabrocham; podia dizer que, até aqui, andava abotoado. Por outro lado, se a ambição é como as flores, por que não será como batatas, que são comida de toda a gente? E também eu não sou gente? Não sou filho de Deus? Nos tempos de carestia, a ambição chega a poucos, César ou Sila? Mas nos períodos de abundância estende-se a todos, a Balbino e a Maximino. Façam de conta que sou Balbino.
Mas não quero dar nenhuma dessas razões, que não são as verdadeiras causas do meu pedido. Vou ser franco, vou abrir a minha alma ao sol da nossa bela América.
A primeira coisa é toda subjetiva; é para ter o gosto de reter o meu nome impresso, entre outros seis, para ministro de Estado. Ministro de quê? De qualquer coisa: contanto que o meu nome figure, importa pouco a designação. Ainda que fosse de verdade, eu não faria questão de pastas, quanto mais não sendo. Quero só o gosto; é só para ler de manhã, sete ou outo vezes, e andar com a folha no bolso, tirá-la de quando em quando, e ler para mim, e saborear comigo o prazer de ver o meu nome designado para governar.
Agora a segunda coisa, que é menos recôndita. Tenho alguns parentes, vizinhos e amigos, uns na Cote e outros no interior, e desejava que eles lessem o meu nome nas listas ministeriais, pela importância que isto me daria. Creia o leitor que só a presença do nome na lista me faria muito bem. Faz-se sempre bom juízo de um homem lembrado, em papéis públicos, para ocupar um lugar nos conselhos da coroa, e a influência da gente cresce. Eu, por exemplo, que nunca alcancei dar certa expressão ao meu estilo, pode ser que a tivesse daí em diante; expressão no estilo e olhos azuis na casa. Tudo isso por uma lista anônima, assinada – Um brasileiro ou A Pátria.
Não me digam que posso fazer eu mesmo a coisa e manda-la imprimir, como se fosse de outra pessoa. Pensam que não me lembrei disso? Lembrei-me; mas recuei diante de uma dificuldade grave.
Compreende-se que uma coisa destas só pode ser arranjada em segredo, para não perder o merecimento da lembrança. Realmente, sendo a lembrança do próprio lembrado, lá se vai todo o efeito; para ficar em segredo, era preciso antes de tudo disfarçar a letra, coisa que nunca pude alcançar; e, se uma só pessoa descobrisse a história e divulgasse a notícia, estava eu perdido. Perdido é um modo de falar. Ninguém se perde neste mundo, nem Balbino, nem Maximino.
Eia, venha de lá esse obséquio! Que diabo, custa pouco e rende muito, porque a gratidão de um coração honesto é moeda preciosíssima. Mas pode render ainda mais. Sim, suponhamos, não digo que aconteça assim mesmo; mas suponhamos que o imperador, ao ler o meu nome, diga consigo que bem podia experimentar os meus talentos políticos e administrativos e inclua o meu nome no novo gabinete. Pelo amor de Deus, não me atribuam a afirmação de um tal caso; digo só que pode acontecer. E pergunto, dado que assim seja, se não é melhor ter no ministério um amigo, antes do que um inimigo ou um indiferente?
Não cobiço tanto; contento-me com ser lembrado. Terei sido ministro relativamente. Há muitos anos, ouvi uma comédia, em que um furriel convidava a outro furriel para beber champagne.
- Champagne! Exclamou o convidado. Pois tu já bebeste alguma vez champagne?
- Tenho bebido... relativamente. Ouço dizer ao capitão que o major costuma bebê-lo em casa do coronel.
Não peço outra coisa; um cálice de poder relativo.
As flores foram utilizadas, pelo autor, para estabelecer comparação com:
 

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