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A filosofia começa quando alguém faz uma pergunta de caráter geral, e o mesmo acontece com a ciência. Os primeiros a evidenciarem esse tipo de curiosidade foram os gregos. A filosofia e a ciência, como as conhecemos, são invenções gregas. O advento da civilização grega que produziu tal explosão de atividade intelectual é um dos acontecimentos mais espetaculares da história. Jamais ocorreu algo semelhante, nem antes nem depois. No curto espaço de dois séculos, os gregos produziram na arte, na literatura, na ciência e na filosofia uma assombrosa torrente de obras-primas.

O início da Idade Moderna assinalou o crescente aprofundamento das transformações estruturais que a sociedade européia começara a conhecer desde fins do período medieval; nesse momento em que vida urbana, atividade mercantil e economia monetária se intensificaram, surgiram os Estados nacionais, em processo de centralização do poder político em torno da figura do rei.
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A filosofia começa quando alguém faz uma pergunta de caráter geral, e o mesmo acontece com a ciência. Os primeiros a evidenciarem esse tipo de curiosidade foram os gregos. A filosofia e a ciência, como as conhecemos, são invenções gregas. O advento da civilização grega que produziu tal explosão de atividade intelectual é um dos acontecimentos mais espetaculares da história. Jamais ocorreu algo semelhante, nem antes nem depois. No curto espaço de dois séculos, os gregos produziram na arte, na literatura, na ciência e na filosofia uma assombrosa torrente de obras-primas.

O pensamento grego, espécie de matriz cultural do Ocidente, foi recuperado apenas com o humanismo renascentista do início dos Tempos Modernos; durante cerca de dez séculos, a Europa medieval ruralizada e empobrecida material e culturalmente, ideologicamente submetida aos cânones da Igreja de Roma, desconheceu a fecunda produção intelectual da Antiguidade Clássica.
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A filosofia começa quando alguém faz uma pergunta de caráter geral, e o mesmo acontece com a ciência. Os primeiros a evidenciarem esse tipo de curiosidade foram os gregos. A filosofia e a ciência, como as conhecemos, são invenções gregas. O advento da civilização grega que produziu tal explosão de atividade intelectual é um dos acontecimentos mais espetaculares da história. Jamais ocorreu algo semelhante, nem antes nem depois. No curto espaço de dois séculos, os gregos produziram na arte, na literatura, na ciência e na filosofia uma assombrosa torrente de obras-primas.

O espírito especulativo presente na cultura helênica, dela fazendo o berço da filosofia e da ciência, como salientou Bertrand Russel, também a configurou singularmente no contexto da antiguidade: ao se afastar dos deuses como fonte única de explicação para o universo e a vida, produziu uma civilização que prescindia da religião.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado
Ainda com o auxílio do texto IV, julgue os itens seguintes, referentes à literatura brasileira do século XX.
Em uma época em que o país acordava para a utopia da vitória sobre o subdesenvolvimento e conscientizava-se da necessidade de enfrentar as desigualdades regionais e sociais, quadro marcante dos anos cinqüenta, Guimarães Rosa — Corpo de Baile e Grande Sertão: Veredas, ambos de 1956 — e Érico Veríssimo — O Tempo e o Vento, entre 1949 e 1962 — escreviam a respeito da saga heróica do povo brasileiro, estivesse no sertão, nos pampas ou nas coxilhas.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado
Ainda com o auxílio do texto IV, julgue os itens seguintes, referentes à literatura brasileira do século XX.
De forma geral, artistas e escritores que se colocaram à frente das propostas modernistas eram ideologicamente de esquerda e politicamente engajados com projetos audaciosos de reformas, como Mário de Andrade, Menotti del Picchia e Monteiro Lobato, o que contribuiu para facilitar a imediata aceitação das teses do movimento.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado
Ainda com o auxílio do texto IV, julgue os itens seguintes, referentes à literatura brasileira do século XX.
O "contágio das vanguardas européias", de que fala o texto, não se sustenta historicamente: os anos vinte, no Velho Mundo, não abriram espaço à experimentação e ao vanguardismo; os efeitos da Grande Guerra (1914-1918) abalaram de tal modo a Europa da belle époque que foi preciso muito mais que uma década para que as manifestações culturais, inclusive a literatura, encontrassem ambiente propício à renovação transgressora.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado
Ainda com o auxílio do texto IV, julgue os itens seguintes, referentes à literatura brasileira do século XX.
O Modernismo irrompeu na cena brasileira tendo por marco a Semana de 1922, em um contexto histórico de muita turbulência: nesse mesmo ano, fundou-se o Partido Comunista, acirrou-se a crise política no tumultuado processo eleitoral que culminou na vitória de Artur Bernardes — que governou sob estado de sítio — e veio à tona a rebeldia da jovem oficialidade do Exército, com o movimento tenentista.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado
Ainda com o auxílio do texto IV, julgue os itens seguintes, referentes à literatura brasileira do século XX.
A literatura brasileira do período colonial — se é que assim podia-se chamar — era uma extensão da portuguesa e recebia, via Portugal, a influência francesa, inglesa, espanhola e italiana. A situação de país colonizado explica que a questão da afirmação nacional seja central à fase de formação da literatura brasileira, que começa com o Arcadismo e se completa com o Romantismo. Ao longo do tempo, houve diferentes respostas dadas pelos escritores às questões que eles próprios se colocavam quanto à busca ou à afirmação de uma identidade nacional. Os românticos inicialmente frisaram a originalidade do Brasil, realçando a cor local em suas produções literárias. O Realismo corresponde a uma busca de objetividade ou de neutralidade do ponto de vista. A obra do carioca Machado de Assis é um marco na literatura brasileira e guarda atualidade até nossos dias. A partir da década de oitenta do século XIX, ele assume o papel central numa tradição brasileira de literatura urbana, geralmente realista e pouco orientada para o pitoresco. O Modernismo, cujo marco é a Semana de Arte Moderna de 1922, operará uma grande síntese na cultura brasileira. O Realismo, o Barroco e o Romantismo nele estão de alguma forma presentes. Vive-se no Brasil um momento de crises, de efervescência política, de imigrações, de transformações econômicas. Existe o contágio das vanguardas estéticas européias.
João Almino. “De Machado a Clarice: a força da literatura”. In: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem Incompleta – a experiência brasileira (1500-2000): a grande transação. São Paulo: Editora SENAC, 2000, p. 45-6, 50, 52, 57-8 (com adaptações).
A síntese da cultura brasileira, que o texto indica como realização do Modernismo, consistiu em fundir elementos do Romantismo e sua idealização sentimental e piegas do índio, do Realismo com seu formalismo parnasiano, e da rebuscada religiosidade do velho Barroco do ciclo do ouro.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado

Com o auxílio do texto IV, julgue os itens subseqüentes, que compõem breve panorama da literatura brasileira.
A "atualidade" de Machado de Assis, citada no texto, pode ser justificada especialmente pela temática urbana adotada por esse grande autor; ela desapareceu, todavia, em termos estilísticos, já que o gongorismo barroco do texto de Machado dificilmente consegue ser compreendido pela imensa maioria dos leitores de hoje.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Senado

Com o auxílio do texto IV, julgue os itens subseqüentes, que compõem breve panorama da literatura brasileira.
Obsessivamente presos ao desejo de inventar um passado glorioso para o país, como elemento de apoio à afirmação da identidade nacional, os poetas românticos foram incapazes de cantar o amor, de produzir uma obra identificada com as causas sociais ou, ainda, com o pessimismo que, nos anos oitocentos, caminhava ao lado do mal do século.
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