Gestante, 32 anos de idade, G2P1, com 32 semanas de gestação, previamente diagnosticada com diabetes melito gestacional, retorna ao ambulatório para reavaliação. Refere estar seguindo corretamente plano alimentar e caminhadas diárias de 40 minutos. Nega hipoglicemias, poliúria, polidipsia ou redução de movimentos fetais. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, normocorada, afebril, altura uterina compatível com idade gestacional (32 cm), BCF audíveis e regulares (148 bpm), PA 110×70 mmHg e ganho ponderal adequado. A gestante apresenta os seguintes valores de glicemia capilar registrados ao longo de 7 dias, conforme orientação multiprofissional:
Dia
Jejum (mg/dL)
Pós-café 1h (mg/dL)
Pós-almoço 1h (mg/dL)
Pós-jantar 1h (mg/dL)
1
81
118
122
130
2
88
110
128
132
3
84
105
120
138
4
79
115
133
136
5
90
120
125
135
6
85
112
130
128
7
83
117
126
134
Considerando o perfil glicêmico apresentado, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
Mulher, 67 anos de idade, G3P3, menopausada há 14 anos,
com antecedente de hipertensão, obesidade grau II e
diabetes tipo 2, procura atendimento por episódios de
sangramento vaginal intermitente há dois meses,
acompanhados de leve dor hipogástrica. Negava uso de
terapia hormonal. Realizou ultrassonografia transvaginal
revelando endométrio medindo 18 mm, heterogêneo. Foi
submetida à histeroscopia diagnóstica com biópsia, cujo
resultado mostrou adenocarcinoma endometrioide grau 1.
Encaminhada ao serviço de oncologia, foram realizados
exames de estadiamento. A ressonância magnética pélvica
demonstrou lesão restrita ao corpo uterino, com invasão
superficial do miométrio (menos de 50%) e sem extensão para
o colo uterino. Não havia linfonodos pélvicos aumentados e a
tomografia de tórax e abdome foi negativa para metástases.
Ao exame físico, está em bom estado geral, pressão
controlada, sem dor à palpação abdominal e sem massas
palpáveis. Avaliação anestésica sem contraindicação
cirúrgica. Com base nas informações clínicas, radiológicas e
histopatológicas, qual é a conduta terapêutica mais
adequada?
Mulher, 62 anos de idade, menopausada há 6 anos, procura
atendimento relatando episódios de sangramento vaginal
discreto, porém recorrente nas últimas três semanas,
associado a leve desconforto pélvico. É hipertensa e obesa
grau I, sem uso de terapia hormonal prévia. No exame
ginecológico, apresenta mucosa vaginal atrófica, sem lesões
aparentes e colo uterino normal. O ultrassom transvaginal
evidencia endométrio medindo 10 mm, com contornos
regulares e cavidade bem delimitada. Diante desse quadro,
assinale a alternativa que apresenta a conduta mais
adequada.
Gestante, 32 anos de idade, G2P1, comparece para
atendimento na maternidade com 38 semanas e 2 dias. Relata
que seu pré-natal transcorreu sem intercorrências
importantes, exceto pela detecção de pressão arterial elevada
por volta de 18 semanas, quando passou a fazer uso regular
de metildopa, com bom controle até o momento. Refere sentir-se bem, sem dor de cabeça, sem alterações visuais, sem dor
e com boa movimentação fetal. Ao exame físico, apresenta-se
em bom estado geral, normocorada, afebril e hemodinamicamente estável, porém com PA de 150×100 mmHg,
confirmada em segunda aferição. Altura uterina e ausculta
fetal dentro da normalidade. Foram solicitados exames
laboratoriais para avaliação materna, com os seguintes
resultados:
Gestante, 26 anos de idade, primigesta, procura atendimento
de urgência por sangramento vaginal leve há quatro dias.
Relata atraso menstrual, mas não se lembra da data da última
menstruação. Apresenta resultado prévio de β-hCG de
12.500 mIU/mL realizado há três dias. No serviço, novo β-hCG
é solicitado, mostrando 28.900 mIU/mL. Ao exame especular,
observa-se pequena quantidade de sangue vivo; no toque
vaginal, o colo está fechado. A paciente encontra-se estável,
sem dor abdominal importante. Assinale a alternativa que
apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais
indicada.
Adolescente, sexo feminino, 17 anos de idade, procura
atendimento por nunca ter menstruado. Refere
desenvolvimento puberal normal, com crescimento das
mamas iniciado aos 11 anos e aparecimento de pelos
pubianos aos 12 anos. Nega dor pélvica, cólicas cíclicas,
infecções prévias ou atividade sexual. Apresenta crescimento
e desenvolvimento geral dentro da normalidade. Ao exame
físico, exibe mamas e pelos pubianos compatíveis com
maturidade, genitália externa sem alterações e canal vaginal
curto à avaliação ginecológica, sem visualização do colo
uterino. O exame abdominal é normal, sem massas palpáveis.
Diante do quadro apresentado, qual é o diagnóstico mais
provável e qual deve ser a orientação correta sobre seu futuro
reprodutivo?
Adolescente, sexo masculino, 13 anos de idade, é levado à
emergência por cefaleia intensa, vômitos em jato há dois dias
e febre (38,5 °C) que não cede com antitérmicos. Ao exame
físico, apresenta-se desidratado, febril, sinais de irritação
meníngea, escala de Glasgow 15. Punção lombar: pleocitose,
com 570 células/mm3
, 20.000 hemácias/mm3
, com predomínio
de linfomononucleares; proteína: 45 mg/dL; glicorraquia:
66 mg/dL (glicemia: 90 mg/dL). O quadro clínico do paciente
sugere:
Recém-nascido saudável, nascido de parto normal, sem
intercorrências perinatais. Teste de triagem neonatal IRT
(Tripsina Imuno-Reativa) de 160 ng/mL. Reconvocado, o
resultado foi 150 ng/mL (ref.: < 110 ng/mL). Considerando o
caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a conduta
correta.
Lactente, 45 dias de vida, nascido de parto normal, apresenta
quadro subfebril, tosse paroxística, dispneia discreta,
anorexia, tiragem subcostal e intercostal baixa. História de
conjuntivite prévia. Radiografia de tórax indica infiltrado
intersticial. Assinale a alternativa que apresenta a conduta e o
tratamento mais indicado neste momento, respectivamente.
Pré-escolar, 3 anos de idade, inicia há três dias quadro de
febre baixa (38 °C), dor de garganta, mal-estar, diminuição do
apetite e adenomegalias em região suboccipital e pós
auriculares bilaterais, seguido de rash macular róseo claro,
irregular, disseminado, iniciado em face e pescoço,
distribuindo-se pelo corpo. Não há descamação após
desaparecimento do mesmo. No início do quadro, o exame da
orofaringe revelava lesões pequenas, de coloração rósea e
petéquias em palato mole. Em relação ao quadro, o agente
causal determinante é: