Foram encontradas 100 questões.
- Aspectos ConstitucionaisCompetências dos Entes Federados
- Lei 6.938/1981: PNMA
- Responsabilidade Ambiental
Um empreendedor instalou complexo hoteleiro em área de
manguezal e estuário no litoral de um município inserido no
Estado de Pernambuco sem observar as condições estabelecidas
no licenciamento ambiental concedido pelo órgão estadual.
O Ministério Público ajuizou ação civil pública pleiteando a demolição das obras e a reparação dos danos causados ao ecossistema. O réu sustenta que o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC), instituído pela Lei nº 7.661/1988, não obriga o licenciamento a observar normas estaduais e que eventual condenação estaria limitada às penalidades do Art. 14 da Lei nº 6.938/1981.
Considerando o regime jurídico do Zoneamento Ambiental Costeiro, é correto afirmar que:
O Ministério Público ajuizou ação civil pública pleiteando a demolição das obras e a reparação dos danos causados ao ecossistema. O réu sustenta que o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC), instituído pela Lei nº 7.661/1988, não obriga o licenciamento a observar normas estaduais e que eventual condenação estaria limitada às penalidades do Art. 14 da Lei nº 6.938/1981.
Considerando o regime jurídico do Zoneamento Ambiental Costeiro, é correto afirmar que:
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Pedrinho, pessoa no espectro autista, era beneficiário de plano
de saúde coletivo com menos de trinta vidas. Ocorre que, em
outubro de 2025, a operadora notificou seus responsáveis quanto
à
rescisão unilateral do contrato. Para tanto, apresentou
justificativa idônea, inclusive previamente submetida à Agência
Nacional de Saúde.
Ele, então, acionou judicialmente o plano de saúde, ao argumento de que não era possível a rescisão unilateral de plano de saúde com menos de trinta vidas. Ainda que fosse possível, seu tratamento, de caráter contínuo, não poderia ser interrompido sob pena de regressão severa de seu desenvolvimento.
Nesse caso, é correto afirmar que:
Ele, então, acionou judicialmente o plano de saúde, ao argumento de que não era possível a rescisão unilateral de plano de saúde com menos de trinta vidas. Ainda que fosse possível, seu tratamento, de caráter contínuo, não poderia ser interrompido sob pena de regressão severa de seu desenvolvimento.
Nesse caso, é correto afirmar que:
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
- Despesa Pública
Augusto, prefeito do Município de Gama, ciente de que estava a
exatos 120 dias do término de seu mandato, enviou um projeto à
Câmara Municipal concedendo um robusto reajuste real e geral
aos servidores da saúde. A lei foi aprovada e sancionada
imediatamente. Para embasar a sua decisão e afastar
apontamentos do Tribunal de Contas, o prefeito apresentou um
laudo contábil irrefutável demonstrando que, mesmo com o
aumento, as despesas totais com pessoal do Executivo
comprometeriam apenas 48% da Receita Corrente Líquida,
mantendo o município em patamar bastante inferior ao limite
prudencial estipulado pela legislação fiscal. O Ministério Público
local, contudo, ajuizou ação civil pleiteando o desfazimento do
reajuste.
Considerando o regramento da Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) e a hipótese narrada, a pretensão formulada pelo Ministério Público:
Considerando o regramento da Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) e a hipótese narrada, a pretensão formulada pelo Ministério Público:
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O Estado de Alfa editou lei autorizando o Poder Executivo a
utilizar
percentual dos valores depositados judicial e
extrajudicialmente em processos nos quais o ente estadual não
figura como parte. Segundo a lei, os recursos seriam transferidos
para conta centralizada, com destinação ao custeio de programas
públicos e ao pagamento de obrigações estatais, assegurada a
recomposição futura dos valores quando determinado o
levantamento judicial.
Nessa situação, é correto afirmar que:
Nessa situação, é correto afirmar que:
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- ECAEspecialDas Medidas de Proteção
- Lei 14.344/2022: Violência Doméstica e Familiar Contra a Criança e o Adolescente
Maria, 7 anos de idade, reside com sua genitora, Joana, e com o
padrasto, Carlos. Após denúncia anônima, o Conselho Tutelar
constatou que Carlos vinha submetendo a criança a reiteradas
agressões físicas no ambiente doméstico, inclusive na presença
de Joana, que, embora não praticasse as agressões, mantinha-se
omissa por temer o companheiro. Diante do quadro, foi
formulado pedido de medidas protetivas de urgência em favor de
Maria, encaminhando-se o respectivo expediente ao juízo
competente. No curso da apuração, verificou-se que Carlos
mantinha arma de fogo em sua posse.
Considerando a disciplina das medidas protetivas de urgência prevista na Lei Henry Borel (Lei nº 14.344/2022), é correto afirmar que:
Considerando a disciplina das medidas protetivas de urgência prevista na Lei Henry Borel (Lei nº 14.344/2022), é correto afirmar que:
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- ECAEspecialDa Prática de Ato InfracionalDas Medidas Sócio-Educativas (arts. 112 ao 125)Do Regime de Semi-liberdade (Art. 120)
- ECAEspecialDa Prática de Ato InfracionalDas Medidas Sócio-Educativas (arts. 112 ao 125)Da Internação (Art. 121 a 125)
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Em agosto de 2025, quando tinha 16 anos, Eduardo foi internado
provisoriamente pela suposta prática de ato infracional análogo
ao Art. 157 do Código Penal (roubo). Na época, respondia em
liberdade a outras duas ações socioeducativas por ato infracional
análogo ao Art. 155, §4º, IV, do Código Penal (furto qualificado
mediante concurso de duas ou mais pessoas): uma referente a
fatos praticados em maio de 2024, e outra, a fatos praticados em
junho de 2025.
Em setembro de 2025, a ação a que respondia internado provisoriamente foi julgada procedente, tendo sido imposta a medida socioeducativa de internação.
Em março de 2026, quando a medida já havia sido substituída por semiliberdade, Eduardo foi informado de que o pedido do processo de maio de 2024 havia sido julgado procedente, com aplicação da medida socioeducativa de internação.
Eduardo ficou muito triste e frustrado, pois estava em processo de cumprimento das novas metas do seu Plano Individual de Atendimento (PIA).
Sobre o caso narrado, é correto afirmar que:
Em setembro de 2025, a ação a que respondia internado provisoriamente foi julgada procedente, tendo sido imposta a medida socioeducativa de internação.
Em março de 2026, quando a medida já havia sido substituída por semiliberdade, Eduardo foi informado de que o pedido do processo de maio de 2024 havia sido julgado procedente, com aplicação da medida socioeducativa de internação.
Eduardo ficou muito triste e frustrado, pois estava em processo de cumprimento das novas metas do seu Plano Individual de Atendimento (PIA).
Sobre o caso narrado, é correto afirmar que:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
O processo de adoção de João Pedro, de 12 anos, foi demorado
em razão da dificuldade de localização dos genitores para citação.
O adolescente ficou em estágio de convivência com Joice e José
por 5 anos. Após o encerramento desse período, em que João
Pedro se sentia parte da família, Joice e José manifestaram
desistência, o que surpreendeu o menino e lhe trouxe muita
tristeza. O casal alegou que o adolescente estava com resistência
a frequentar a escola, apresentando mau desempenho, e que não
sabiam lidar com a situação.
Em relação ao narrado, é correto afirmar que:
Em relação ao narrado, é correto afirmar que:
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- ECAEspecialDa Prática de Ato InfracionalDas Medidas Sócio-Educativas (arts. 112 ao 125)Da Internação (Art. 121 a 125)
Lucas, de 16 anos, recebeu remissão cumulada com medida
socioeducativa de liberdade assistida em razão da prática de ato
infracional análogo ao Art. 37 da Lei nº 11.343/2006 (colaboração
com o tráfico). Na pendência da suspensão desse processo, Lucas
foi apreendido em flagrante porque, na companhia de outros
adolescentes, praticou furto qualificado pelo concurso de pessoas
(Art. 155, §4º, IV, do Código Penal). O juízo do primeiro processo
ainda não foi comunicado, enquanto o do segundo deve proferir
sentença.
Considerando a situação narrada, é correto afirmar que:
Considerando a situação narrada, é correto afirmar que:
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Maria Eduarda, 8 anos, é vítima de suposto abuso sexual
praticado pelo tio paterno, com quem residia após o falecimento
dos pais. Após comunicação feita pela diretora da escola
municipal onde a criança estudava, o Ministério Público de
Pernambuco ofereceu denúncia, sendo a ação penal distribuída a
uma das Varas Criminais da Comarca de Arcoverde/PE.
Durante a instrução, Maria Eduarda foi submetida ao depoimento especial perante profissional técnico habilitado.
A mídia e o laudo foram regularmente juntados aos autos.
Antes do interrogatório, contudo, o advogado do réu requereu a repetição do depoimento especial, sob o argumento de cerceamento de defesa, em razão do desrespeito ao procedimento previsto na Lei nº 13.431/2017, salientando que não tivera oportunidade de formular perguntas complementares à criança durante a sessão. O Ministério Público e a guardiã de Maria Eduarda não se opuseram ao pedido formulado pela defesa.
Consultada pela assistente social do juízo, a criança declarou que não gostaria de participar de nova oitiva.
Diante desse cenário, à luz da Lei nº 13.431/2017 e da interpretação do sistema de garantias de direitos da criança e do adolescente, o juiz deverá:
Durante a instrução, Maria Eduarda foi submetida ao depoimento especial perante profissional técnico habilitado.
A mídia e o laudo foram regularmente juntados aos autos.
Antes do interrogatório, contudo, o advogado do réu requereu a repetição do depoimento especial, sob o argumento de cerceamento de defesa, em razão do desrespeito ao procedimento previsto na Lei nº 13.431/2017, salientando que não tivera oportunidade de formular perguntas complementares à criança durante a sessão. O Ministério Público e a guardiã de Maria Eduarda não se opuseram ao pedido formulado pela defesa.
Consultada pela assistente social do juízo, a criança declarou que não gostaria de participar de nova oitiva.
Diante desse cenário, à luz da Lei nº 13.431/2017 e da interpretação do sistema de garantias de direitos da criança e do adolescente, o juiz deverá:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho (Art. 60 a 69)
Clériston, adolescente de 13 anos domiciliado na Comarca de
Caruaru/PE, exerce há 2 anos a atividade de DJ em eventos
realizados em diversas cidades pernambucanas e de estados
limítrofes, sempre acompanhado por seus pais. Representado por
seu genitor, Clériston ajuizou, perante a Vara da Infância e da
Juventude de Caruaru, ação de jurisdição voluntária, pleiteando a
concessão de autorização judicial ampla, geral e irrestrita para
participar de todos os espetáculos públicos até atingir a
maioridade civil, dispensando-se pedidos individuais em cada
comarca de apresentação. A inicial documentou a regularidade
escolar do adolescente, sua frequência a acompanhamento
psicológico e a ausência de qualquer registro de incidente
prejudicial ao seu desenvolvimento nos eventos em que já se
apresentara.
O Ministério Público sustentou que a competência para apreciar e deliberar sobre cada apresentação seria do juízo da comarca onde o evento viesse a ocorrer, e não do juízo do domicílio do adolescente.
À luz do direito da criança e do adolescente, bem como da jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
O Ministério Público sustentou que a competência para apreciar e deliberar sobre cada apresentação seria do juízo da comarca onde o evento viesse a ocorrer, e não do juízo do domicílio do adolescente.
À luz do direito da criança e do adolescente, bem como da jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
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