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Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3 – L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.
De acordo com o nível neurológico apresentado, L3 – L4, assinale a alternativa que apresenta o grau de força que ele possui.
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A avaliação fisioterapêutica em crianças e adolescentes baseia-se no conceito de que os padrões motores resultam da interação dinâmica entre vários fatores que facilitam ou dificultam os movimentos. Tais fatores podem ser internos, como a integridade dos sistemas nervosos central e periférico, a capacidade cognitiva, a habilidade de percepção, o peso corporal, força muscular e biomecânica, ou externos, como as condições sociais e ambientais. Esse conceito vai ao encontro do modelo utilizado para compreender as necessidades da criança e, consequentemente, traçar um plano de tratamento adequado e personalizado.
Esse é o modelo
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Joaquim, 6 anos, após 2 anos da realização de um transplante de medula óssea, estava andando de bicicleta na praça próxima de sua casa, juntamente com outras crianças, quando caiu sobre o ombro esquerdo. Levantou-se e movimentou o ombro com diminuição da amplitude e referiu muita dor. Uma das mães que estava na praça é fisioterapeuta especialista em musculoesquelética pediátrica e realizou uma avaliação do ombro dele. Um dos testes foi para avaliar a integridade do ligamento glenoumeral inferior, da cápsula anterior, dos tendões do manguito rotador e do lábio glenoide.
O teste realizado foi:
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No bebê posicionado em decúbito dorsal, com o quadril a 90º (testar um de cada vez), realiza-se pressão sobre o eixo longitudinal do fêmur com a coxa aduzida, exercendo pressão do sentido medial para o lateral. O teste é positivo quando se percebe mudança de degrau com esse movimento.
Essa descrição refere-se
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Bebê com 2 meses de idade foi diagnosticado com torcicolo muscular congênito (TMC). Foi encaminhado para avaliação fisioterapêutica, que revelou TMC à esquerda e indicação de início imediato da intervenção, a qual os pais devem seguir diariamente em casa. Nesses casos, o alongamento é fundamental, podendo ser realizado em decúbito dorsal ou lateral, o que for mais confortável para a criança.
No caso de TMC à esquerda, o alongamento do músculo esternocleidomastoideo dever ser realizado com inclinação
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Augusto, 15 anos, com diagnóstico de DMD, encontra-se no estágio 4 de evolução da doença, portanto, é cadeirante desde os 10 anos, quando perdeu a marcha. Ele realiza avaliações fisioterapêuticas a cada 6 meses.
Um dos fatores em que o fisioterapeuta e o médico se baseiam para indicar a ventilação não invasiva noturna
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Na DMD com a progressão da perda de força muscular, identificada pela diminuição da capacidade vital forçada (CVF) abaixo do predito para idade, além da cinesioterapia, torna-se necessária a realização dos exercícios de empilhamento de ar (ou air stacking).
O valor CVF considerado a seguir do predito é:
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Menino com 8 anos encontra-se no estágio II de evolução de distrofia muscular de Duchenne (DMD). Realiza fisioterapia desde o diagnóstico, que ocorreu aos 2 anos de idade. No seu plano de tratamento, indicados o treino de força muscular e o treino aeróbio.
Nesses casos, são contraindicados:
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Em recém-nascidos e prematuros, quais medidas de avaliação pulmonar são úteis na avaliação e no acompanhamento de doenças como síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, displasia broncopulmonar e outros tipos de distress respiratório?
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Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.
Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.
Isso é indicativo de déficit
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