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Foram encontradas 130 questões.

4218481 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (2018, p. 20), a “impessoalidade decorre de princípio constitucional (Constituição, art. 37) [...]. A redação oficial é elaborada sempre em nome do serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos.”

Observando esse princípio, o tratamento impessoal, nas comunicações oficiais, decorre:
 

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4218480 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado
    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.
    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.
    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.
    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
Em qual fragmento houve inadequação quanto ao uso de crase em relação à norma-padrão?
 

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4218479 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado
    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.
    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.
    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.
    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
A presença de “(rs)” no texto caracteriza:
 

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4218478 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado
    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.
    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.
    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.
    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
A coesão e a coerência textuais, no trecho “Aqui vai um exemplo:”, são construídas por meio de:
 

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4218477 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado
    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.
    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.
    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.
    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
No desenvolvimento do texto, a distinção entre “inteligência fluida” e “inteligência cristalizada” cumpre a função de:
 

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4218476 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado
    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.
    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.
    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.
    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
No trecho: “Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina”, o conectivo “mas” estabelece uma relação de:
 

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4218475 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
Provas:
Durante uma reunião de planejamento em uma Unidade Básica de Saúde vinculada à Universidade, a equipe discute estratégias para aumentar a adesão masculina aos programas de prevenção. O coordenador cita a Portaria nº 3.562/2021, que atualizou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem.

De acordo com os objetivos e as diretrizes da referida política, assinale a alternativa que descreve corretamente um de seus pilares fundamentais:
 

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4218474 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
Provas:
No contexto da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), o planejamento reprodutivo masculino é abordado não apenas como controle de natalidade, mas como direito à saúde.

Sobre a oferta de vasectomia no SUS, conforme as diretrizes da política e legislações vigentes citadas na Portaria de Consolidação, assinale a alternativa correta:
 

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4218473 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
Provas:
Um enfermeiro da Estratégia Saúde da Família (ESF) atende um jovem de 22 anos que busca informações sobre planejamento familiar e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. O profissional baseia suas orientações nos eixos temáticos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) atualizada pela Portaria nº 3.562/2021.

Qual alternativa representa um eixo prioritário da referida política?
 

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4218472 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Paciente de 60 anos, em uso de Losartana 100mg/dia, Anlodipino 10mg/dia e Clortalidona 25mg/dia, apresenta PA de consultório de 155/95 mmHg (confirmada por MAPA). A adesão ao tratamento foi verificada e é adequada.

Qual o próximo passo terapêutico preconizado pela Diretriz de 2025 para esse quadro de Hipertensão Resistente?
 

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