Wallace, presidente da República, editou um decreto com o objetivo de extinguir a punibilidade de todos os condenados pela prática do crime de estelionato que, após o início do cumprimento da pena, tenham sido acometidos por paraplegia, comprovada por laudo médico oficial ou, na sua falta, por médico designado pelo juízo da execução, observados os demais requisitos previstos em lei.
Considerando as disposições do Código Penal, a punibilidade dos condenados que se encontram na situação supramencionada será extinta em razão do(a):
João, reincidente, cumpre pena, em regime semiaberto, pela prática do crime de furto qualificado. O apenado, no curso da execução, demonstra interesse em participar de atividade, fora do ambiente prisional e sem vigilância direta, que concorra para o seu retorno ao convívio social.
Considerando as disposições da Lei nº 7.210/1984, João poderá obter autorização para a:
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006) é resultado da luta de movimentos feminista, cujo objetivo é coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
Purushanda foi acusado de cometer crime contra a ordem
tributária, tendo constituído advogado para realizar sua defesa
judicial. Nos termos da Lei nº 8.137/90, patrocinar, direta ou
indiretamente, interesse privado perante a administração
fazendária, valendo-se da qualidade de funcionário público,
constitui crime:
Caio contrata Mévio, para matar Seprônia, sua ex-chefe,
que não perdoa por ter sido demitido. Antes, contudo, solicita que Mévio mantenha Seprônia presa, por alguns dias,
em um quarto fechado, infestado de baratas, inseto do
qual ela tem fobia. Para tanto, Caio entrega a Mévio metade do valor convencionado, comprometendo-se a pagar
o restante somente após a morte. Mévio passa a seguir
Seprônia e, no dia em que ela caminhava, sozinha, por rua
sem movimento, a aborda, com arma de fogo, obrigando-a
a entrar no carro, partindo para um bairro distante, onde já
tinha uma casa alugada, para mantê-la, em cárcere privado. Seprônia é trancada em um quarto fechado, todo escuro, sem ventilação, infestado de baratas. Passados alguns
minutos presa, Seprônia percebe a presença das baratas
e começa a gritar, em desespero. Mévio a mantém presa,
por três horas, mas, tendo se excitado com os gritos de
pavor de Seprônia, decide tirá-la do quarto, mantendo com
ela, sob ameaça de arma de fogo, conjunção carnal forçada. Após, Mévio volta a manter Seprônia presa, no quarto.
Durante o período em que Seprônia é mantida trancada,
Caio e Mévio se falam. Mévio não conta que submeteu
Seprônia à conjunção carnal forçada, apenas reportando a
ele o desespero dela, em razão das baratas. No dia em que
Mévio mataria Seprônia, ele vê no jornal televisivo a notícia
do desaparecimento dela, seguida de entrevista da mãe,
chorando pelo sumiço da filha. Neste momento, Mévio se
dá conta de que Seprônia é filha de Tícia, sua professora
de infância, que o ensinou a ler, além de auxiliar sua família
carente, ao longo de anos. Diante disso, Mévio decide não
mais matar Seprônia, libertando-a, após a manter em cárcere privado, por 5 dias. Mévio comunica a decisão a Caio,
que disse que por conta de Seprônia permanecer viva,
tudo viria à tona e eles acabariam presos. Caio ainda falou
que nada mais devia a Mévio, já que ele não cumpriu com
metade do acordo. Diante da situação hipotética, assinale
a alternativa correta.
Caio, comerciante, contratou dois rapazes para distribuir
panfletos anunciado a venda de mercadoria com prazo de
validade vencido há poucos dias, por preço muito inferior
ao praticado no mercado. Logo que iniciada a distribuição,
um dos rapazes, sem saber, entrega um dos panfletos
a agente policial, não identificado, em dia de folga, que
passava pelo local. O policial, ao constatar o teor do panfleto, de imediato, interrompeu a distribuição antes que
qualquer outra pessoa recebesse o papel. Levado à loja
de Caio, pelos rapazes, o policial não localizou nenhuma
mercadoria no estabelecimento com prazo de validade
vencido exposta à venda ou em depósito. Diante da situação hipotética, assinale a alternativa correta.
Caio, bombeiro salva-vidas aposentado, que atualmente é instrutor de aula de surfe, está na praia, aguardando possíveis clientes. Tício, bombeiro salva-vidas,
que precisava levar o filho em consulta médica, pede a
Caio que o substitua, por duas horas. Caio não aceita
o encargo, pois precisa trabalhar no seu negócio. Tício,
mesmo assim, resolve se ausentar. Caio, enquanto
observava o mar, vê Mévio nadando em local perigoso e, de imediato, grita para o homem retroceder, avisando do perigo. O homem não atende Caio e ainda o
xinga de velho caquético, afirmando saber nadar. Pouco tempo depois, Mévio começa a se afogar. Caio, ao
perceber o afogamento de Mévio, não presta socorro,
deixando a orla da praia. Tício, que retornava à praia
para ocupar sua função de bombeiro, presta socorro a
Mévio que, entretanto, não sobrevive devido ao tempo
que permaneceu na água.
Diante da situação hipotética, assinale a alternativa
correta.