João, pessoa humilde e analfabeta, com 70 anos de idade,
residente em zona rural, acabou por danificar, no exercício de
suas atividades diuturnas pessoais, floresta considerada de
preservação permanente. Ao ser ouvido, em juízo, o réu narrou
que não sabia que a sua conduta era penalmente ilícita,
considerando que sempre morou no campo e que o seu sustento
sempre esteve ligado à fauna e à flora locais.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é
correto afirmar que NÃO há crime, em razão do:
João, em cumprimento de pena privativa de liberdade, por força
de condenação pelo crime de homicídio, pratica fato previsto
como crime doloso, gravado pelas câmeras de segurança do
estabelecimento prisional.
Nesse cenário, considerando a jurisprudência dominante dos
Tribunais Superiores e as disposições da Lei de Execução Penal, é
correto afirmar que:
Dexter ingressou em um ônibus e, mediante grave ameaça,
consistente em emprego de arma de fogo, determinou que os
passageiros lhe entregassem os seus bens. Nesse contexto, três
diferentes passageiros, sem qualquer vínculo entre si,
entregaram os seus telefones celulares ao autor do delito, o qual,
ato contínuo, evadiu-se.
Nesse cenário, considerando o disposto no Código Penal e a
jurisprudência dominante dos Tribunais Superiores, é correto
afirmar que Dexter responderá pela prática de:
Carlos Eduardo, reincidente, no interior de uma farmácia,
atuando de forma dolosa, colocou diversos produtos de higiene
pessoal, avaliados em R$ 500,00 dentro de sua mochila, deixando
o estabelecimento comercial sem realizar o devido pagamento.
No estacionamento, aproximadamente vinte metros após a
entrada da farmácia, Carlos Eduardo foi abordado pelo segurança
do local, o qual visualizou, pelas câmeras de segurança do
estabelecimento, o ocorrido.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal e o
entendimento dominante do Superior Tribunal de Justiça, é
correto afirmar que Carlos Eduardo:
Joana, às 02 horas e 30 minutos, dirigia o seu veículo automotor pela via de rolamento, ocasião em que foi abordada por Tício, o qual, empregando uma faca, obrigou-a a pular para o banco do carona. Ato contínuo, Tício assumiu a condução do automóvel e encaminhou a vítima à agência bancária mais próxima, para que esta efetuasse o saque de valores pecuniários. A vítima, amedrontada, obedeceu às ordens de Tício, o qual se apossou de R$ 1.000,00, após a ofendida inserir o seu cartão e a senha no caixa eletrônico. Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que Tício responderá pelo crime de:
João conduzia o seu veículo automotor, ocasião em que foi parado por uma blitz da Polícia Militar. Após analisar a documentação do condutor, o policial Caio exigiu, para si, R$ 2.000,00 para liberar o automóvel. Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, Caio responderá pelo crime de:
João, brasileiro nato, cometeu um crime de homicídio nos Estados Unidos da América, tendo logrado se evadir para Holanda. Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, para que João responda, no Brasil, pelo crime perpetrado, será necessário que ele:
João caminhava pelo bairro de sua residência, ocasião em que visualizou um vizinho de longa data sendo vítima de roubo circunstanciado pelo emprego de arma de fogo. Ato contínuo, João correu em direção ao autor do fato, desferindo um soco em seu rosto. O acusado caiu ao solo e logrou se evadir. Considerando as disposições do Código Penal, é correto afirmar que João:
Acerca dos crimes contra a ordem tributária (Lei Federal nº
8.137/90), analise os itens a seguir:
I. Nos crimes previstos na lei em questão, cometidos em
quadrilha ou co-autoria, o co-autor ou partícipe que através de
confissão espontânea revelar à autoridade policial ou judicial
toda a trama delituosa terá a sua pena reduzida de um a dois
terços.
II. Tais crimes são de ação penal pública.
III. O parcelamento do débito, assim como a transação tributária,
são causas excludentes de ilicitude.
João Paulo, corretor de imóveis, obteve vantagem pecuniária
paga por contribuinte de IPTU, sob o pretexto de que influiria
em lançamento fiscal praticado por determinado funcionário
público municipal. Nesse caso, houve a prática de: