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A Teoria Geral dos Recursos no processo civil brasileiro tem por função liquidar possíveis erros em decisões judiciais, sendo que os recursos não criam uma nova relação processual, mas se inserem no mesmo processo em que foi prolatada a decisão recorrida, ou seja, se torna o "remédio voluntário apto a provocar, dentro da mesma relação jurídica processual, a reforma, a invalidação, o esclarecimento ou a integração de uma decisão judicial" (JORGE, 2015, p. 2216). Assim, podemos afirmar que a base principiológica dos recursos nos ensina que todo recurso somente é processado com a oitiva da parte contrária. Tal necessidade se ampara em duas motivações: permitir ao recorrido a elaboração das contrarrazões e fixar os limites de atuação do Tribunal no julgamento do recurso. Isso traduz-se corretamente como:
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O inatacável CPC, vigente na forma da Lei Federal nº 13.105/15, nos apresenta que as tutelas provisórias são decisões proferidas antes da sentença. São chamadas de provisórias porque concedidas no curso do processo e podem ser revogadas ou modificadas a qualquer tempo. A decisão somente se tornará definitiva na sentença, decisão que põe fim ao processo. Assim, quanto às características marcantes e positivadas da tutela de urgência, podemos assinalar como correto apenas o que se diz em:
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Sob a batuta do digesto processual civil que vigora no Brasil desde 2015, temos um instituto calcado na economia processual, ligado ao princípio dispositivo, e em que se impõe como limite cronológico ao mesmo o instante da propositura da ação, resultando na união de várias ações propostas por um autor contra o mesmo réu num mesmo processo. A isso, chamamos corretamente, de:
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No Código de Processo Civil (CPC), os impedimentos e as suspeições são mecanismos que visam garantir a imparcialidade do juiz e de outros sujeitos do processo, que também devem primar pela sua imparcialidade. Assim, podemos assinalar corretamente como causas de suspeição apenas as colacionadas em:
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A modificação de competência no processo civil, também conhecida como prorrogação de competência, é quando a autoridade judiciária é autorizada a julgar processos que normalmente não seriam da sua competência. As regras de competência do Código de Processo Civil encontram-se normatizadas do artigo 42 ao artigo 66 do CPC, dividindo-se em regras gerais, regras de fixação da competência, regras de modificação de competência e regras de incompetência. Sobre o assunto, podemos assinalar como correta apenas a afirmativa que se apresenta em:
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caçador-SC
Assinale alternativa correta de acordo com o Código de Processo Civil.
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caçador-SC
Assinale alternativa correta de acordo com o Código de Processo Civil.
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caçador-SC
Assinale alternativa correta de acordo com o Código de Processo Civil.
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caçador-SC
Assinale alternativa correta de acordo com o Código de Processo Civil.
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Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
Joana propôs ação de obrigação de fazer em face do Município X, que foi citado por meio da associação de representantes de municípios, a qual tem autorização expressa para representar, em juízo, ativa e passivamente, o Município X. O pedido foi julgado procedente. Em sede recursal, Joana alegou a irregularidade de representação do Município X.
Diante da situação hipotética, é correto afirmar que o juiz deverá
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