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Foram encontradas 94 questões.

4068829 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Durante um programa interno de capacitação de determinada companhia de saneamento foram oferecidos 4 cursos técnicos.
Sabe-se que:

• 18 servidores concluíram todos os cursos;
• 30 servidores concluíram três ou mais cursos;
• 52 servidores concluíram exatamente dois cursos; e
• 120 servidores participaram de pelo menos um curso.

Com base nessas informações, quantos servidores realizaram apenas um curso?
 

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4068828 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Durante ação educativa voltada à conscientização ambiental, determinada companhia municipal de saneamento realizou uma atividade em certa escola e distribuiu cartilhas informativas aos alunos participantes. Observou-se que:

• Se cada aluno participante recebesse 3 cartilhas, ainda sobrariam 18 cartilhas; e
• Se cada aluno participante recebesse 4 cartilhas, faltariam 12 cartilhas para atender a todos.

Com base nessas informações, quantos alunos participaram da ação?
 

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4068827 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
O setor administrativo de uma autarquia responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto de determinado município possui uma série de relatórios técnicos numerados sequencialmente de 1 até 315. Cada relatório contém informações detalhadas sobre inspeções de estações de tratamento, manutenção de adutoras e monitoramento da qualidade da água. Considerando tais informações, quantas vezes o algarismo 2 aparece na numeração desses relatórios de 1 a 315?
 

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4068826 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Durante a inspeção de uma adutora circular, um operador de determinada companhia de saneamento realizou duas voltas completas no mesmo trajeto. Na primeira volta, manteve velocidade média de 36 km/h. Na segunda volta, reduziu a velocidade média para 12 km/h. Considerando todo o percurso realizado (as duas voltas), qual foi a velocidade média total do operador?
 

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4068825 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Em determinada companhia municipal de saneamento, um técnico precisa criar um código de identificação para ordens de serviço, composto por 6 caracteres. As regras são as seguintes:

• Os dois primeiros caracteres devem ser consoantes maiúsculas, considerando o alfabeto com 26 letras; e
• Os quatro últimos caracteres devem ser números distintos entre si, diferentes de 0 e de 9.

Atendidas todas as condições, quantos códigos distintos podem ser formados?
 

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4068824 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Cinco servidores de determinada companhia de saneamento – Ana, Bruno, Carlos, Diego e Elisa – apresentaram relatórios com produtividades distintas. Sabe-se que:

• Ana produziu menos que Carlos e Diego;
• Carlos produziu menos que Elisa;
• Bruno produziu menos que Ana; e
• Elisa não foi a mais produtiva.

Com base nessas informações, é correto afirmar que:
 

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4068823 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Em uma pesquisa interna realizada por determinada companhia de saneamento, 200 servidores informaram com quais áreas trabalham: abastecimento de água (A), esgotamento sanitário (E) e drenagem urbana (D). Sabe-se que:

• Todos atuam em ao menos uma dessas áreas;
• Ninguém atua nas três;
• 30 atuam apenas em A;
• 50 atuam apenas em E;
• 20 atuam em A e D;
• 10 atuam em E e D; e
• O número de servidores que atuam em A e E corresponde a 20% dos que atuam em E.

Com base nessas informações, quantos servidores atuam apenas na área de drenagem urbana?
 

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4068822 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.
    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
No trecho “[...] mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis.” (4º§), a preposição em destaque estabelece uma relação semântica de:
 

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4068821 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.
    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Em relação à concordância dos termos destacados nos trechos a seguir, assinale a afirmativa correta.
 

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4068820 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: SAAE Indaiatuba
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática
    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.
    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.
    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.
    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.
    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.
    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.
(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
O 2º§ é formado por dois períodos. Para uni-los em um único período mantendo a relação semântica original e a correção gramatical, a conjunção ou locução conjuntiva que deve ser empregada entre eles é:
 

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