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Em hipótese, uma servidora pública da ALEMS, vítima de violência doméstica, possui medida protetiva de urgência que proíbe seu ex-companheiro de se aproximar a menos de 200 metros. Mesmo assim, ele compareceu à ALEMS, “Casa do Povo”, e a abordou tentando contato amistoso durante o horário de expediente.
À luz da Lei nº 11.340/2006, “Lei Maria da Penha”, tal fato se configura, especificamente, em tese:
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Com o objetivo de proteger a mulher em situação de risco e prevenir, punir e erradicar a violência doméstica e familiar contra a mulher, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006)
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Rita foi aprovada no vestibular para cursar medicina em uma universidade brasileira. No dia da matrícula, Rita, juntamente com outros calouros aprovados para o mesmo curso, enfrentou um trote violento liderado por alunos veteranos do último ano. Durante este trote, os alunos, dentre eles Rita, foram amarrados e coagidos a consumir bebidas alcoólicas variadas (pinga, cerveja e vodka). Rita teve embriaguez completa após mais de duas horas ingerindo de forma forçada e sob coação bebida alcoólica. Ao término do trote, Rita, completamente embriagada, e inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, envolveu-se em briga com uma aluna veterana, desferindo contra ela um soco, causando-lhe lesão corporal. Além disso, Rita ainda desacatou um policial militar que ali compareceu para atender à ocorrência. Rita é presa em flagrante e conduzida ao Distrito Policial.
Nesse caso, nos termos preconizados pelo Código Penal, para os crimes de lesão corporal dolosa e desacato, Rita
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- Código PenalCrimes Contra a Administração PúblicaPraticados por Funcionário PúblicoCondescendência criminosa
Marcela, chefe de uma determinada repartição pública do Estado do Mato Grosso do Sul, descobre que a funcionária pública Mirela, da mesma repartição, sua subordinada, está fraudando documentos em procedimentos licitatórios para que uma determinada empresa possa sair vencedora. Como é amiga de Mirela, Marcela resolve não denunciá-la à autoridade competente.
Nesse caso, Marcela cometeu crime, em tese, de
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Diego, dono de uma oficina mecânica, é procurado pelo cliente Emerson para simples troca de óleo. Durante a execução dos trabalhos, Diego, agindo com dolo, ciente de que o automóvel estava em perfeito estado e sem qualquer problema mecânico, liga para o cliente e, induzindo este em erro, informa que o automóvel está com as pastilhas de freio desgastadas e, ainda, com falha no sistema elétrico (bateria e alternador). Apresenta então orçamento adicional no importe de R$ 1.500,00. Emerson autoriza a execução do serviço. Após retirar o carro, Emerson, desconfiado, leva o seu automóvel a uma concessionária e descobre que nenhuma pastilha de freio foi trocada e não havia qualquer defeito no sistema elétrico. Imediatamente Emerson registra Boletim de Ocorrência pelo crime de estelionato. Instaurado Inquérito Policial, Diego é indiciado pelo crime de estelionato e os autos são encaminhados ao Ministério Público após o relatório final, tendo o Parquet oferecido denúncia contra Diego pelo crime do artigo 171, caput, do Código Penal. Antes do recebimento da denúncia, Diego, espontaneamente, procura Emerson e realiza o ressarcimento integral do dano, com juros e correção monetária.
Nesse caso, nos termos preconizados pelo Código Penal,
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Marcos, reincidente em crime de roubo com emprego de arma de fogo, comete novo crime de roubo no final do ano de 2025, novamente com emprego de arma de fogo e em comparsaria. Instaurada a ação penal, após a regular instrução processual, Marcos é condenado pelo juízo competente a cumprir pena privativa de liberdade de 9 anos de reclusão, em regime inicial fechado, cuja sentença transitou em julgado para o Ministério Público e para a Defesa. Iniciada a fase executória, Marcos está fazendo a contagem temporal para tentar obter o benefício do livramento condicional.
Nos termos preconizados pelo Código Penal, presentes os demais requisitos legais, o juiz
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Ricardo, usuário de drogas, aproveitando-se que a casa estava vazia durante o final de semana, ingressa na casa do avô, Pedro, que tem 70 anos de idade, após danificar a porta da cozinha com uma marreta, e furta dinheiro, joias e aparelhos eletrônicos que guarneciam a residência e que pertenciam a Pedro. A ação delituosa é filmada e a polícia acionada pelos vizinhos. Cerca de 30 minutos após a fuga do local do crime, Ricardo é preso pela polícia pelo crime de furto.
Neste caso, nos termos preconizados pelo Código Penal, Ricardo
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Moisés foi preso em flagrante pela polícia civil após ser surpreendido portando em via pública na cidade de Campo Grande/MS um revólver calibre 38, de uso permitido, com a numeração raspada, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar.
Após o regular trâmite do inquérito policial, o Ministério Público, nos termos da Lei nº 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento), ao oferecer a denúncia, deverá considerar a conduta de Moisés
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Acerca dos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores previstos na Lei nº 9.613/1998, é correto afirmar que
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Em relação aos crimes contra a ordem tributária, econômica e relações de consumo, previstos na Lei nº 8.137/1990, é correto afirmar que constitui
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