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Foram encontradas 40 questões.

4285299 Ano: 2026
Disciplina: Física
Banca: FUVEST
Orgão: USP

Sabendo que o coeficiente de atenuação mássico para a energia do 60Co é de 1,13 × 10−1 cm2/g para o hidrogênio e 5,70 × 10−2 cm2/g para o oxigênio, qual o valor do coeficiente de atenuação mássico da água?


[ Note e adote: Massas molares (g/mol): Hidrogênio = 1; Oxigênio = 16.]

 

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4285298 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Na análise estatística de dados obtidos em experimentos de detecção de radiação, diferentes modelos probabilísticos podem ser empregados dependendo do número de eventos observados e das condições experimentais. Um desses modelos descreve um número finito de tentativas independentes com duas possibilidades de resultado. Outro surge como uma aproximação adequada para eventos raros e independentes. O terceiro é frequentemente utilizado quando o número médio de eventos registrados é suficientemente elevado, permitindo uma simplificação matemática adicional. Essas três distribuições estatísticas são, respectivamente:
 

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Considerando as reflexões apresentadas por Peduzzi et al. (2020) sobre o conceito de trabalho em equipe no contexto da saúde, é correto afirmar:
 

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Texto para a questão

As coisas acontecem quando querem

E quando crescem todo mundo vê

Não o caminho traçado à navalha

Mas o tamanho do bicho que é

Eu quero ser o que rolar pra mim

Quero, de querer, de estar a fim

Fazendo o certo independentemente

Indefinidamente

Viver bem

Comer bem

Dormir bem Falar legal

Big bang, big bang, big bang

Tudo bem, tudo bem, 'tá legal, 'tá legal, 'tá

Jadsa. Big bang (2025).

O verso Eu quero ser o que rolar pra mim, no contexto da canção, sugere uma postura de
 

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Texto para a questão

As coisas acontecem quando querem

E quando crescem todo mundo vê

Não o caminho traçado à navalha

Mas o tamanho do bicho que é

Eu quero ser o que rolar pra mim

Quero, de querer, de estar a fim

Fazendo o certo independentemente

Indefinidamente

Viver bem

Comer bem

Dormir bem Falar legal

Big bang, big bang, big bang

Tudo bem, tudo bem, 'tá legal, 'tá legal, 'tá

Jadsa. Big bang (2025).

A repetição do verbo “querer” em Quero, de querer, de estar a fim contribui para enfatizar a
 

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Texto para a questão
    A promessa de autonomia lançada pelo Esclarecimento – de que a humanidade poderia libertar-se das amarras do mito e da tradição pelo uso ousado da razão – sempre carregou consigo uma sombra. Por um lado, o projeto iluminista aspirava a um mundo mais justo e livre; por outro, a razão que deveria emancipar mostrou sua face instrumental, convertendo-se em ferramenta de cálculo e dominação. É nessa encruzilhada, entre promessa e catástrofe, que a inteligência artificial emerge como herdeira e ápice desse processo, levando ao limite a lógica da quantificação e da eficiência. Ao adentrar o território da psicoterapia, a IA não apenas testa os limites de sua aplicabilidade, como também levanta uma questão: é possível traduzir o sofrimento humano em dados e protocolos?
Cristian Arão e Nanci Nakamura. O que não se programa: IA, psicanálise e os limites do método científico. Revista Cult. 04/05/2026. Adaptado.
No texto, a inteligência artificial é caracterizada como
 

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Texto para a questão
    A promessa de autonomia lançada pelo Esclarecimento – de que a humanidade poderia libertar-se das amarras do mito e da tradição pelo uso ousado da razão – sempre carregou consigo uma sombra. Por um lado, o projeto iluminista aspirava a um mundo mais justo e livre; por outro, a razão que deveria emancipar mostrou sua face instrumental, convertendo-se em ferramenta de cálculo e dominação. É nessa encruzilhada, entre promessa e catástrofe, que a inteligência artificial emerge como herdeira e ápice desse processo, levando ao limite a lógica da quantificação e da eficiência. Ao adentrar o território da psicoterapia, a IA não apenas testa os limites de sua aplicabilidade, como também levanta uma questão: é possível traduzir o sofrimento humano em dados e protocolos?
Cristian Arão e Nanci Nakamura. O que não se programa: IA, psicanálise e os limites do método científico. Revista Cult. 04/05/2026. Adaptado.
A oposição central desenvolvida no texto estabelece uma tensão entre
 

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Texto para a questão
    Aprimoradas por 230 anos, as vacinas são hoje um pilar da saúde global, e, sem elas, poderíamos estar em caos. É o que os epidemiologistas Mathew Kiang e Nathan Lo, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, alertam. Preocupados com as ações antivacinas promovidas por Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde americano, os pesquisadores decidiram calcular os prejuízos de longa data da falta de políticas de imunização em seu país. Em 25 anos, a dupla estima que, se ninguém fosse vacinado contra a poliomielite, doença viral que ataca o sistema nervoso de forma irreversível, 23 mil crianças teriam paralisia. Além disso, 41 mil bebês desenvolveriam uma síndrome com problemas auditivos, cardíacos e cerebrais caso as gestantes não estivessem protegidas contra a rubéola. Outro desastre seria a ausência da vacina contra a difteria. Sem as picadas, a doença faria de 130 mil a 1 milhão de vítimas. Já a falta de vacina contra o sarampo levaria à morte de 290 mil indivíduos no mesmo período. Por lá, essa vacina ainda é recomendada, mas enfrenta resistência na adesão. Em 2025, houve três óbitos e 2,2 mil casos. E o patógeno segue à solta, um cenário preocupante, pois os EUA serão um dos países sede da Copa do Mundo de futebol.
Larissa Beani. Como seria um mundo sem vacinas?. Revista Veja Saúde. 14/05/2025. Adaptado.
No trecho Já a falta de vacina contra o sarampo levaria à morte de 290 mil indivíduos no mesmo período, o emprego da forma verbal “levaria” indica que o dado apresentado corresponde a uma
 

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Texto para a questão
    Aprimoradas por 230 anos, as vacinas são hoje um pilar da saúde global, e, sem elas, poderíamos estar em caos. É o que os epidemiologistas Mathew Kiang e Nathan Lo, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, alertam. Preocupados com as ações antivacinas promovidas por Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde americano, os pesquisadores decidiram calcular os prejuízos de longa data da falta de políticas de imunização em seu país. Em 25 anos, a dupla estima que, se ninguém fosse vacinado contra a poliomielite, doença viral que ataca o sistema nervoso de forma irreversível, 23 mil crianças teriam paralisia. Além disso, 41 mil bebês desenvolveriam uma síndrome com problemas auditivos, cardíacos e cerebrais caso as gestantes não estivessem protegidas contra a rubéola. Outro desastre seria a ausência da vacina contra a difteria. Sem as picadas, a doença faria de 130 mil a 1 milhão de vítimas. Já a falta de vacina contra o sarampo levaria à morte de 290 mil indivíduos no mesmo período. Por lá, essa vacina ainda é recomendada, mas enfrenta resistência na adesão. Em 2025, houve três óbitos e 2,2 mil casos. E o patógeno segue à solta, um cenário preocupante, pois os EUA serão um dos países sede da Copa do Mundo de futebol.
Larissa Beani. Como seria um mundo sem vacinas?. Revista Veja Saúde. 14/05/2025. Adaptado.
A argumentação do texto é construída, principalmente, por meio de
 

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Charge em três quadrinhos sobre aposentadoria e fake news, com personagem Valter, assinada por Caco Galhardo

A construção do humor na tirinha decorre principalmente de

 

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