Foram encontradas 60 questões.
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A descoberta do número não aconteceu de repente, nem foi uma única pessoa e responsável por essa façanha. O número surgiu da necessidade que as pessoas tinham de contar objetos e coisas.
Nos primeiros tempos da humanidade, para contar eram usados os dedos, pedras, os nós de uma corda, marcas em um osso...
Com passar do tempo, este sistema foi se aperfeiçoando até dar origem ao número.
Hoje já sabemos lidar com os mais diferentes tipos de números: inteiros, fracionários, decimais, irracionais, negativos...
A respeito do conjunto dos números reais, de seus elementos e propriedades, assinale a alternativa correta.
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A fome é um vocábulo polissêmico, porquanto políticos, economistas, assistentes sociais, entre muitos outros que militam em áreas que têm interfaces com a questão alimentar, certamente não estarão falando do mesmo assunto, conquanto utilizem a mesma palavra para referir o seu objeto de estudo ou preocupação.
Maria Cristina Faber Boog (com adaptações).
Mantêm-se as ideias do texto e a correção gramatical, ao se reescrever o texto como:
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Só a participação cidadã é capaz de mudar o país.
Herbert José de Souza
A respeito desse período, assinale a alternativa correta.
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Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo
É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —
que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos
nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —
alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos
Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.
Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos
direitos humanos foram se avolumando e se adensando.
A Declaração dos Direitos Humanos é formada por
um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos
humanos e liberdades fundamentais de que são titulares
todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem
qualquer discriminação.
Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o
direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,
ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,
questionados.
Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos
os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o
fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as
mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e
pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte
Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que
também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência
humanitária.
Entretanto, o documento não impediu a realização de
um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a
violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas
partes do mundo.
Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um
motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o
direito de comer, liberdade para se expressar e outros
direitos básicos respeitados, continua uma utopia.
Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.
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Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo
É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —
que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos
nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —
alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos
Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.
Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos
direitos humanos foram se avolumando e se adensando.
A Declaração dos Direitos Humanos é formada por
um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos
humanos e liberdades fundamentais de que são titulares
todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem
qualquer discriminação.
Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o
direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,
ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,
questionados.
Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos
os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o
fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as
mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e
pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte
Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que
também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência
humanitária.
Entretanto, o documento não impediu a realização de
um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a
violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas
partes do mundo.
Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um
motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o
direito de comer, liberdade para se expressar e outros
direitos básicos respeitados, continua uma utopia.
Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.
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Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo
É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —
que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos
nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —
alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos
Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.
Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos
direitos humanos foram se avolumando e se adensando.
A Declaração dos Direitos Humanos é formada por
um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos
humanos e liberdades fundamentais de que são titulares
todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem
qualquer discriminação.
Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o
direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,
ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,
questionados.
Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos
os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o
fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as
mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e
pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte
Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que
também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência
humanitária.
Entretanto, o documento não impediu a realização de
um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a
violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas
partes do mundo.
Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um
motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o
direito de comer, liberdade para se expressar e outros
direitos básicos respeitados, continua uma utopia.
Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.
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