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Foram encontradas 184 questões.

4271662 Ano: 2026
Disciplina: Legislação Federal
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
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No município Alfa, a autarquia municipal responsável pela prestação dos serviços públicos de saneamento básico implantou rede pública de esgotamento sanitário em área urbana anteriormente desprovida dessa infraestrutura. Após a disponibilização do serviço, passaram a incidir sobre os usuários as regras relativas à utilização da rede, à cobrança pelos serviços públicos correspondentes e às condições de conexão das edificações, nos termos da legislação de regência. Com base na situação hipotética descrita e nas disposições normativas do Marco Legal do Saneamento Básico – Lei nº 11.445/2007, assinale a afirmativa correta
 

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4271661 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
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A respeito das normas de segurança do trabalho, analise as afirmativas a seguir.
I. Segundo a NR-10, os estabelecimentos com carga instalada superior a 10 kW devem constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas. Um dos conteúdos mínimos é a documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos. A NR-10 não permite a previsão de aterramento temporário pelos projetos de instalações elétricas.
II. A NR-18 estabelece que, antes de iniciar a demolição, as linhas de fornecimento de energia elétrica, água, inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas, canalizações de esgoto e de escoamento de água devem ser desligadas, retiradas, protegidas ou isoladas.
III. Segundo a NR-33, são vedadas: a realização de qualquer trabalho em espaços confinados de forma individual ou isolada; a designação para trabalhos em espaços confinados sem a prévia capacitação do trabalhador; a entrada e a realização de qualquer trabalho em espaços confinados sem a emissão da Permissão de Entrada e Trabalho (PET).
IV. De acordo com a NR-35 considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 5 m do nível inferior, onde haja risco de queda. Se o trabalhador cair inconsciente e ficar dependurado, estando ele equipado com um sistema de segurança, ficará suspenso pelo cinturão de segurança tipo “alpinista” até o momento do socorro; após o resgate, as vítimas devem ser deitadas na posição horizontal quando chegarem ao solo; a manobra correta é deixar a vítima na posição deitada, por, pelo menos, dez minutos, mesmo se estiver inconsciente
Está correto o que se afirma apenas em
 

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Na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de determinado município, os operadores atuam de forma contínua e com produtividade constante. Em uma situação operacional específica, 12 operadores conseguem tratar 240 mil litros de esgoto ao longo de 4 horas de trabalho. Mantendo-se o mesmo ritmo de produção e as mesmas condições operacionais, quantos operadores serão necessários para tratar 600 mil litros de esgoto no período de 5 horas?
 

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O técnico responsável pela operação de uma companhia municipal de saneamento realiza diariamente o deslocamento da central da companhia até uma estação elevatória sempre no mesmo horário programado. Observou-se que, quando o técnico viaja a uma velocidade média de 40 km/h, ele chega 15 minutos antes do horário programado; quando viaja a uma velocidade média de 60 km/h, chega 30 minutos antes do horário programado. Considerando essas informações, qual é a distância percorrida pelo técnico entre a central da companhia e a estação elevatória?
 

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Seis engenheiros de determinada companhia municipal de saneamento participam de uma assembleia de planejamento operacional e deverão se sentar em uma única fileira com exatamente seis assentos numerados e distintos. Entre eles, Carlos e Patrick desejam se sentar imediatamente lado a lado. Considere que:
• Cada assento é distinto e ocupável por apenas um engenheiro;
• A posição relativa de Carlos e Patrick pode ser invertida (ou seja, Carlos pode se sentar à esquerda ou à direita de Patrick); e
• Não existem outras restrições sobre a posição dos demais engenheiros.
Nesse sentido, de quantas maneiras distintas os seis engenheiros podem se sentar nessa fileira respeitando as condições anteriores?
 

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Ao longo de um período de quatro meses, a Estação de Tratamento de Água (ETA) de determinado município registrou o volume mensal de água tratada para abastecimento da população. Nesse intervalo, foram tratados, ao todo, 360 mil metros cúbicos de água. Sabe-se que, no segundo mês, o volume tratado foi 20 mil metros cúbicos maior que o do primeiro mês; no terceiro mês, foi 30 mil metros cúbicos maior que o do segundo; e, no quarto mês, foi 10 mil metros cúbicos maior que o do terceiro. Nessas condições, qual foi o volume de água tratado no primeiro mês?
 

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Uma empresa municipal de saneamento possui dois depósitos de hidrômetros. No depósito A há 6 hidrômetros novos e 4 usados; no depósito B há 3 hidrômetros novos e 7 usados. Ao escolher aleatoriamente um dos depósitos e, em seguida, um hidrômetro, qual a probabilidade de o hidrômetro escolhido ser novo?
 

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Uma companhia de saneamento possui reservatórios de água com capacidades de 4, 8, 16, 28, 40 e 76 mil litros. Inicialmente, todos estão vazios, exceto os reservatórios de 28 e 40 mil litros que estão cheios. Considere as seguintes manipulações:
• O reservatório de 28 mil litros é usado para encher completamente os reservatórios menores de 4 e 8 mil litros;
• O reservatório de 40 mil litros abastece totalmente o reservatório de 16 mil litros; e
• O restante da água disponível nos reservatórios que não estão cheios é transferido para o grande reservatório de 76 mil litros.
De acordo com as informações, quantos mil litros faltam para completar o reservatório de 76 mil litros?
 

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Elisa
Eu amo os que me amam; e os que vigiam desde a manhã,
por me buscarem, achar-me-ão.
(Provérbios, VIII, 17.)
    Uma tarde – estávamos nos primeiros dias de abril – ela chegou à nossa casa. Empurrou com naturalidade o portão que vedava o acesso ao pequeno jardim, como se obedecesse a hábito antigo. Do alpendre, onde me encontrava, escapou-me uma observação desnecessária:
    – E se tivéssemos um cachorro?
  – Não me atemorizam os cães – retrucou aborrecida.
     Com alguma dificuldade (devia ser pesada a mala que carregava), subiu a escada. Antes de entrar pela porta principal, voltou-se:
  – Nem os homens tampouco.
    Surpreso por vê-la adivinhar meu pensamento, apressei-me em desfazer a situação cada vez mais embaraçosa:
    – Hoje o tempo está ruim. Se continuar assim...
    Interrompi a série de bobagens que me ocorria e, encabulado, procurei evitar o seu olhar repreensivo.
  Sorriu levemente, enquanto eu, nervoso, torcia as mãos.
    Logo a desconhecida se adaptou aos nossos hábitos. Raramente saía e nunca aparecia à janela.
    Talvez não tivesse reparado no primeiro momento em sua beleza. Bela, mesmo no desencanto, no seu meio sorriso. Alta, a pele clara, de um branco pálido, quase transparente, e uma magreza que acusava profundo abatimento. Os olhos eram castanhos, mas não desejo falar deles. Jamais me abandonaram.
    Cedo começou a engordar, a ganhar cores e, no rosto, já estampava uma alegria tranquila.
    Não nos disse o nome, de onde viera e que acontecimentos lhe abalaram a vida. Respeitávamos, entretanto, o seu segredo. Para nós era ela, simplesmente ela. Alguém que necessitava de nossos cuidados, do nosso carinho.
    Aceitei os seus longos silêncios, as suas repentinas perguntas. Uma noite, sem que eu esperasse, interrogou-me:
    – Já amou alguma vez?
    Por ser negativa a resposta, deixou transparecer a decepção. Pouco depois, abandonava a sala, sem nada acrescentar ao que dissera. Na manhã seguinte, encontramos vazio o seu quarto.
    Todos os dias, mal começava a cair a tarde, eu ia para o alpendre, à espera de que ela surgisse a qualquer momento na esquina. Minha irmã Cordélia desaprovava-me:
    - É inútil, ela não voltará. Se você estivesse menos apaixonado, não teria tanta esperança.
    Um ano após a sua fuga – estávamos novamente em abril – a vi aparecer no portão. Trazia mais triste a fisionomia, maiores as olheiras. Dos meus olhos, que se puseram alegres ao vê-la, desprendeu-se uma lágrima, e disse, esforçando-me para lhe tornar cordial a recepção:
     – Cuidado, agora temos uma cadelinha.
    – Mas o dono dela ainda é manso, não? Ou se tornou feroz na minha ausência? Estendi-lhe as mãos, que ela segurou por algum tempo. E, sem conter a minha ansiedade, indaguei:
    – Por onde andou? O que fez esse tempo todo? – Andei por aí e nada fiz. Talvez amasse um pouco – concluiu, sacudindo a cabeça com tristeza.
    A sua vida entre nós retomou o ritmo da outra vez. Mas eu estava intranquilo. Cordélia olhava-me penalizada, insinuava que eu não deveria ocultar mais a minha paixão.
     Faltava-me, contudo, a coragem e adiava a minha primeira declaração de amor.
    Meses depois, Elisa – sim, ela nos disse o nome – partiu de novo.
   E como lhe ficasse sabendo o nome, sugeri à minha irmã que mudássemos de residência. Cordélia, apegada ao extremo à nossa casa, nada objetou. Limitou-se a perguntar:
    – E Elisa? Como poderá encontrar-nos ao regressar?
    Refreei a custo a angústia e repeti completamente idiotizado:     
    – Sim, como poderá?
(RUBIÃO, M. Obra completa. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 161-163.)
A respeito do processo de formação imediato (e não histórico), do vocábulo “idiotizado” (3º§), pode-se afirmar que é formado por:
 

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Elisa
Eu amo os que me amam; e os que vigiam desde a manhã,
por me buscarem, achar-me-ão.
(Provérbios, VIII, 17.)
    Uma tarde – estávamos nos primeiros dias de abril – ela chegou à nossa casa. Empurrou com naturalidade o portão que vedava o acesso ao pequeno jardim, como se obedecesse a hábito antigo. Do alpendre, onde me encontrava, escapou-me uma observação desnecessária:
    – E se tivéssemos um cachorro?
  – Não me atemorizam os cães – retrucou aborrecida.
     Com alguma dificuldade (devia ser pesada a mala que carregava), subiu a escada. Antes de entrar pela porta principal, voltou-se:
  – Nem os homens tampouco.
    Surpreso por vê-la adivinhar meu pensamento, apressei-me em desfazer a situação cada vez mais embaraçosa:
    – Hoje o tempo está ruim. Se continuar assim...
    Interrompi a série de bobagens que me ocorria e, encabulado, procurei evitar o seu olhar repreensivo.
  Sorriu levemente, enquanto eu, nervoso, torcia as mãos.
    Logo a desconhecida se adaptou aos nossos hábitos. Raramente saía e nunca aparecia à janela.
    Talvez não tivesse reparado no primeiro momento em sua beleza. Bela, mesmo no desencanto, no seu meio sorriso. Alta, a pele clara, de um branco pálido, quase transparente, e uma magreza que acusava profundo abatimento. Os olhos eram castanhos, mas não desejo falar deles. Jamais me abandonaram.
    Cedo começou a engordar, a ganhar cores e, no rosto, já estampava uma alegria tranquila.
    Não nos disse o nome, de onde viera e que acontecimentos lhe abalaram a vida. Respeitávamos, entretanto, o seu segredo. Para nós era ela, simplesmente ela. Alguém que necessitava de nossos cuidados, do nosso carinho.
    Aceitei os seus longos silêncios, as suas repentinas perguntas. Uma noite, sem que eu esperasse, interrogou-me:
    – Já amou alguma vez?
    Por ser negativa a resposta, deixou transparecer a decepção. Pouco depois, abandonava a sala, sem nada acrescentar ao que dissera. Na manhã seguinte, encontramos vazio o seu quarto.
    Todos os dias, mal começava a cair a tarde, eu ia para o alpendre, à espera de que ela surgisse a qualquer momento na esquina. Minha irmã Cordélia desaprovava-me:
    - É inútil, ela não voltará. Se você estivesse menos apaixonado, não teria tanta esperança.
    Um ano após a sua fuga – estávamos novamente em abril – a vi aparecer no portão. Trazia mais triste a fisionomia, maiores as olheiras. Dos meus olhos, que se puseram alegres ao vê-la, desprendeu-se uma lágrima, e disse, esforçando-me para lhe tornar cordial a recepção:
     – Cuidado, agora temos uma cadelinha.
    – Mas o dono dela ainda é manso, não? Ou se tornou feroz na minha ausência? Estendi-lhe as mãos, que ela segurou por algum tempo. E, sem conter a minha ansiedade, indaguei:
    – Por onde andou? O que fez esse tempo todo? – Andei por aí e nada fiz. Talvez amasse um pouco – concluiu, sacudindo a cabeça com tristeza.
    A sua vida entre nós retomou o ritmo da outra vez. Mas eu estava intranquilo. Cordélia olhava-me penalizada, insinuava que eu não deveria ocultar mais a minha paixão.
     Faltava-me, contudo, a coragem e adiava a minha primeira declaração de amor.
    Meses depois, Elisa – sim, ela nos disse o nome – partiu de novo.
   E como lhe ficasse sabendo o nome, sugeri à minha irmã que mudássemos de residência. Cordélia, apegada ao extremo à nossa casa, nada objetou. Limitou-se a perguntar:
    – E Elisa? Como poderá encontrar-nos ao regressar?
    Refreei a custo a angústia e repeti completamente idiotizado:     
    – Sim, como poderá?
(RUBIÃO, M. Obra completa. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 161-163.)
No desfecho do conto, após a segunda partida de Elisa, o narrador afirma: “Refreei a custo a angústia e repeti completamente idiotizado: – Sim, como poderá?”. Considerando a organização semântica do texto e a progressão dramática do protagonista, o emprego do adjetivo “idiotizado” cumpre a função de:
 

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