Foram encontradas 120 questões.
P: A academia onde a mulher morreu após nadar na piscina não tinha alvará de funcionamento.
Julgue os itens seguintes, acerca dos aspectos da proposição P relacionados à lógica sentencial.
P é equivalente a "Se a academia tivesse alvará de funcionamento, a mulher não teria morrido após nadar na piscina".
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos de idade ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. A modalidade educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024.
O estado registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou 1,8%. No Brasil, a média de analfabetismo foi de 5,3%, três vezes maior que a registrada pelo estado catarinense.
A taxa de analfabetismo indica a proporção de pessoas que, em determinada faixa etária, não possuem habilidades básicas de leitura e escrita. O índice mostra quantas pessoas ainda enfrentam desafios para ler ou escrever um simples recado ou bilhete no idioma que conhecem.
O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, ressalta que os resultados refletem mais um marco no desenvolvimento social do estado. "Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades", declarou o secretário.
Internet: <www.sed.sc.gov.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia textual, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue os itens subsequentes.
Preservando-se a correção gramatical e o sentido original do texto, o trecho "ficando atrás somente do Distrito Federal" (segundo parágrafo) poderia ser reescrito da seguinte forma: não ficando atrás de nenhum outro senão do Distrito Federal.
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Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos de idade ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. A modalidade educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024.
O estado registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou 1,8%. No Brasil, a média de analfabetismo foi de 5,3%, três vezes maior que a registrada pelo estado catarinense.
A taxa de analfabetismo indica a proporção de pessoas que, em determinada faixa etária, não possuem habilidades básicas de leitura e escrita. O índice mostra quantas pessoas ainda enfrentam desafios para ler ou escrever um simples recado ou bilhete no idioma que conhecem.
O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, ressalta que os resultados refletem mais um marco no desenvolvimento social do estado. "Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades", declarou o secretário.
Internet: <www.sed.sc.gov.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia textual, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue os itens subsequentes.
A referência do texto a "um marco no desenvolvimento social do estado" (último parágrafo) indica que o estado de Santa Catarina alcançou resultados positivos na alfabetização apenas em um passado recente.
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Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos de idade ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. A modalidade educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024.
O estado registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou 1,8%. No Brasil, a média de analfabetismo foi de 5,3%, três vezes maior que a registrada pelo estado catarinense.
A taxa de analfabetismo indica a proporção de pessoas que, em determinada faixa etária, não possuem habilidades básicas de leitura e escrita. O índice mostra quantas pessoas ainda enfrentam desafios para ler ou escrever um simples recado ou bilhete no idioma que conhecem.
O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, ressalta que os resultados refletem mais um marco no desenvolvimento social do estado. "Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades", declarou o secretário.
Internet: <www.sed.sc.gov.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia textual, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue os itens subsequentes.
De acordo com o texto, é grande a parcela da população brasileira que apresenta dificuldades em ler e escrever.
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Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos de idade ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. A modalidade educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024.
O estado registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou 1,8%. No Brasil, a média de analfabetismo foi de 5,3%, três vezes maior que a registrada pelo estado catarinense.
A taxa de analfabetismo indica a proporção de pessoas que, em determinada faixa etária, não possuem habilidades básicas de leitura e escrita. O índice mostra quantas pessoas ainda enfrentam desafios para ler ou escrever um simples recado ou bilhete no idioma que conhecem.
O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, ressalta que os resultados refletem mais um marco no desenvolvimento social do estado. "Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades", declarou o secretário.
Internet: <www.sed.sc.gov.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia textual, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue os itens subsequentes.
Quanto à tipologia, o texto se classifica como injuntivo, pois relata dados estatísticos, explica conceitos e apresenta declarações de autoridades, além de informar fontes oficiais.
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Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos de idade ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. A modalidade educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024.
O estado registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou 1,8%. No Brasil, a média de analfabetismo foi de 5,3%, três vezes maior que a registrada pelo estado catarinense.
A taxa de analfabetismo indica a proporção de pessoas que, em determinada faixa etária, não possuem habilidades básicas de leitura e escrita. O índice mostra quantas pessoas ainda enfrentam desafios para ler ou escrever um simples recado ou bilhete no idioma que conhecem.
O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, ressalta que os resultados refletem mais um marco no desenvolvimento social do estado. "Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades", declarou o secretário.
Internet: <www.sed.sc.gov.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia textual, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue os itens subsequentes.
No primeiro período do último parágrafo, a vírgula após o nome "Fabricio Oliveira" poderia ser eliminada, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto.
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O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.
Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.
Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.
Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.
Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.
Internet:<www.udesc.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os próximos itens.
Seriam mantidas a correção gramatical e a coerência do último parágrafo do texto caso o vocábulo "onde" fosse substituído por cuja.
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O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.
Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.
Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.
Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.
Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.
Internet:<www.udesc.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os próximos itens.
O emprego do vocábulo ‘laboratório’ (primeiro período do terceiro parágrafo) enfatiza o caráter experimental do fenômeno demográfico que se passa em Santa Catarina.
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O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.
Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.
Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.
Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.
Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.
Internet:<www.udesc.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os próximos itens.
No quarto parágrafo, o deslocamento do trecho "Nos próximos 20 anos" para o final do período manteria a correção gramatical e os sentidos originais do texto, desde que feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas.
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O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.
Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.
Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.
Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.
Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.
Internet:<www.udesc.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os próximos itens.
No trecho "Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais" (segundo parágrafo), a expressão "Segundo ela" poderia, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, ser substituída por Consoante a professora.
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