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Após a Conferência de Berlim (1885) que definiu a partilha da África entre países europeus, as imagens simpáticas e tranquilizadoras começaram a sombrear. A infância inocente foi substituída pela imagem de subumanos.
Desapareceram as belezas naturais dos territórios e das
mulheres e crianças negras, substituídas pelos miasmas e outros horrores da selva, barbárie, mesquinharia
e atraso.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
Segundo Munanga e Gomes, a imagem do continente africano se modifica com o intuito de
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A dominação política foi realizada pela ocupação do
território americano pelos estrangeiros portugueses.
Faziam incursões em terras indígenas, instalando capitanias e outras formas de ocupação comuns à época nas
regiões invadidas. A presença da soberania estrangeira
devia assegurar a exploração econômica. Terras abundantes, essências naturais, matérias-primas vegetais e
minerais todas estavam prontas para serem exploradas,
para produzir riquezas. Mas faltava uma condição fundamental que Portugal não era capaz de fornecer: a força
de trabalho, a mão de obra barata.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
De acordo com os autores, a dificuldade portuguesa com a mão de obra tinha relação com
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Do arcaico ao moderno, do rural ao urbano, do Brasil
colônia ao Brasil república, do humano ao sub-humano,
da cidadania à escravidão: esses aparentes antagonismos, encobertos pelo véu da modernidade, guardam
semelhanças profundas: o mesmo de ontem, hoje, porém
metamorfoseado. O trabalho escravo foi, portanto, ressignificado, mas não deixou de ser ele mesmo. Sua essência permanece íntegra mesmo após sua abolição formal
e o advento das etapas mais recentes do capitalismo.
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)
Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
(CAVALCANTI, T. M.; RODRIGUES, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 20, 2023)
Segundo o artigo citado, a essência do trabalho escravo se revela
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A ausência de grupos indígenas ou de escravos e seus
descendentes, assim como trabalhadores em geral, na
História ensinada, é decorrente de uma visão política e
ideológica, mas é preciso lembrar, referendada por uma
concepção de História.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
O contexto apresentado pelo excerto, segundo Bittencourt, tem ligação com a ideia de que
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No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte para
o estudo do passado mais remoto. Há o risco de o ensino
(e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo
subjetivista e cometer um dos (ou todos) três pecados
capitais da explicação histórica.
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Napolitano aponta como um desses pecados capitais
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Napolitano aponta como um desses pecados capitais
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A questão da convivência entre os adeptos das três grandes religiões monoteístas, revela-nos uma particularidade ibérica que nada deve a outros povos, nem mesmo
à Igreja. Sem essa convivência não teriam havido trocas
culturais tão profícuas.
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Macedo assinala, como exemplo dessas trocas culturais,
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Macedo assinala, como exemplo dessas trocas culturais,
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Os livros didáticos foram afetados pela profissionalização do estudo da Antiguidade no país. Cada vez mais,
os livros tratam não só dos temas e das explicações historiográficas tradicionais, mas procuram diversificar os
objetos e as abordagens, assim como inserir o estudo da
Antiguidade na realidade brasileira.
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Um exemplo desse olhar diversificado sobre a Antiguidade, segundo o artigo citado, é
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Um exemplo desse olhar diversificado sobre a Antiguidade, segundo o artigo citado, é
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É preciso deixar claro que não é proposta do ensino
básico a formação de pequenos historiadores. O que
importa é que a organização dos conteúdos e a articulação das estratégias para trabalhar com eles levem
em conta esses procedimentos para a produção do
conhecimento histórico.
(Holien Gonçalves Bezerra, Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Segundo Bezerra, trabalhar com os procedimentos mencionados para a produção do conhecimento histórico
(Holien Gonçalves Bezerra, Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Segundo Bezerra, trabalhar com os procedimentos mencionados para a produção do conhecimento histórico
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O professor precisa conhecer as bases da nossa cultura: as formas de organização das sociedades humanas, a evolução das civilizações, a Revolução Francesa,
a escravidão no Brasil, o cinema de Charlie Chaplin, a
literatura de Machado de Assis e por aí afora. O professor
precisa ter um conhecimento sólido do patrimônio cultural
da humanidade.
Segundo os autores do artigo citado, cabe ao professor
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, Por uma História prazerosa e consequente. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
Segundo os autores do artigo citado, cabe ao professor
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O Currículo Paulista afirma que “O saber histórico na sala
de aula tem se caracterizado por um duplo movimento.
De um lado, tenta-se compreender aspectos do presente
por meio do passado. De outro, busca-se reelaborar a
história a partir de novos questionamentos.”
Para o Currículo Paulista, tal processo deve contribuir para
Para o Currículo Paulista, tal processo deve contribuir para
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