Foram encontradas 7.811 questões.
4174230
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Provas:
- Lei 10.257/2001: Estatuto da CidadeArts. 5º e 6º: Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios
- Lei 10.257/2001: Estatuto da CidadeArts. 39 a 42-B: Plano Diretor
Considerando o parcelamento, a edificação ou a utilização de
compulsórios no Estatuto da Cidade, analise as afirmativas.
I – A aplicação desses instrumentos depende de lei municipal específica para área incluída no plano diretor.
II – O imóvel subutilizado pode ser definido por aproveitamento inferior ao mínimo estabelecido no plano diretor ou em legislação dele decorrente.
III – A notificação ao proprietário para cumprimento da obrigação deve ser averbada no registro de imóveis.
IV – A desapropriação-sanção surge no início da sequência, e o IPTU progressivo no tempo entra apenas em fase subsidiária posterior.
V – A delimitação das áreas em que esses instrumentos podem ser aplicados integra o conteúdo mínimo do plano diretor.
Estão corretas as afirmativas:
I – A aplicação desses instrumentos depende de lei municipal específica para área incluída no plano diretor.
II – O imóvel subutilizado pode ser definido por aproveitamento inferior ao mínimo estabelecido no plano diretor ou em legislação dele decorrente.
III – A notificação ao proprietário para cumprimento da obrigação deve ser averbada no registro de imóveis.
IV – A desapropriação-sanção surge no início da sequência, e o IPTU progressivo no tempo entra apenas em fase subsidiária posterior.
V – A delimitação das áreas em que esses instrumentos podem ser aplicados integra o conteúdo mínimo do plano diretor.
Estão corretas as afirmativas:
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4174224
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Provas:
No loteamento com controle de acesso recém-implantado, a
associação de moradores passou a barrar pedestres e
condutores não residentes, ainda que se identificassem na
portaria. O fiscal foi chamado para verificar a compatibilidade
dessa prática com a disciplina legal do parcelamento urbano.
Assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta.
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4174221
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Provas:
Com relação ao parcelamento do solo urbano, assinale a
alternativa correta.
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4174220
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Provas:
Considerando o Plano Diretor no Estatuto da Cidade, analise
as afirmativas.
I – O Plano Diretor é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana.
II – O Plano Diretor deve abranger o território do Município como um todo.
III – A lei do Plano Diretor deve ser revista periodicamente, dentro do intervalo máximo fixado no próprio Estatuto.
IV – A elaboração e a fiscalização do Plano Diretor exigem audiências públicas, publicidade dos documentos e acesso dos interessados às informações.
V – O Plano Diretor é obrigatório, entre outras hipóteses, para Municípios integrantes de regiões metropolitanas, áreas de especial interesse turístico e áreas influenciadas por empreendimentos de impacto relevante.
Estão corretas as afirmativas:
I – O Plano Diretor é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana.
II – O Plano Diretor deve abranger o território do Município como um todo.
III – A lei do Plano Diretor deve ser revista periodicamente, dentro do intervalo máximo fixado no próprio Estatuto.
IV – A elaboração e a fiscalização do Plano Diretor exigem audiências públicas, publicidade dos documentos e acesso dos interessados às informações.
V – O Plano Diretor é obrigatório, entre outras hipóteses, para Municípios integrantes de regiões metropolitanas, áreas de especial interesse turístico e áreas influenciadas por empreendimentos de impacto relevante.
Estão corretas as afirmativas:
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4174219
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Provas:
Na análise prévia de um pedido de loteamento, o fiscal
encontra trecho alagadiço, setor com declividade acentuada e
escoamento superficial deficiente. O empreendedor sustenta
que a correção poderá ser feita durante a implantação.
Marque a alternativa correta sobre o parcelamento do solo
urbano.
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4174218
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Barra São Francisco-ES
Provas:
No licenciamento urbanístico municipal, o Estudo Prévio de
Impacto de Vizinhança ganha destaque quando certos
empreendimentos passam a alterar a circulação, o uso do solo
e a vida cotidiana do entorno. O estudo de vizinhança:
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No que tange aos objetivos gerais e específicos que
orientam a política de ação do Plano Diretor de São João
da Boa Vista, conforme disposto em seu Capítulo III,
analise as afirmações abaixo e selecione a alternativa
CORRETA:
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- Lei 10.257/2001: Estatuto da CidadeArt. 4º: Instrumentos em Geral
- Lei 10.257/2001: Estatuto da CidadeArts. 21 a 24: Direito de Superfície
O Estatuto da Cidade (Lei Federal nº 10.257/2001)
estabelece um rol de instrumentos da política urbana,
dividindo-os em categorias específicas de atuação do
Poder Público. Assinale a alternativa que apresenta
EXCLUSIVAMENTE instrumentos classificados
legalmente na categoria de "institutos jurídicos e
políticos":
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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ)
identificou um loteamento irregular no Município X, em área de
interesse especial de proteção a mananciais.
Por esta razão, ajuizou ação civil pública em face daquele ente administrativo (por sua omissão na fiscalização da ocupação do solo urbano e seu dever de regularizar loteamentos irregulares), e também do Estado do Rio de Janeiro (porque o loteamento está em área de interesse especial, de proteção de mananciais), destacando que o Art. 225 da Constituição Federal impõe ao Poder Público o dever de defender e preservar o meio ambiente. Assim, o MP postulou a realização de obras essenciais a serem implantadas, em conformidade com a legislação, em especial a infraestrutura necessária para melhoria da malha urbana, como ruas, esgoto, energia e iluminação pública, de toda a área loteada, ainda que não estivesse ocupada.
Em contestação, o Estado arguiu sua ilegitimidade ad causam porque o ordenamento do solo urbano é atribuição constitucional do Município X, que, a seu turno, defendeu que a Lei de Parcelamento do Solo Urbano lhe impõe a faculdade de regularizar a ocupação quando, em seu Art. 40, dispõe que o ente “poderá regularizar loteamento ou desmembramento não autorizado ou executado sem observância das determinações do ato administrativo de licença, para evitar lesão aos seus padrões de desenvolvimento urbano e em defesa dos direitos dos adquirentes de lotes.” Por eventualidade, denunciou o loteador à lide para recobrar os custos em que incorreu.
Sobre o caso apresentado, à luz exclusivamente do ordenamento civil aplicável, sem ponderar o aspecto técnico-processual, assinale a afirmativa correta observada a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Por esta razão, ajuizou ação civil pública em face daquele ente administrativo (por sua omissão na fiscalização da ocupação do solo urbano e seu dever de regularizar loteamentos irregulares), e também do Estado do Rio de Janeiro (porque o loteamento está em área de interesse especial, de proteção de mananciais), destacando que o Art. 225 da Constituição Federal impõe ao Poder Público o dever de defender e preservar o meio ambiente. Assim, o MP postulou a realização de obras essenciais a serem implantadas, em conformidade com a legislação, em especial a infraestrutura necessária para melhoria da malha urbana, como ruas, esgoto, energia e iluminação pública, de toda a área loteada, ainda que não estivesse ocupada.
Em contestação, o Estado arguiu sua ilegitimidade ad causam porque o ordenamento do solo urbano é atribuição constitucional do Município X, que, a seu turno, defendeu que a Lei de Parcelamento do Solo Urbano lhe impõe a faculdade de regularizar a ocupação quando, em seu Art. 40, dispõe que o ente “poderá regularizar loteamento ou desmembramento não autorizado ou executado sem observância das determinações do ato administrativo de licença, para evitar lesão aos seus padrões de desenvolvimento urbano e em defesa dos direitos dos adquirentes de lotes.” Por eventualidade, denunciou o loteador à lide para recobrar os custos em que incorreu.
Sobre o caso apresentado, à luz exclusivamente do ordenamento civil aplicável, sem ponderar o aspecto técnico-processual, assinale a afirmativa correta observada a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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4171929
Ano: 2026
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pinto Bandeira-RS
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Pinto Bandeira-RS
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A Lei Federal nº 6.766/1979 é o pilar jurídico
do parcelamento do solo urbano no Brasil. Ela define as
regras para que um terreno bruto seja transformado em
lotes urbanos, estabelecendo as responsabilidades do
loteador e do Poder Público. Alem de ter a infraestrutura
básica na lei, são definidos os requisitos urbanísticos para
os loteamentos. Os loteamentos deverão atender, pelo
menos, aos seguintes requisitos, entre outros:
I. Os lotes necessitam ter área mínima de 200 m2 e frente mÍnima de B metros.
II. Ao longo das faixas de domínio público das rodovias, a reserva de faixa não edificável deverá ser de, no mínimo, 15 metros de cada lado, podendo ser reduzida até o limite mínimo de 5 metros em caso de lei municipal ou distrital que aprove o instrumento do planejamento territorial.
III. Ao longo da faixa de domínio das ferrovias, será obrigatoria a reserva de uma faixa não edificável de, no mínimo, 15 (quinze) metros de cada lado.
Está(ão) CORRETA(S):
I. Os lotes necessitam ter área mínima de 200 m2 e frente mÍnima de B metros.
II. Ao longo das faixas de domínio público das rodovias, a reserva de faixa não edificável deverá ser de, no mínimo, 15 metros de cada lado, podendo ser reduzida até o limite mínimo de 5 metros em caso de lei municipal ou distrital que aprove o instrumento do planejamento territorial.
III. Ao longo da faixa de domínio das ferrovias, será obrigatoria a reserva de uma faixa não edificável de, no mínimo, 15 (quinze) metros de cada lado.
Está(ão) CORRETA(S):
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