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O Gerenciamento de Incidentes tem como foco principal restabelecer o serviço o mais rápido possível minimizando o impacto negativo no negócio.
A técnica capaz de diferenciar potenciais causas de outras mais triviais é denominada de
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Na Governança de TI, é possível afirmar que os acordos de nível de serviço ajudam os administradores de negócios e de TI a fazerem melhores escolhas sobre
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Com relação à Lei nº 8.112/90, considere as afirmativas verdadeiras, excetuando-se a
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Spyware é um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros. Pode ser usado tanto de forma legítima quanto maliciosa, dependendo de como é instalado, das ações realizadas, do tipo de informação monitorada e do uso, que é feito por quem recebe as informações coletadas.
De acordo com essa informação, é um exemplo de Spyware o
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A ferramenta Junit é um framework open-source com suporte para a criação de testes automatizados na linguagem de programação Java.
Caso exista um método que deva subtrair, mas cujo código apresente a expressão e = a * b, levará o Junit a
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TEXTO:
O consumo faz com que um indivíduo seja inserido em um grupo; qual grupo? O grupo que consome aquele tipo de bens ou serviços que você acaba de comprar. Ao entrarmos no grupo inconscientemente nos sentimos satisfeitos, o que nos traz aquele momento de saciedade, mas essa satisfação é momentânea, dura, muitas vezes, até o momento em que lançam um novo produto.
O consumo faz com que um indivíduo seja inserido em um grupo; qual grupo? O grupo que consome aquele tipo de bens ou serviços que você acaba de comprar. Ao entrarmos no grupo inconscientemente nos sentimos satisfeitos, o que nos traz aquele momento de saciedade, mas essa satisfação é momentânea, dura, muitas vezes, até o momento em que lançam um novo produto.
Quando hâ o lançamento de um novo produto e não o consumimos, necessariamente saímos do grupo (lembre-se que essa é culturalmente uma das piores penas da nossa sociedade), e, consequentemente, nos sentimos insatisfeitos e somos levados a realizar uma nova compra, um novo consumo para que a entrada no grupo ocorra, a satisfação aconteça e o ciclo se concretize novamente.
Podemos aqui apontar um exemplo do grupo classe média. A classe média, de maneira geral, atualmente, possui um computador em casa. Se você é da classe média e não o possui, certamente sofrerá algum tipo de preconceito, seja, no dia a dia, entre gozações com amigos ou até a chamada de atenção no trabalho. Depois de alguns momentos de exclusão, você finalmente consome, compra um computador, o qual lhe insere naquele grupo e, consequentemente, traz urna satisfação até o momento em que lançarem um novo produto que aquele grupo está consumindo, como uma calça de um modelo novo, e é nesse momento que o ciclo se configura novamente. A insatisfação acontece, e a consequência de tudo isso? Você já sabe, o consumo vai ocorrer. A existência da moda é uma das grandes sacadas da estrutura do sistema capitalista. As roupas, calçados, maquiagens, penteados, etc. mudam no mínimo a cada estação, isso faz com que os produtos se renovem a cada momento, mas a grande sacada desse setor é que, muitas vezes, podem ser apresentadas modas espelhadas em outras épocas, o que faz com que compremos novamente os produtos que tínhamos na década de 1970, ou seja, acabamos comprando duas vezes o mesmo produto só que em épocas diferentes, não necessariamente porque gostamos, mas porque o grupo social assim exige.
ALMÊRI, Tatiana Martins. Consumo Voraz. Sociologia.
Disponível em: <ht!p :/lportalcienciaevida. uol. com. br/ESSO/Ed icoes/30/ artigo 181646- 3. asp>. Acesso em: 12 nov. 2013.Adaptado.
Está sem respaldo textual o que se afirma em
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TEXTO:
O consumo faz com que um indivíduo seja inserido em um grupo; qual grupo? O grupo que consome aquele tipo de bens ou serviços que você acaba de comprar. Ao entrarmos no grupo inconscientemente nos sentimos satisfeitos, o que nos traz aquele momento de saciedade, mas essa satisfação é momentânea, dura, muitas vezes, até o momento em que lançam um novo produto.
O consumo faz com que um indivíduo seja inserido em um grupo; qual grupo? O grupo que consome aquele tipo de bens ou serviços que você acaba de comprar. Ao entrarmos no grupo inconscientemente nos sentimos satisfeitos, o que nos traz aquele momento de saciedade, mas essa satisfação é momentânea, dura, muitas vezes, até o momento em que lançam um novo produto.
Quando hâ o lançamento de um novo produto e não o consumimos, necessariamente saímos do grupo (lembre-se que essa é culturalmente uma das piores penas da nossa sociedade), e, consequentemente, nos sentimos insatisfeitos e somos levados a realizar uma nova compra, um novo consumo para que a entrada no grupo ocorra, a satisfação aconteça e o ciclo se concretize novamente.
Podemos aqui apontar um exemplo do grupo classe média. A classe média, de maneira geral, atualmente, possui um computador em casa. Se você é da classe média e não o possui, certamente sofrerá algum tipo de preconceito, seja, no dia a dia, entre gozações com amigos ou até a chamada de atenção no trabalho. Depois de alguns momentos de exclusão, você finalmente consome, compra um computador, o qual lhe insere naquele grupo e, consequentemente, traz urna satisfação até o momento em que lançarem um novo produto que aquele grupo está consumindo, como uma calça de um modelo novo, e é nesse momento que o ciclo se configura novamente. A insatisfação acontece, e a consequência de tudo isso? Você já sabe, o consumo vai ocorrer. A existência da moda é uma das grandes sacadas da estrutura do sistema capitalista. As roupas, calçados, maquiagens, penteados, etc. mudam no mínimo a cada estação, isso faz com que os produtos se renovem a cada momento, mas a grande sacada desse setor é que, muitas vezes, podem ser apresentadas modas espelhadas em outras épocas, o que faz com que compremos novamente os produtos que tínhamos na década de 1970, ou seja, acabamos comprando duas vezes o mesmo produto só que em épocas diferentes, não necessariamente porque gostamos, mas porque o grupo social assim exige.
ALMÊRI, Tatiana Martins. Consumo Voraz. Sociologia.
Disponível em: <ht!p :/lportalcienciaevida. uol. com. br/ESSO/Ed icoes/30/ artigo 181646- 3. asp>. Acesso em: 12 nov. 2013.Adaptado.
O uso da marca linguística "você" indica que a articulista
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TEXTO:
O site Congresso em Foco publicou reportagem sobre os disparates do sistema penitenciário brasileiro. Chama a atenção para o fato de que o sistema penal em sua totalidade é seletivo, pois considera crimes ou pune de modo mais severo atos que podem ser praticados, preponderantemente, pelas camadas menos favorecidas da população. O resultado disso é visto nas prisões brasileiras.
A matéria confirma o que, há poucos dias, disse o ministro Luís Roberto Barroso: "Para ir preso, no Brasil, é preciso ser muito pobre e muito mal defendido. O sistema é seletivo, é um sistema de classe. Quase um sistema de castas".
Os problemas acontecem não apenas no âmbito do processo penal. O acesso das pessoas mais pobres à Justiça, no âmbito civil, também é difícil. Por exemplo, a Defensoria Pública ainda se encontra deficitária, em boa parte do Brasil; em alguns estados do país, o valor das custas processuais é excessivamente elevado; as sedes dos tribunais, em muitos casos, encontram-se muito distantes da comarca ou subseção judiciária, o que torna dispendioso o deslocamento do advogado da parte para acompanhamento da causa etc.
O Estado e seus principais agentes, quando realmente querem, agem para mudar as coisas. Mas o Estado, em todos os seus níveis e dimensões, existe para servir à sociedade, e não a uma pessoa ou a um determinado grupo. Deve o Estado atuar com o objetivo de "construir uma sociedade livre, justa e solidária", como diz a Constituição. Solidário é o Estado que tem interesse na sociedade, pois solidariedade significa, essencialmente, importar-se e, no caso, o Estado deve importar-se, essencialmente, com o povo. Esse, pois, é o sentido, tanto como motivo da existência quanto como rumo a ser seguido pelos órgãos do Estado.
Assim, todos os agentes públicos devem atuar em prol da sociedade, e não do próprio aparato estatal e, evidentemente, não de interesses pessoais, próprios ou de pessoas ou grupos específicos, em detrimento do bem comum. Não sendo assim, restará ao Estado apenas a forma estrutural, desvinculada do serviço que lhe dá sentido, que é cuidar dos interesses do povo.
MEDINA, José Miguel Garcia. O sistema judicial é
seletivo e sacrifica o mais fraco. Cidadania. Jornal GGN. Disponlvel em: <http:11 joma\ggn.com.brlnoticialo-sistema-judidal--e"seletivo--e-sacrifica-o-maisfraco- por-jose-miguel-garcia-medina>. Acesso em: 2 dez. 2013. Adaptado.
A análise dos verbos presentes no texto permite afirmar:
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Uma pessoa se faz passar por um funcionário de alto escalão dizendo que tem problemas urgentes de acesso ao sistema. O Hacker, assim, é como um ator, que, no papel que está representando, ataca o elo mais fraco da segurança de uma organização: o ser humano.
A situação apresentada é um exemplo clássico de
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TEXTO:
O site Congresso em Foco publicou reportagem sobre os disparates do sistema penitenciário brasileiro. Chama a atenção para o fato de que o sistema penal em sua totalidade é seletivo, pois considera crimes ou pune de modo mais severo atos que podem ser praticados, preponderantemente, pelas camadas menos favorecidas da população. O resultado disso é visto nas prisões brasileiras.
A matéria confirma o que, há poucos dias, disse o ministro Luís Roberto Barroso: "Para ir preso, no Brasil, é preciso ser muito pobre e muito mal defendido. O sistema é seletivo, é um sistema de classe. Quase um sistema de castas".
Os problemas acontecem não apenas no âmbito do processo penal. O acesso das pessoas mais pobres à Justiça, no âmbito civil, também é difícil. Por exemplo, a Defensoria Pública ainda se encontra deficitária, em boa parte do Brasil; em alguns estados do país, o valor das custas processuais é excessivamente elevado; as sedes dos tribunais, em muitos casos, encontram-se muito distantes da comarca ou subseção judiciária, o que torna dispendioso o deslocamento do advogado da parte para acompanhamento da causa etc.
O Estado e seus principais agentes, quando realmente querem, agem para mudar as coisas. Mas o Estado, em todos os seus níveis e dimensões, existe para servir à sociedade, e não a uma pessoa ou a um determinado grupo. Deve o Estado atuar com o objetivo de "construir uma sociedade livre, justa e solidária", como diz a Constituição. Solidário é o Estado que tem interesse na sociedade, pois solidariedade significa, essencialmente, importar-se e, no caso, o Estado deve importar-se, essencialmente, com o povo. Esse, pois, é o sentido, tanto como motivo da existência quanto como rumo a ser seguido pelos órgãos do Estado.
Assim, todos os agentes públicos devem atuar em prol da sociedade, e não do próprio aparato estatal e, evidentemente, não de interesses pessoais, próprios ou de pessoas ou grupos específicos, em detrimento do bem comum. Não sendo assim, restará ao Estado apenas a forma estrutural, desvinculada do serviço que lhe dá sentido, que é cuidar dos interesses do povo.
MEDINA, José Miguel Garcia. O sistema judicial é
seletivo e sacrifica o mais fraco. Cidadania. Jornal GGN. Disponlvel em: <http:11 joma\ggn.com.brlnoticialo-sistema-judidal--e"seletivo--e-sacrifica-o-maisfraco- por-jose-miguel-garcia-medina>. Acesso em: 2 dez. 2013. Adaptado.
A partir da análise dos aspectos linguísticos que estruturam o texto, é correto afirmar que
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