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As definições de baixa visão e cegueira podem ser feitas
por dois critérios: legal e educacional. Do ponto de vista educacional, é importante observar como o estudante
utiliza a visão e quais são os potenciais visuais a serem
explorados, bem como quais os recursos adequados
para cada caso (Lima, 2018). Nesse contexto, o fator de
definição para classificação educacional de cegueira é:
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A baixa visão pode ser causada por dificuldades de
campo visual. Domingues (2010) menciona que um
aluno com alterações de campo visual periférico poderá ter dificuldades
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Para os alunos com baixa visão, o uso de contrastes é
benéfico e pode ser utilizado de várias maneiras, dependendo das necessidades visuais específicas de cada um,
atendendo suas preferências e o conforto. Um exemplo
do uso funcional de contrastes, de acordo com Domingues (2010), é:
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Existe um recurso tecnológico, segundo Lima (2018),
que possibilita ao aluno com deficiência visual usar o
computador com a função de edição de textos, leitura
de documentos e recursos para impressão de textos em
braille, assim como jogos didáticos, calculadora vocal,
relógio, ampliador de telas e leitor simplificado na tela.
Este recurso é o
Este recurso é o
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A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015, em
seu artigo 3° , considera: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas
e serviços que objetivem promover a funcionalidade,
relacionada à atividade e à participação da pessoa com
deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua
autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão
social.” Essa concepção refere-se
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3797717
Ano: 2025
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A Lei Brasileira de Inclusão – Lei n° 13.146/2015 considera em seu artigo 3º: “pessoa que exerce atividades
de alimentação, higiene e locomoção do estudante com
deficiência e atua em todas as atividades escolares nas
quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas,
excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados
com profissões legalmente estabelecidas.” Esta definição
refere-se ao
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Masini (2013, p. 37) afirma ser necessário que o docente
seja “capaz de organizar e transmitir com clareza seus
pensamentos e de transformar as condições insatisfatórias, contribuindo para que o aluno desenvolva confiança em si mesmo.” Para a autora, especificamente para a
pessoa com deficiência visual, é necessário que o educador esteja atento
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Borges (2020, p. 73), ao se referir ao atendimento educacional especializado, comenta que “o conhecimento
complementar depende da demanda de cada educando
do público-alvo da educação especial, pois alguns alunos demandam o conhecimento de inserção na cultura
e outros demandam que se explorem conceitos específicos trabalhados em sala de aula”. Para essa autora, tanto
uma demanda quanto a outra
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Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que a colaboração entre profissionais da educação regular e especial é possível com o trabalho em coensino em diferentes
estágios de interação e colaboração. Para essas autoras,
quando o profissional da educação especial gradualmente passa a assumir um papel mais ativo em sala de aula e
a comunicação entre os profissionais de educação especial e ensino regular passa a ser mais frequente, aberta e
interativa, trata-se do estágio
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A autora Ormelezi (2006) escreveu sobre a dimensão
psicossocial da cegueira, identificando o modo como o
cego é visto por aquelas pessoas que enxergam e qual
o lugar que o cego ocupa no discurso instaurado, quer
no âmbito pessoal, quer no social. O cego é visto como
coitado, pecador ou como sábio, como o que tem que
ser o melhor, ou aquele sobre quem paira sempre uma
dúvida em relação à sua capacidade. Para esta autora,
a dimensão psicossocial da cegueira implica
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