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Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo
É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —
que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos
nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —
alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos
Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.
Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos
direitos humanos foram se avolumando e se adensando.
A Declaração dos Direitos Humanos é formada por
um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos
humanos e liberdades fundamentais de que são titulares
todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem
qualquer discriminação.
Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o
direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,
ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,
questionados.
Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos
os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o
fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as
mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e
pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte
Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que
também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência
humanitária.
Entretanto, o documento não impediu a realização de
um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a
violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas
partes do mundo.
Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um
motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o
direito de comer, liberdade para se expressar e outros
direitos básicos respeitados, continua uma utopia.
Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.
Considerando a correção gramatical e as relações semânticas do texto, julgue os itens que se seguem e assinale a alternativa.
I São resultados da Declaração que inspirou "o direito de ingerência" e de assistência humanitária, as convenções internacionais para banir a discriminação contra as mulheres de 1979.
II O caso de genocídio em Ruanda, em 1994, não foi impedido pela Declaração - nem a violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas partes do mundo.
III A Declaração Universal dos Direitos Humanos, sessenta anos após ser lançada, continua atual por um motivo: o texto, o qual defende um mundo em que todos terão o direito de comer, liberdade para se expressar e outros direitos básicos respeitados, permanece uma utopia.
IV Todos os tratados internacionais do pós-guerra foram inspirados pela Declaração e ela é reconhecida como o fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
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Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo
É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —
que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos
nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —
alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos
Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.
Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos
direitos humanos foram se avolumando e se adensando.
A Declaração dos Direitos Humanos é formada por
um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos
humanos e liberdades fundamentais de que são titulares
todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem
qualquer discriminação.
Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o
direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,
ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,
questionados.
Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos
os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o
fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as
mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e
pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte
Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que
também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência
humanitária.
Entretanto, o documento não impediu a realização de
um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a
violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas
partes do mundo.
Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um
motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o
direito de comer, liberdade para se expressar e outros
direitos básicos respeitados, continua uma utopia.
Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.
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Após o fim da União Soviética, em 1991, a Rússia, país mais extenso do mundo, tornou-se um espécie de herdeira da velha potência socialista.
Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
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O Paraguai é um país que, no contexto mundial, apresenta pequena política e econômica. No entanto, para o Brasil, é um parceiro importante, membro plano do Mercosul e com fortes laços comerciais com nosso país.
Acerca da atual situação política do Paraguai e de suas relações com o Brasil, assinale a alternativa correta.
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A China tem aparecido com frequência nos noticiários, que, geralmente, abordam o grande crescimento econômico vivido pelo país nos últimos anos. Em 2008, o país esteve ainda mais em evidência, em função da realização dos Jogos Olímpicos.
Em relação a esse país, assinale a alternativa correta.
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Em sessenta anos, Declaração avança, mas recrúdescem violações em todo mundo
É possível encontrar em Platão, Aristóteles e Heráclito —
que com o Direito Natural pregavam que todos os seres humanos
nasciam com determinados direitos inerentes à natureza —
alguns dos princípios da Declaração Universal dos Direitos
Humanos, que neste 10 de dezembro completa sessenta anos.
Com o passar dos anos, discussões e reflexões a respeito dos
direitos humanos foram se avolumando e se adensando.
A Declaração dos Direitos Humanos é formada por
um preâmbulo e trinta artigos que enumeram os direitos
humanos e liberdades fundamentais de que são titulares
todos os homens e mulheres, de todo o mundo, sem
qualquer discriminação.
Nos seus sessenta anos, a Declaração — que rege o
direito internacional desde a Segunda Grande Guerra — vê,
ainda, parte de seus ideais distantes e, muitas vezes,
questionados.
Mesmo sem valor coativo, a Declaração inspirou todos
os tratados internacionais do pós-guerra e é reconhecida como o
fundamento do direito internacional relativo aos direitos humanos.
As convenções internacionais para banir a discriminação contra as
mulheres, de 1979, além das convenções contra a tortura (1984) e
pelos direitos das crianças (1990), junto com a criação da Corte
Penal Internacional (CPI) em 1998 são fruto da Declaração, que
também inspirou "o direito de ingerência" e de assistência
humanitária.
Entretanto, o documento não impediu a realização de
um novo genocídio — o caso de Ruanda, em 1994 — nem a
violação cotidiana dos direitos fundamentais em diversas
partes do mundo.
Sessenta anos depois de ser lançada, a Declaração
Universal dos Direitos Humanos continua atual. Por um
motivo: o texto, que defende um mundo em que todos terão o
direito de comer, liberdade para se expressar e outros
direitos básicos respeitados, continua uma utopia.
Internet: http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1007&Itemid=56 (com adaptações). Acesso em 30/12/08.
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