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Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma
e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona
Domingas.
... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila,
que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a
ser a dona da casa. Eu dizia:
– Reage, Domingas!
– Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
– Mas o feitiço não existe.
– Existe sim. Eu vi ela fazê.
É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas.
E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal
Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários
nomes e varias residências porque compra a prestação e não
paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua
parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para
escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe
uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo
compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas
ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.
(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
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Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma
e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona
Domingas.
... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila,
que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a
ser a dona da casa. Eu dizia:
– Reage, Domingas!
– Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
– Mas o feitiço não existe.
– Existe sim. Eu vi ela fazê.
É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas.
E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal
Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários
nomes e varias residências porque compra a prestação e não
paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua
parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para
escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe
uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo
compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas
ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.
(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
É o caso do termo
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(Fernando Gonzales. Disponível em:
https://www.instagram.com/niquelnausea. Acesso em 18.11.2024)
Nesse sentido, a frase “Pra quem confundiu avó com um lobo, isso não é nada.”, tomada em relação às falas “Mãe?” e Ah!”, tem a finalidade de
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(Fernando Gonzales. Disponível em:
https://www.instagram.com/niquelnausea. Acesso em 18.11.2024)
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Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão, 2008) adota a concepção de sujeito
como
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As Estrelas
Lá, nas celestes regiões distantes,
No fundo melancólico da Esfera,
Nos caminhos da eterna Primavera
Do amor, eis as estrelas palpitantes.
Quantos mistérios andarão errantes,
Quantas almas em busca da Quimera,
Lá, das estrelas nessa paz austera
Soluçarão, nos altos céus radiantes.
Finas flores de pérolas e pratas,
Das estrelas serenas se desata
Toda a caudal das ilusões insanas.
Quem sabe, pelos tempos esquecidos,
Se as estrelas não são ais perdidos
Das primitivas legiões humanas?!
(Cruz e Sousa. Broquéis; Faróis; Últimos Sonetos, 2008)
Portanto, a partir do poema de Cruz e Souza, esse aprofundamento poderia ocorrer por meio de
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As Estrelas
Lá, nas celestes regiões distantes,
No fundo melancólico da Esfera,
Nos caminhos da eterna Primavera
Do amor, eis as estrelas palpitantes.
Quantos mistérios andarão errantes,
Quantas almas em busca da Quimera,
Lá, das estrelas nessa paz austera
Soluçarão, nos altos céus radiantes.
Finas flores de pérolas e pratas,
Das estrelas serenas se desata
Toda a caudal das ilusões insanas.
Quem sabe, pelos tempos esquecidos,
Se as estrelas não são ais perdidos
Das primitivas legiões humanas?!
(Cruz e Sousa. Broquéis; Faróis; Últimos Sonetos, 2008)
Com esse entendimento, os versos da 3a estrofe – Finas flores de pérolas e pratas, / Das estrelas serenas se desata – podem ser analisados quanto às figuras de linguagem, sendo que neles se constatam:
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As Estrelas
Lá, nas celestes regiões distantes,
No fundo melancólico da Esfera,
Nos caminhos da eterna Primavera
Do amor, eis as estrelas palpitantes.
Quantos mistérios andarão errantes,
Quantas almas em busca da Quimera,
Lá, das estrelas nessa paz austera
Soluçarão, nos altos céus radiantes.
Finas flores de pérolas e pratas,
Das estrelas serenas se desata
Toda a caudal das ilusões insanas.
Quem sabe, pelos tempos esquecidos,
Se as estrelas não são ais perdidos
Das primitivas legiões humanas?!
(Cruz e Sousa. Broquéis; Faróis; Últimos Sonetos, 2008)
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Wagner Rodrigues Silva, Andreia Cristina Fidelis e Kiahra
Antonella (Laboratório virtual de pesquisa escolar com
gramática: educação científica em aulas de língua materna, 2024) desenvolveram “uma investigação científica
qualitativa, caracterizada por um planejamento colaborativo, seguido por uma intervenção pedagógica, com propósito principal de inovar o estudo da gramática, em aulas
de Português como língua materna, em escolas públicas
brasileiras de Ensino Fundamental”.
Quanto ao ensino de gramática nas escolas, os autores consideram que ele
Quanto ao ensino de gramática nas escolas, os autores consideram que ele
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Um pantanal cada vez menor
Com cheias cada vez menores e períodos de seca
mais prolongados, o Pantanal viu sua área alagada diminuir
espantosos 61% entre 1985 e 2023, segundo registrou um
levantamento do MapBiomas, projeto que mapeia regularmente a cobertura e o uso da terra, a superfície de água e as
cicatrizes de fogo no Brasil. Algo gravíssimo para aquela que
é conhecida como a maior área úmida do mundo.
No ano passado, o Pantanal ficou 38% mais árido se comparado a 2018, quando ocorreu a última grande cheia no bioma. Segundo os coordenadores do levantamento, o período
de cheia, que originalmente vai de fevereiro a abril, está encolhendo; o de seca, de julho a outubro, está se alongando.
Para ter uma ideia, em 1988, a área alagada do Pantanal
chegava a 6,8 milhões de hectares – número que caiu para
5,4 milhões em 2018 e, por fim, passou a ser de 3,3 milhões
de hectares.
Tais números, infelizmente, confirmam uma tendência
que, no limite, inspira prognósticos sombrios. Catastrofismos
não costumam produzir bons conselhos. Houve anos de estiagem extrema, mas o bioma mostrou boa capacidade de
regeneração. Foi o caso de secas registradas nas décadas
de 1960 e 1970 e, mais recentemente, em 2021, ano seguinte a um dos momentos de recorde de queimadas. Mas as
evidências revelam uma mudança de trajetória: se antes a
extensão do fogo era composta por áreas naturais em processo de conversão ou consolidação das pastagens, nos
últimos anos os pesquisadores identificaram incêndios em
locais antes permanentemente alagados no entorno do Rio
Paraguai.
São péssimos os presságios quando é preciso recorrer à
esperança de chuva certa no lugar certo, como se a preservação da natureza dependesse de uma providencial ajuda
do destino para conter tragédias ambientais. Em se tratando
dos problemas que afetam hoje o Pantanal – assim como a
Amazônia e parte do Cerrado –, a sorte ou o acaso não são
nem a causa nem a consequência. Trata-se, isto sim, de uma
soma dramática dos efeitos das mudanças climáticas e da
ação humana.
(O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao,
16.11.2024. Adaptado)
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