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Foram encontradas 80 questões.

398281 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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O quadro representado em, seguida, mostra a utilidade marginal de um consumidor, por unidade de tempo, pelo consumo de várias unidades de X e Y. Os preços unitários de X e Y são, respectivamente, $ 20 e $ 10.
Quantidades dos Bens UMg(x) UMg(y)
10 10 6
20 8 5
30 6 4
40 4 3
50 2 2
Para maximizar sua Utilidade Total, este consumidor deve despender sua renda de $ 700, comprando:
 

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397798 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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No Linux, o comando que retira um arquivo da fila de impressão é:
 

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396812 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Considere o quadro abaixo, onde:
Q= quantidades produzidas
CT= custo total
CF = custo fixo
CV= custo variável
CTM= custo total médio
Cmg= custo marginal
Enunciado 396812-1
O custo variável e o custo marginal, quando a produção atingir 20 unidades, serão, respectivamente:
 

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396634 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Suponha que, em determinada economia, os bancos devem manter como reservas 32% dos depósitos iniciais. É possível afirmar, neste caso, que o multiplicador da oferta de moeda dessa economia é igual a:
 

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385796 Ano: 2013
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Uma empresa tem um projeto de investimento que deverá gerar $ 2,5 milhões de lucro líquido. Ao fazer uma avaliação relativa do projeto, com a utilização dos múltiplos / indicadores a seguir descritos, pode-se afirmar que o projeto deverá agregar à empresa:
MÚLTIPLOS / INDICADORES VALORES
Preço / Lucro 10,5
Valor / EBTIDA 7,3
Valor / Vendas 4,9
 

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306814 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Leia o texto a seguir e responda à questão proposta.

Espaço vital

Etiqueta no avião: quem tem direito ao braço da poltrona? (03/01/2008)

Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum. Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.

Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: “Nosso tempo de voo será de...”, ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.

Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.

Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: “Não está morto quem peleia”, e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir. Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo. No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.

Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.

E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer? Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.

Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:

– Você sabe que dia é hoje?

Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.

(SCLIAR, Moacyr. Espaço vital. In: Histórias que os jornais não contam.2ª ed. Rio de Janeiro: Agir, 2009. pp. 71-73)

“E,O JORNAL ABERTO, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona.” (§ 2)

Indique a alternativa que substitui a oração subordinada adverbial temporal reduzida de particípio, destacada no fragmento, sem alteração de sentido em relação ao texto.

 

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304947 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Considere que a função de produção de uma empresa seja dada pela seguinte equação:
!$ Q=2,5.L^{0,5}.K^{0,5} !$
Onde,
Q= quantidade produzida
L= insumo de mão de obra
K= insumo de capital
Se o insumo capital aumentar 9%, coeteris paribus, e conhecendo os valores a seguir, o aumento percentual da produção será de:
!$ \surd !$1,10 = 1,0488
!$ \surd !$1,09 = 1,0440
!$ \surd !$1,1025 = 1,0500
!$ \surd !$1,0962 = 1,0470
!$ \surd !$1,1275 = 1,0618 (!$ \surd !$ !$ \rightarrow !$ raiz quadrada)
 

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304333 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Leia o texto a seguir e responda à questão proposta.

Espaço vital

Etiqueta no avião: quem tem direito ao braço da poltrona? (03/01/2008)

Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum. Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.

Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: “Nosso tempo de voo será de...”, ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.

Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.

Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: “Não está morto quem peleia”, e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir. Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo. No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.

Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.

E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer? Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.

Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:

– Você sabe que dia é hoje?

Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.

(SCLIAR, Moacyr. Espaço vital. In: Histórias que os jornais não contam.2ª ed. Rio de Janeiro: Agir, 2009. pp. 71-73)

A partir de pequenas alterações em trechos do texto, indique em qual das alternativas a seguir o acento indicativo de crase é empregado corretamente.

 

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Questão presente nas seguintes provas
295644 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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A função LM (Liquidity-Money) que representa o conjunto de pares de juros e níveis de equilíbrio da renda, é apresentada graficamente dividida em três zonas. Uma delas corresponde à porção infinitamente elástica, determinando a preferência pela liquidez e é denominada zona:
 

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398303 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
Provas:

Conforme a Lei n° 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa) se um agente público deixa de praticar, indevidamente, um ato de ofício, sua conduta:

Questão Desatualizada

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