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Homem de 62 anos esteve em investigação de febre, dor pleurítica com atrito pleural em base de
pulmão direito, dispneia e queda do estado geral, há algumas semanas. Tem história pregressa de artrite,
com rigidez matutina há alguns meses. Negou emagrecimento, tabagismo e etilismo. A ultrassonografia
(USG) de tórax demonstrou derrame pleural à direita, que foi puncionado com aspecto esverdeado, e a
análise do material obtido apresentava o seguinte resultado: LDH = 450UI/L, proteína total = 3.6g/dL,
glicose = 28mg/dL, colesterol = 85mg/dL, adenosina deaminase = 35U/L, citometria = 800 células/mm³,
sendo 85% de células mononucleares, com macrófagos gigantes multinucleados e complemento
reduzido. Exames laboratoriais: LDH = 320UL, proteína total = 6.8g/dL, glicose = 95mg/dL, colesterol =
160mg/dL e complemento sérico normal. Esses achados são mais sugestivos de derrame pleural por:
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Homem de 37 anos chegou à emergência com história de dor e aumento do perímetro abdominal no
seu primeiro episódio de ascite. Tabagista e etilista. Negou uso de drogas ilícitas ou emagrecimento
recente. A paracentese demonstrou líquido turvo, com proteína total = 3,9g/dL, albumina = 2,3g/dL,
hemácias = 500/Ul, leucócitos = 1.000/mm³, 80% de células mononucleares, adenosina deaminase55UI/L, coloração pelo Gram e culturas (-). No sangue, a proteína = 6,0g/dL e albumina = 3,0g/dL. Os
resultados de exames mais compatíveis com o provável diagnóstico do quadro serão:
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Homem de 57 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica, foi internado com
quadro de febre alta e tosse com secreção purulenta de início há dois dias. O exame de imagem foi
compatível com o diagnóstico de pneumonia, sendo iniciado tratamento com ciprofloxacino e
azitromicina. Após alguns dias, evoluiu com retorno da febre, apresentando agora diarreia e dor
abdominal. Considerando a doença infecciosa gastrointestinal, é correto afirmar que a(s):
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Homem de 72 anos, com diagnóstico conhecido de doença orovalvar e em investigação de anemia
há 12 meses, com episódios ocasionais de hematoquezia, chegou à emergência com queixa de piora da
dispneia aos esforços. Negou tabagismo ou perda ponderal. Ao exame, encontrava-se hipocorado, com
sopro mesossistólico no segundo espaço intercostal direito, em região paraesternal. A causa mais
provável do sangramento digestivo deve ser:
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Homem de 25 anos, hígido, sem fatores de risco, iniciou história de febre de 39°C com calafrios,
tosse com escarro purulento e dor tipo pleurítica em base direita. Foi iniciado amoxicilina-clavulanato e
claritromicina, com melhora da febre e do estado geral. No quarto dia de antibióticos, evoluiu com febre
de 39.5ºC e dispneia. Na ausculta pulmonar, havia submacicez à percussão até terço médio, murmúrio
vesicular reduzido e egofonia na base pulmonar direita. As melhores condutas nesse caso são:
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Mulher de 72 anos, tabagista de 60 maços-ano, procurou a emergência por dispneia intensa e súbita.
Ao exame, apresentava hipotensão arterial refratária à ressuscitação volêmica, murmúrio vesicular
reduzido, hipertimpanismo em hemitórax direito e turgência jugular patológica. A conduta inicial mais
adequada é:
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Homem de 50 anos, com IMC de 27kg/m² e quadro de hipertensão arterial de difícil controle, em uso
de propranolol, enalapril e anlodipina, procurou a emergência por elevação assintomática da pressão
arterial. O exame físico não apresentou alterações relevantes. Os exames laboratoriais demonstraram
hemoglobina = 12g/dL, creatinina = 1,2mg/dL, sódio = 138mEq/L e potássio = 3,2mEq/L. Na investigação
laboratorial adicional, houve aumento de renina e aldosterona, coletados com a técnica adequada. A
etiologia mais provavelmente associada à hipertensão secundária, nesse caso, é:
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Mulher de 33 anos, com diagnóstico definitivo de lúpus eritematoso sistêmico e história pregressa de
nefrite lúpica, procurou atendimento médico por adinamia, fraqueza e sonolência diurna. Ao exame físico,
apresentava estrias violáceas, giba e fácies em “lua cheia”, (PA) = 120x80mmHg deitada e 90x60mmHg
em pé. O laboratório mostrou hemoglobina = 10g/dL, leucócitos = 12.000/mm³, com 8% de bastões,
glicemia = 60mg/dL, creatinina = 1,6mg/dL, sódio = 130mEq/L e potássio = 4,0mEq/L. Considerando o
diagnóstico mais provável, a melhor conduta é:
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Mulher de 46 anos, ASA I, foi internada para realização de mastectomia, evoluindo com um
sangramento maior do que o habitual, estando, no pós-operatório, taquicárdica e dispneica. Os exames
revelaram Hb = 7g/dL e Ht = 21%. Foram infundidos dois concentrados de hemácias e, cerca de 90
minutos após o término da transfusão, a paciente evoluiu com dispneia, tosse seca, taquipneia (30irpm) e
diminuição progressiva da saturação de O2, atualmente 82%, com O2 sob máscara a 6L/min. A ausculta
pulmonar, que antes era normal, mostrava estertores bolhosos bilateralmente, mais proeminentes em
bases. A PA = 140x80mmHg e a FC = 120bpm. Os pulsos carotídeos eram de boa amplitude e não havia
alterações em cabeça e pescoço. Foi passado cateter de Swan-Ganz que evidenciou débito cardíaco =
4L/min, pressão de oclusão da artéria pulmonar levemente reduzida = 16mmHg e aumento da resistência
vascular periférica. A complicação mais provável relacionada à transfusão é:
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Mulher de 49 anos, alcoolista, há meses apresentou dificuldade progressiva para deambular e
desequilíbrio. Apresentava marcha espástica, diminuição de força em membros inferiores, hiper-reflexia,
sinal de Babinski bilateral, alteração da sensibilidade vibratória e noção de posição segmentar. As
alterações que mais apresentam relação com o diagnóstico do caso são:
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