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1333225 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Constituem características de inovação.

I - quando um produto, previamente existente, tem seu desempenho incrementado ou aperfeiçoado, através de mudanças nas matérias primas, componentes ou em outras características, pode-se dizer que há uma inovação de produto;

II- a inovação de processo consiste na implementação de um método novo ou um método aprimorado para se obter ganhos na produção ou na entrega de produtos;

III- inovação incremental procura melhorar os sistemas existentes, tornando-os mais baratos, melhores e mais rápidos. Também conhecida como inovação evolucionária ou melhoria contínua que busca promover pequenos avanços em tecnologias, produtos, processos ou serviços em mercados conhecidos;

IV- inovação experimental refere-se às novas tecnologias e/ou novos modelos de negócios. Envolve maiores saltos de conhecimentos, demandando uma nova maneira de compreensão do problema (possivelmente novos paradigmas), cujas incertezas são preponderantes e de difíceis estimativas de sucesso;

V- inovação disruptiva está baseada no impacto que a inovação traz para o mercado ou negócios existentes. Seu foco principal é o entendimento da (nova) trajetória de mercado que é gerada a partir de um novo produto ou processo.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1333100 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Biodiversidade

Todos sabem do incontável número de astros que com a Terra povoam o universo. Temos noção da grandeza deste número, mas não sabemos precisá-lo ao certo, apesar dos esforços dos estudiosos deste campo da ciência. Em semelhante dimensão sabemos que existem inúmeros seres vivos na Terra além de nós, seres humanos. E também aqui temos noção da grandeza deste número, apesar dos esforços dos cientistas em nomear as diferentes espécies que aqui habitam. Alguns falam que na Terra existem aproximadamente 10 milhões de espécies diferentes, já outros arriscam 50 milhões, mas conhecidas atéhoje só são 1,5 milhões.

A variedade/pluralidade dos seres vivos do nosso planeta é expressa pelo termo diversidade biológica ou biodiversidade. Esta variedade se manifesta em todos os níveis de organização dos seres vivos – das células aos ecossistemas – e diz respeito a todas as espécies – as vegetais, os animais e os microrganismos. A variedade dos seres vivos é fundamental para que se possa enfrentar as modificações ambientais. Quanto maior a diversidade, maior a opção de respostas da natureza. Mas é bom lembrarmos que a distribuição dos seres vivos no planeta não é homogênea nem estática. Segundo Ross (1998:110) “Ao longo do tempo, os organismos se movimentaram na superfície da Terra expandindo ou contraindo sua área de distribuição, substituindo ou sendo substituídos por novas formas”.

Também não são homogêneas nem estáticas a composição e forma da Terra. Nosso planeta sofre constante e permanentemente a ação de dois tipos de forças: as endógenas e as exógenas. E essas forças atuam sobre ele de forma antagônica. As forças endógenas, ou seja, aquelas que provêm da própria Terra, são exercidas pelo núcleo sobre a crosta terrestre e criam as diferentes formas de relevo.

Contrariamente, as forças exógenas – que vêm de fora da Terra – atuam sobre a mesma, modificando seu relevo. Neste caso, é a energia solar que, agindo por meio da atmosfera, desgasta e esculpe novas formas de relevo na Terra. Ross lembra que “A complexidade desse jogo de forças opostas permitiu e continua permitindo que os diversos componentes do estrato geográfico terrestre, (...), representados pela superfície terrestre (subsolo, relevo e solo), pela hidrosfera (oceanos, rios e lagos) e pela atmosfera, ao interagirem nos mecanismos de troca de energia e matéria, desse suporte ao aparecimento e à evolução da vida vegetal e animal na Terra.” (1998:18). São os terrenos, climas e águas que condicionam fortemente a vida na Terra, segundo o mesmo autor.

A distribuição dos organismos na superfície da Terra não depende apenas das características do ambiente físico, depende também da história evolutiva da região e, consequentemente, de eventos passados, às vezes, há milhões de anos. Entende-se que um dos condicionantes da distribuição dos seres vivos na Terra foi a separação dos continentes – ou deriva continental.

Esta teoria diz que os continentes atuais não tinham a configuração e a distribuição que hoje observamos. Havia um único continente – Pangea, que se separou em dois blocos – Gondwana e Laurasia. O primeiro incluía o que hoje denominamos Austrália, América do Sul, África e Antártida. Já o segundo reuniria a América do Norte, a Europa e a Ásia. Mais tarde estes dois blocos (ou placas tectônicas) também sofreram alterações, resultando no desenho dos continentes que hoje conhecemos.

[...] O clima também não foi sempre constante no planeta Terra. Há cerca de 4,5 bilhões de anos ocorreram várias alterações no clima da Terra, passíveis de reconhecimento e estudo graças aos registros deixados pelos fósseis, pelas geleiras, pelas rochas, pelos polens e troncos das árvores. Mais recentemente, há cerca de 2 milhões de anos, teriam ocorrido períodos glaciários e interglaciários.

[...] Essas circunstâncias provocaram a expansão e retração de florestas a pequenos núcleos mais ou menos isolados (ilhas). Os organismos que dependiam destas florestas tinham que se refugiar nestas ilhas, por exemplo. Aquelas regiões da Terra, mais distantes do Equador (zonas temperadas e frias) foram as que sofreram mais com este avanço e recuo das geleiras. Já as zonas tropicais guardaram condições climáticas tais que permitiram a existência destes núcleos ou “refúgios”. Além do ambiente físico e da história evolutiva da região, a distribuição dos seres vivos no planeta também é condicionada por seus limites de tolerância. Os limites de tolerância, por sua vez, estão ligados à bagagem genética de uma população.

Esta bagagem define a capacidade de sobrevivência e sucesso de uma determinada espécie ou de uma população em função da inexistência, escassez ou abundância de um determinado recurso (a água, por exemplo). Também as relações entre os indivíduos como a competição, predação, simbiose, por exemplo, podem definir o território ocupado por uma determinada população. A evolução das espécies também vem definindo a variedade e pluralidade de seres vivos que encontramos hoje. Sabemos que, por meio desse processo, os atributos dos seres vivos mudam ao longo do tempo. Para Ricklefs, todos os seres vivos da Terra “descendem de um número muito menor (talvez um único) [de espécies] que existiu em algum tempo remoto no passado”.

[...] A mudança nas características de subpopulações isoladas (ou a divergência ecológica) é explicada por dois fatos. O primeiro diz respeito à diferença de hábitats que pressionam as espécies de forma desigual. O segundo fato diz respeito às relações dentro de um mesmo hábitat como a adaptação, por exemplo, que ao exercer pressão provoca mudança evolutiva em outras espécies.

Neste ponto, é importante lembrar que a história do planeta Terra não foi feita apenas do surgimento de novas espécies. A diversidade de espécies tem mantido certa estabilidade ou no máximo tem registrado um crescimento lento. Mas o desaparecimento de espécies também tem ocorrido naturalmente.

O planeta Terra já teria sofrido cinco grandes eventos de extinção em massa, além de, em menor grau, incontáveis outros episódios locais e regionais de extinção. Mas depois de cada declínio de espécies, o planeta voltou a recuperar seu nível original de diversidade, num período estimado de dezenas de milhões de anos (Wilson, 1994). Alguns cientistas consideram que a humanidade equivale ao sexto grande evento de extinção da diversidade biológica do planeta. Sabe-se que hoje, diferentemente dos cinco eventos naturais que teriam ocorrido no passado, a ação da espécie humana sobre os seres vivos do planeta acelerou o ritmo e intensidade do processo de perda de espécies.[...].

Maria Cecília Wey de Brito/ PROGRAMA TV ESCOLA - SALTO PARA O FUTURO www.mec br. (Texto com adaptações)

A leitura do texto permite compreender que

 

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1332754 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Considerando a formação de comunidades quilombolas e afro-descendentes na região que compreende o atual estado do Amapá, analise as assertivas abaixo.

I - Historicamente no Amapá, assim como em outras regiões do Brasil, existem comunidades quilombolas o que demonstra a fuga de escravos para regiões afastadas, a organização e a resistência dos negros diante da escravidão, desde os tempos coloniais.

II – A presença de comunidades quilombolas e afrodescendentes na região do Amapá está relacionada com a vinda de famílias de Mazagão Africana que trouxeram vários escravos negros.

III – As comunidades quilombolas no Amapá estão localizadas somente na zona rural, somente às margens do rio pedreira, local onde refugiavam-se os fugitivos da escravidão durante a colonização das terras amapaenses.

IV - No Amapá, o Curiaú foi a primeira e a única comunidade a ser reconhecida como quilombola.

Estão CORRETAS:

 

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1332008 Ano: 2009
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Pelo Art. 1º da Lei nº 1028/2006 fica criada a Floresta Estadual do Amapá, abrangendo áreas dos municípios:

I – Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande, Mazagão, Ferreira Gomes;

II – Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari, Macapá, Cotias, Calçoene;

III – Tartarugalzinho, Pracuúba, Amapá, Calçoene, Oiapoque;

IV – Tartarugalzinho, Pracuúba, Macapá, Cotias, Amapá;

Assinale a alternativa que apresenta corretamente os Municípios citados na respectiva Lei:

 

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1331892 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Biodiversidade

Todos sabem do incontável número de astros que com a Terra povoam o universo. Temos noção da grandeza deste número, mas não sabemos precisá-lo ao certo, apesar dos esforços dos estudiosos deste campo da ciência. Em semelhante dimensão sabemos que existem inúmeros seres vivos na Terra além de nós, seres humanos. E também aqui temos noção da grandeza deste número, apesar dos esforços dos cientistas em nomear as diferentes espécies que aqui habitam. Alguns falam que na Terra existem aproximadamente 10 milhões de espécies diferentes, já outros arriscam 50 milhões, mas conhecidas atéhoje só são 1,5 milhões.

A variedade/pluralidade dos seres vivos do nosso planeta é expressa pelo termo diversidade biológica ou biodiversidade. Esta variedade se manifesta em todos os níveis de organização dos seres vivos – das células aos ecossistemas – e diz respeito a todas as espécies – as vegetais, os animais e os microrganismos. A variedade dos seres vivos é fundamental para que se possa enfrentar as modificações ambientais. Quanto maior a diversidade, maior a opção de respostas da natureza. Mas é bom lembrarmos que a distribuição dos seres vivos no planeta não é homogênea nem estática. Segundo Ross (1998:110) “Ao longo do tempo, os organismos se movimentaram na superfície da Terra expandindo ou contraindo sua área de distribuição, substituindo ou sendo substituídos por novas formas”.

Também não são homogêneas nem estáticas a composição e forma da Terra. Nosso planeta sofre constante e permanentemente a ação de dois tipos de forças: as endógenas e as exógenas. E essas forças atuam sobre ele de forma antagônica. As forças endógenas, ou seja, aquelas que provêm da própria Terra, são exercidas pelo núcleo sobre a crosta terrestre e criam as diferentes formas de relevo.

Contrariamente, as forças exógenas – que vêm de fora da Terra – atuam sobre a mesma, modificando seu relevo. Neste caso, é a energia solar que, agindo por meio da atmosfera, desgasta e esculpe novas formas de relevo na Terra. Ross lembra que “A complexidade desse jogo de forças opostas permitiu e continua permitindo que os diversos componentes do estrato geográfico terrestre, (...), representados pela superfície terrestre (subsolo, relevo e solo), pela hidrosfera (oceanos, rios e lagos) e pela atmosfera, ao interagirem nos mecanismos de troca de energia e matéria, desse suporte ao aparecimento e à evolução da vida vegetal e animal na Terra.” (1998:18). São os terrenos, climas e águas que condicionam fortemente a vida na Terra, segundo o mesmo autor.

A distribuição dos organismos na superfície da Terra não depende apenas das características do ambiente físico, depende também da história evolutiva da região e, consequentemente, de eventos passados, às vezes, há milhões de anos. Entende-se que um dos condicionantes da distribuição dos seres vivos na Terra foi a separação dos continentes – ou deriva continental.

Esta teoria diz que os continentes atuais não tinham a configuração e a distribuição que hoje observamos. Havia um único continente – Pangea, que se separou em dois blocos – Gondwana e Laurasia. O primeiro incluía o que hoje denominamos Austrália, América do Sul, África e Antártida. Já o segundo reuniria a América do Norte, a Europa e a Ásia. Mais tarde estes dois blocos (ou placas tectônicas) também sofreram alterações, resultando no desenho dos continentes que hoje conhecemos.

[...] O clima também não foi sempre constante no planeta Terra. Há cerca de 4,5 bilhões de anos ocorreram várias alterações no clima da Terra, passíveis de reconhecimento e estudo graças aos registros deixados pelos fósseis, pelas geleiras, pelas rochas, pelos polens e troncos das árvores. Mais recentemente, há cerca de 2 milhões de anos, teriam ocorrido períodos glaciários e interglaciários.

[...] Essas circunstâncias provocaram a expansão e retração de florestas a pequenos núcleos mais ou menos isolados (ilhas). Os organismos que dependiam destas florestas tinham que se refugiar nestas ilhas, por exemplo. Aquelas regiões da Terra, mais distantes do Equador (zonas temperadas e frias) foram as que sofreram mais com este avanço e recuo das geleiras. Já as zonas tropicais guardaram condições climáticas tais que permitiram a existência destes núcleos ou “refúgios”. Além do ambiente físico e da história evolutiva da região, a distribuição dos seres vivos no planeta também é condicionada por seus limites de tolerância. Os limites de tolerância, por sua vez, estão ligados à bagagem genética de uma população.

Esta bagagem define a capacidade de sobrevivência e sucesso de uma determinada espécie ou de uma população em função da inexistência, escassez ou abundância de um determinado recurso (a água, por exemplo). Também as relações entre os indivíduos como a competição, predação, simbiose, por exemplo, podem definir o território ocupado por uma determinada população. A evolução das espécies também vem definindo a variedade e pluralidade de seres vivos que encontramos hoje. Sabemos que, por meio desse processo, os atributos dos seres vivos mudam ao longo do tempo. Para Ricklefs, todos os seres vivos da Terra “descendem de um número muito menor (talvez um único) [de espécies] que existiu em algum tempo remoto no passado”.

[...] A mudança nas características de subpopulações isoladas (ou a divergência ecológica) é explicada por dois fatos. O primeiro diz respeito à diferença de hábitats que pressionam as espécies de forma desigual. O segundo fato diz respeito às relações dentro de um mesmo hábitat como a adaptação, por exemplo, que ao exercer pressão provoca mudança evolutiva em outras espécies.

Neste ponto, é importante lembrar que a história do planeta Terra não foi feita apenas do surgimento de novas espécies. A diversidade de espécies tem mantido certa estabilidade ou no máximo tem registrado um crescimento lento. Mas o desaparecimento de espécies também tem ocorrido naturalmente.

O planeta Terra já teria sofrido cinco grandes eventos de extinção em massa, além de, em menor grau, incontáveis outros episódios locais e regionais de extinção. Mas depois de cada declínio de espécies, o planeta voltou a recuperar seu nível original de diversidade, num período estimado de dezenas de milhões de anos (Wilson, 1994). Alguns cientistas consideram que a humanidade equivale ao sexto grande evento de extinção da diversidade biológica do planeta. Sabe-se que hoje, diferentemente dos cinco eventos naturais que teriam ocorrido no passado, a ação da espécie humana sobre os seres vivos do planeta acelerou o ritmo e intensidade do processo de perda de espécies.[...].

Maria Cecília Wey de Brito/ PROGRAMA TV ESCOLA - SALTO PARA O FUTURO www.mec br. (Texto com adaptações)

O texto nos possibilita entender que a biodiversidade envolve

 

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1331855 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Analise as afirmativas em relação à “empresa de base tecnológica”.

I - Empresa de Base Tecnológica é aquela que se utiliza da aplicação sistemática dos conhecimentos científicos e tecnológicos em biotecnologia, ciência da computação, mecânica de precisão, dentre outras, usados isoladamente ou em combinações entre si, para o desenvolvimento da inovação tecnológica ou de novos produtos, processos e/ou serviços;

II - A FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) é uma das principais fontes de financiamento de empresa de base tecnológica no Brasil;

III - “Venture Capital” ou Capital de Risco são formas de financiamento existentes no mercado para estágio inicial de empresas de base tecnológica;

IV - “Start Up” é a nomenclatura que denomina uma empresa de base tecnológica que deixou a incubadora. Neste estágio a empresa já está constituída e tem produto e mercado definidos;

V - Os principais riscos para uma empresa de base tecnológica são: escassez de fontes apropriadas de financiamento, a falta de informações sobre o mercado, riscos econômicos excessivos e elevados custos da inovação.

Assinale a opção CORRETA.

 

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1331651 Ano: 2009
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Foi constituída uma Força Tarefa composta por vários órgãos, como a SEMAM (Secretaria Municipal do Meio Ambiente), SEMA (Secretaria de Estado do Meio Ambiente), BA/PM-AP (Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Amapá) e o TERRAP (Instituto de Terras do Amapá), sob a coordenação do Ministério Público Estadual, com funções específicas de coibirem-se as invasões no entorno (distância de 100 metros) das áreas de ressacas, como também de monitorar as já ocupadas, para evitar novas ocupações.

Esta assertiva atende ao Art. 2º de qual dos institutos abaixo?

 

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1331628 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Analise os itens abaixo.

I - PCP (Planejamento e Controle da Produção) é um conjunto de atividades que concilia o fornecimento dos produtos e serviços de uma operação com sua demanda, garantindo que os recursos produtivos estejam disponíveis na quantidade, no momento e no nível de qualidade adequada;

II- ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos da Empresa) é um sistema de informações que integra todos os dados e processos de uma organização, em geral a integração é realizada entre as diferentes funções: finanças, recursos humanos, industrial, marketing, etc;

III - Kanban refere-se a uma palavra japonesa que significa cartão. É um método de otimizar o processo de planejamento e controle da produção a partir de um sistema sincronizado que ‘empurra’ a produção. Ou seja, a partir da sinalização de um Kanban (cartão ou qualquer outro objeto) dentro de um processo, o fornecedor alerta o cliente a demandar por determinado produto (ou parte);

IV - JIT (Just in time) significa produzir bens e serviços somente no momento em que forem necessários, ou seja, com o JIT evita-se que a produção se transforme em estoque; V- o JIT pode ser uma filosofia ou um método que visa atender à demanda instantaneamente com qualidade perfeita e sem desperdícios. O JIT utiliza intensamente o método Kanban.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1331436 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Produção
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Em relação às ferramentas e tecnologias para desenvolvimento de novos produtos:

I – o QFD (Quality Function Deployment ou Desdobramento da Função Qualidade) é uma ferramenta que tem o objetivo de garantir a qualidade do produto;

II – a EAV (Engineering e Analise Value ou Engenharia e Análise de Valor) visa maximizar o valor do produto para a obtenção de preço prêmio em relação aos produtos dos concorrentes;

III – o Método de Taguchi utiliza métodos estatísticos para testar o produto sobre diferentes condições de incertezas, o objetivo é identificar a melhor combinação de fatores para o projeto;

IV - o CAD (Computer-Aided Design ou Projeto Assistido por Computador)é um software que modela e faz análises distintas em todas as etapas de um projeto (desenho, prototipagem, testes, etc.).

De acordo com os itens acima, marque a alternativa CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1331043 Ano: 2009
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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São instrumentos da Política Estadual do Meio Ambiente previstos no Código Ambiental do Estado do Amapá:

I - A pesquisa e tecnologia ambiental.

II - A educação ambiental.

III - O licenciamento e as autorizações ambientais.

IV - Os mecanismos de avaliação de impacto ambiental e Audiência Pública.

Marque a alternativa que apresenta a afirmativa CORRETA.

 

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