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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (2018, p. 20), a “impessoalidade decorre de
princípio constitucional (Constituição, art. 37) [...]. A redação oficial é elaborada sempre em nome do
serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos.”
Observando esse princípio, o tratamento impessoal, nas comunicações oficiais, decorre:
Observando esse princípio, o tratamento impessoal, nas comunicações oficiais, decorre:
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com
adaptações)
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
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Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
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Durante uma reunião de planejamento em uma Unidade Básica de Saúde vinculada à Universidade, a
equipe discute estratégias para aumentar a adesão masculina aos programas de prevenção. O
coordenador cita a Portaria nº 3.562/2021, que atualizou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde
do Homem.
De acordo com os objetivos e as diretrizes da referida política, assinale a alternativa que descreve corretamente um de seus pilares fundamentais:
De acordo com os objetivos e as diretrizes da referida política, assinale a alternativa que descreve corretamente um de seus pilares fundamentais:
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No contexto da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), o planejamento
reprodutivo masculino é abordado não apenas como controle de natalidade, mas como direito à saúde.
Sobre a oferta de vasectomia no SUS, conforme as diretrizes da política e legislações vigentes citadas na Portaria de Consolidação, assinale a alternativa correta:
Sobre a oferta de vasectomia no SUS, conforme as diretrizes da política e legislações vigentes citadas na Portaria de Consolidação, assinale a alternativa correta:
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Um enfermeiro da Estratégia Saúde da Família (ESF) atende um jovem de 22 anos que busca
informações sobre planejamento familiar e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. O
profissional baseia suas orientações nos eixos temáticos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde
do Homem (PNAISH) atualizada pela Portaria nº 3.562/2021.
Qual alternativa representa um eixo prioritário da referida política?
Qual alternativa representa um eixo prioritário da referida política?
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Paciente de 60 anos, em uso de Losartana 100mg/dia, Anlodipino 10mg/dia e Clortalidona 25mg/dia,
apresenta PA de consultório de 155/95 mmHg (confirmada por MAPA). A adesão ao tratamento foi
verificada e é adequada.
Qual o próximo passo terapêutico preconizado pela Diretriz de 2025 para esse quadro de Hipertensão Resistente?
Qual o próximo passo terapêutico preconizado pela Diretriz de 2025 para esse quadro de Hipertensão Resistente?
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