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A revolução industrial transforma a face da Europa, o proletariado organiza-se e adquire consciência de sua força, a luta de classes intensifica-se. O positivismo político triunfa com a revolução industrial. Liberais, conservadores, socialistas, todos invocam o poder do fato e se referem às lições da ciência para justificarem as posições mais opostas. É em nome da ciência que Spencer afirma a eterna validade do liberalismo; é em nome da ciência que Taine e Renan estabelecem os alicerces de um neotradicionalismo; é por um "socialismo científico" que Marx pretende substituir o socialismo utópico; o próprio nacionalismo passa do estado utópico ao da "Machtpolitik", do idealismo de Mazzini ou de Michelet ao choque dos imperialismos.

A pretensão científica do marxismo, que o distinguiria dos projetos ditos socialistas que o precederam, assentava-se no exame minucioso da história, a partir do qual seria possível formular leis gerais acerca da evolução das sociedades; para tanto, Marx tratou de esmiuçar com idêntica profundidade seus estudos sobre as civilizações orientais antigas, a antiguidade greco-romana, a Europa medieval e a gênese da sociedade burguesa.
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A revolução industrial transforma a face da Europa, o proletariado organiza-se e adquire consciência de sua força, a luta de classes intensifica-se. O positivismo político triunfa com a revolução industrial. Liberais, conservadores, socialistas, todos invocam o poder do fato e se referem às lições da ciência para justificarem as posições mais opostas. É em nome da ciência que Spencer afirma a eterna validade do liberalismo; é em nome da ciência que Taine e Renan estabelecem os alicerces de um neotradicionalismo; é por um "socialismo científico" que Marx pretende substituir o socialismo utópico; o próprio nacionalismo passa do estado utópico ao da "Machtpolitik", do idealismo de Mazzini ou de Michelet ao choque dos imperialismos.

Grandes exposições mundiais, como a de Londres, na metade do século, a extraordinária revolução nos meios de transporte e de comunicações, a ascendente urbanização e a incorporação de inovações tecnológicas que ampliavam notavelmente a produção expunham a nova face da sociedade; da esquerda à direita, seus intérpretes pareciam compreender a força do saber científico e, nele, buscavam o aporte metodológico para suas teses.
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A revolução industrial transforma a face da Europa, o proletariado organiza-se e adquire consciência de sua força, a luta de classes intensifica-se. O positivismo político triunfa com a revolução industrial. Liberais, conservadores, socialistas, todos invocam o poder do fato e se referem às lições da ciência para justificarem as posições mais opostas. É em nome da ciência que Spencer afirma a eterna validade do liberalismo; é em nome da ciência que Taine e Renan estabelecem os alicerces de um neotradicionalismo; é por um "socialismo científico" que Marx pretende substituir o socialismo utópico; o próprio nacionalismo passa do estado utópico ao da "Machtpolitik", do idealismo de Mazzini ou de Michelet ao choque dos imperialismos.

No Ocidente, de maneira geral e, na Europa, em particular, o século XIX teve, em três grandes movimentos — tanto no campo das idéias quanto no terreno da ação política —, suas grandes representações: nacionalismo, liberalismo e socialismo. Na base de tudo, estava o industrialismo, impulsionado por um saber científico que não via limites à sua expansão.
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O pensamento social ocidental original dos tempos modernos termina com Locke e Rousseau. O que não fora ainda possível em Maquiavel e Hobbes, a conformidade das idéias sociais moldando o mundo em pensamento com a realidade da estrutura social, realiza-se agora na Europa. O Estado sob o signo da aquisição da propriedade de Locke realizou-se na Inglaterra sem a necessidade de derramamento de sangue; a democracia plebiscitária de Rousseau conhece, onze anos depois de sua morte (1789), sua primeira tentativa de realização, revolucionária e violenta, na França. A Filosofia alemã de Kant a Hegel será aqui considerada como um apêndice da época moderna, que já atinge o início da era industrial, mas que não trata ainda de seus problemas específicos. Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau aproximam-se enquanto quatro possibilidades diferentes da idéia social dos tempos modernos.

Com exceção de Rousseau, os pensadores da Ilustração do século XVIII — como Voltaire, Montesquieu e Diderot — não produziram obras com densidade suficiente para, de alguma forma, exercerem influência nos movimentos revolucionários que, entre fins dos setecentos e primeira metade do século XIX, jogaram por terra o Antigo Regime e anunciaram o advento dos regimes liberais burgueses.
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O pensamento social ocidental original dos tempos modernos termina com Locke e Rousseau. O que não fora ainda possível em Maquiavel e Hobbes, a conformidade das idéias sociais moldando o mundo em pensamento com a realidade da estrutura social, realiza-se agora na Europa. O Estado sob o signo da aquisição da propriedade de Locke realizou-se na Inglaterra sem a necessidade de derramamento de sangue; a democracia plebiscitária de Rousseau conhece, onze anos depois de sua morte (1789), sua primeira tentativa de realização, revolucionária e violenta, na França. A Filosofia alemã de Kant a Hegel será aqui considerada como um apêndice da época moderna, que já atinge o início da era industrial, mas que não trata ainda de seus problemas específicos. Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau aproximam-se enquanto quatro possibilidades diferentes da idéia social dos tempos modernos.

Considere o seguinte recado ao governante: "Entre como se vive e como se devia viver, há tamanha diferença, que aquele que despreza o que se faz pelo que se deveria fazer aprende antes a trabalhar em prol da sua ruína do que da sua conservação. Na verdade, quem num mundo cheio de perversos pretende seguir em tudo os ditames da bondade, caminha inevitavelmente para a própria perdição". Esse recado, de notável realismo político, não esconde sua autoria: Hegel.
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O pensamento social ocidental original dos tempos modernos termina com Locke e Rousseau. O que não fora ainda possível em Maquiavel e Hobbes, a conformidade das idéias sociais moldando o mundo em pensamento com a realidade da estrutura social, realiza-se agora na Europa. O Estado sob o signo da aquisição da propriedade de Locke realizou-se na Inglaterra sem a necessidade de derramamento de sangue; a democracia plebiscitária de Rousseau conhece, onze anos depois de sua morte (1789), sua primeira tentativa de realização, revolucionária e violenta, na França. A Filosofia alemã de Kant a Hegel será aqui considerada como um apêndice da época moderna, que já atinge o início da era industrial, mas que não trata ainda de seus problemas específicos. Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau aproximam-se enquanto quatro possibilidades diferentes da idéia social dos tempos modernos.

Ao relacionar as idéias rousseaunianas ao processo revolucionário francês iniciado em 1789, o autor do texto certamente refere-se à fase do Diretório, único e breve momento da Grande Revolução em que, sob o comando do radicalismo girondino, a prática de uma democracia popular foi levada a extremos.
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O pensamento social ocidental original dos tempos modernos termina com Locke e Rousseau. O que não fora ainda possível em Maquiavel e Hobbes, a conformidade das idéias sociais moldando o mundo em pensamento com a realidade da estrutura social, realiza-se agora na Europa. O Estado sob o signo da aquisição da propriedade de Locke realizou-se na Inglaterra sem a necessidade de derramamento de sangue; a democracia plebiscitária de Rousseau conhece, onze anos depois de sua morte (1789), sua primeira tentativa de realização, revolucionária e violenta, na França. A Filosofia alemã de Kant a Hegel será aqui considerada como um apêndice da época moderna, que já atinge o início da era industrial, mas que não trata ainda de seus problemas específicos. Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau aproximam-se enquanto quatro possibilidades diferentes da idéia social dos tempos modernos.

Locke é o autor da primeira e mais completa formulação do Estado socialista; para ele, a propriedade não existe no estado de natureza e, sendo uma instituição posterior à sociedade, não é um direito natural do indivíduo, podendo ser violado pelo Estado, que age em nome do interesse público.
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O pensamento social ocidental original dos tempos modernos termina com Locke e Rousseau. O que não fora ainda possível em Maquiavel e Hobbes, a conformidade das idéias sociais moldando o mundo em pensamento com a realidade da estrutura social, realiza-se agora na Europa. O Estado sob o signo da aquisição da propriedade de Locke realizou-se na Inglaterra sem a necessidade de derramamento de sangue; a democracia plebiscitária de Rousseau conhece, onze anos depois de sua morte (1789), sua primeira tentativa de realização, revolucionária e violenta, na França. A Filosofia alemã de Kant a Hegel será aqui considerada como um apêndice da época moderna, que já atinge o início da era industrial, mas que não trata ainda de seus problemas específicos. Maquiavel, Hobbes, Locke e Rousseau aproximam-se enquanto quatro possibilidades diferentes da idéia social dos tempos modernos.

De maneira geral, os temas essenciais tratados pela filosofia política clássica, cujos principais expoentes estão citados no texto, giravam em torno da passagem do estado de natureza ao estado civil, o contrato social, a liberdade civil, a soberania, a distinção entre soberano e governo, a escravidão e o surgimento da propriedade.
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A filosofia começa quando alguém faz uma pergunta de caráter geral, e o mesmo acontece com a ciência. Os primeiros a evidenciarem esse tipo de curiosidade foram os gregos. A filosofia e a ciência, como as conhecemos, são invenções gregas. O advento da civilização grega que produziu tal explosão de atividade intelectual é um dos acontecimentos mais espetaculares da história. Jamais ocorreu algo semelhante, nem antes nem depois. No curto espaço de dois séculos, os gregos produziram na arte, na literatura, na ciência e na filosofia uma assombrosa torrente de obras-primas.

A mais incisiva e contundente defesa do Estado nacional centralizado e do poder absolutista em mãos do rei foi feita pelo inglês Thomas More; sua Utopia é uma espécie de ode ao monarca em cujas mãos a sociedade deposita seus mais elementares direitos em troca da segurança que somente um Estado forte pode oferecer.
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A filosofia começa quando alguém faz uma pergunta de caráter geral, e o mesmo acontece com a ciência. Os primeiros a evidenciarem esse tipo de curiosidade foram os gregos. A filosofia e a ciência, como as conhecemos, são invenções gregas. O advento da civilização grega que produziu tal explosão de atividade intelectual é um dos acontecimentos mais espetaculares da história. Jamais ocorreu algo semelhante, nem antes nem depois. No curto espaço de dois séculos, os gregos produziram na arte, na literatura, na ciência e na filosofia uma assombrosa torrente de obras-primas.

No quadro geral de transformações pelo qual passou a Europa moderna, também se destacaram aquelas operadas no campo das idéias, particularmente as que se voltaram para o novo cenário de centralização do poder real, cuja culminância seria o regime absolutista; laicos ou religiosos, intelectuais produziram obras que deram suporte teórico à nova configuração do poder estatal.
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