À luz do disposto na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
(LGPD) e na Lei de Acesso à Informação, julgue o item que se
segue.
A classificação da informação em determinado grau de sigilo
deve pautar-se pelo interesse público da informação e pela
utilização do critério mais restritivo possível, considerados
aspectos como, por exemplo, a gravidade do risco à
sociedade.
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é a
legislação brasileira que regula o tratamento de
dados pessoais, com o objetivo de proteger a
privacidade e a segurança dos cidadãos. Ela
estabelece normas sobre coleta, armazenamento,
uso e compartilhamento de dados, garantindo
direitos aos indivíduos e impondo
responsabilidades às organizações que
processam essas informações. A LGPD busca
assegurar transparência, consentimento e a
possibilidade de revisão e exclusão de dados
pelos titulares.
No artigo 5º dessa lei, são definidos alguns
termos fundamentais, um deles é assim descrito:
pessoa natural ou jurídica, de direito público ou
privado, a quem competem as decisões referentes
ao tratamento de dados pessoais. Essa descrição
corresponde à definição de
A lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – tem como objetivo regular o
tratamento de dados pessoais e proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade.
Contudo, nem todo tratamento de dados pessoais é regulado pela LGPD. EXCETUA-SE da LGPD o
tratamento de dados realizado para fins exclusivos de:
A empresa TechNova, localizada no Brasil, desenvolveu um aplicativo que coleta dados pessoais de usuários para melhorar
o seu serviço de recomendações. Entretanto, a empresa também processa dados de usuários que não estão localizados no
Brasil a partir de servidores internacionais. Determinado usuário europeu questionou se a TechNova seguiu as diretrizes da
Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) para o tratamento de seus dados coletados através do aplicativo enquanto
ele esteve em trânsito no Brasil. Considerando a situação hipotética e as disposições da LGPD, a quais princípios essa
operação de tratamento de dados deverá aderir?
Para realizar cadastro e ter acesso ao site que oferece cursos profissionalizantes gratuitos, determinado cidadão precisou
fornecer diversos dados pessoais. Contudo, após a efetivação do cadastro, o titular deseja ter acesso às informações sobre o
tratamento dos seus dados, que foram fornecidos com o seu consentimento expresso. Nesse contexto, assinale a afirmativa
INCORRETA.
Um pequeno empresário coletou dados pessoais de seus clientes para enviar promoções via e-mail, mas não informou a eles
sobre o tratamento desses dados. Um cliente, ao perceber a falta de informação, questionou ao empresário sobre a legalidade
dessa prática. Segundo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018), assinale a afirmativa correta.
Um e-commerce brasileiro coleta dados pessoais de seus clientes para realizar vendas e oferecer um serviço personalizado.
Recentemente, a empresa decidiu enviar e-mails com conteúdos promocionais para seus clientes, utilizando os dados
coletados durante as compras. À luz do que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), considerando uma
prática adequada em relação ao tratamento de dados pessoais, é correto afirmar que a empresa:
A Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) –, em seu artigo 1º, “dispõe sobre o tratamento de
dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o
objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da
pessoa natural”. Para fins da LGPD, é(são) considerado(s) dado(s) pessoal(is) sensível(is):
Uma organização da sociedade civil, que tem entre seus objetivos
o de defender as vítimas de persecução ilícita praticada por
quaisquer estruturas estatais de poder, decidiu ingressar em juízo
com ação coletiva, em defesa dos seus associados, visando ao
reconhecimento da ilicitude do uso de dados pessoais, em
processos de responsabilização individual, nas distintas instâncias
existentes, à margem dos balizamentos estabelecidos pela Lei
Geral de Proteção dos Dados Pessoais (LGPD).
O magistrado competente, ao analisar o processo, concluiu
corretamente, à luz da LGPD, que: