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Foram encontradas 60 questões.

44503 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF
Um curso de treinamento em uma instituição será ministrado por cinco Educadores Sociais, um de Artes, outro de Dinamização, outro de Esporte e Lazer e o último de Meio Ambiente. O horário de aulas será de segunda à sexta-feira e em cada dia haverá aula somente com um dos Educadores. O Educador Social de Rua só pode ministrar aulas às segundas ou às quartas-feiras, e os demais podem trabalhar em qualquer dia da semana. De quantas maneiras diferentes o coordenador poderá organizar o horário das aulas?
 

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44502 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF

A descoberta do número não aconteceu de repente, nem foi uma única pessoa e responsável por essa façanha. O número surgiu da necessidade que as pessoas tinham de contar objetos e coisas.

Nos primeiros tempos da humanidade, para contar eram usados os dedos, pedras, os nós de uma corda, marcas em um osso...

Com passar do tempo, este sistema foi se aperfeiçoando até dar origem ao número.

Hoje já sabemos lidar com os mais diferentes tipos de números: inteiros, fracionários, decimais, irracionais, negativos...

A respeito do conjunto dos números reais, de seus elementos e propriedades, assinale a alternativa correta.

 

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44501 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF
O preço do combustível em um posto sofreu o aumente de 20%. Com a diminuição das vendas, o gerente implementou uma promoção que dá 5% de desconto para todo abastecimento maior que 30 litros. Com essa promoção, um cliente pagou R$ 57,00 ao colocar mais de 30 litros. Antes do aumento e da promoção, esse cliente pagaria, pela mesma quantidade de combustível.
 

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44500 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF

A fome é um vocábulo polissêmico, porquanto políticos, economistas, assistentes sociais, entre muitos outros que militam em áreas que têm interfaces com a questão alimentar, certamente não estarão falando do mesmo assunto, conquanto utilizem a mesma palavra para referir o seu objeto de estudo ou preocupação.

Maria Cristina Faber Boog (com adaptações).

Mantêm-se as ideias do texto e a correção gramatical, ao se reescrever o texto como:

 

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44499 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF
Quanto à correção gramatical, assinale a alternativa correta.
 

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44498 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF
Segundo a norma padrão, assinale a alternativa que não apresenta erro.
 

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44497 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF

Só a participação cidadã é capaz de mudar o país.

Herbert José de Souza

A respeito desse período, assinale a alternativa correta.

 

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44496 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF

Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo

É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —

que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos

nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —

alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos

Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.

Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos

direitos humanos foram se avolumando e se adensando.

A Declaração dos Direitos Humanos é formada por

um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos

humanos e liberdades fundamentais de que são titulares

todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem

qualquer discriminação.

Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o

direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,

ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,

questionados.

Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos

os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o

fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.

As convenções internacionais para banir a discriminação contra as

mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e

pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte

Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que

também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência

humanitária.

Entretanto, o documento não impediu a realização de

um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a

violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas

partes do mundo.

Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração

Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um

motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o

direito de comer, liberdade para se expressar e outros

direitos básicos respeitados, continua uma utopia.

Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.

No fragmento "Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos os tratados internacionais do pós-guerra", o termo destacado significa
 

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44495 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF

Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo

É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —

que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos

nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —

alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos

Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.

Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos

direitos humanos foram se avolumando e se adensando.

A Declaração dos Direitos Humanos é formada por

um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos

humanos e liberdades fundamentais de que são titulares

todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem

qualquer discriminação.

Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o

direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,

ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,

questionados.

Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos

os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o

fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.

As convenções internacionais para banir a discriminação contra as

mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e

pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte

Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que

também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência

humanitária.

Entretanto, o documento não impediu a realização de

um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a

violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas

partes do mundo.

Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração

Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um

motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o

direito de comer, liberdade para se expressar e outros

direitos básicos respeitados, continua uma utopia.

Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.

A partir da análise do emprego das classes de palavras, da sintaxe das orações e dos períodos e da pontuação no fragmento "Entretanto, o documento não impediu a realização de um novo genocídio - o caso de Ruanda, em 1994 - nem a violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas partes do mundo". é correto afirmar que
 

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44494 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEDES-DF

Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo

É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —

que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos

nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —

alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos

Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.

Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos

direitos humanos foram se avolumando e se adensando.

A Declaração dos Direitos Humanos é formada por

um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos

humanos e liberdades fundamentais de que são titulares

todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem

qualquer discriminação.

Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o

direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,

ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,

questionados.

Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos

os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o

fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.

As convenções internacionais para banir a discriminação contra as

mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e

pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte

Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que

também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência

humanitária.

Entretanto, o documento não impediu a realização de

um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a

violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas

partes do mundo.

Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração

Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um

motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o

direito de comer, liberdade para se expressar e outros

direitos básicos respeitados, continua uma utopia.

Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.

Analisando as relações de referência e de morfossintaxe, assinale a alternativa incorreta:
 

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