De acordo com o parágrafo único do Art. 7° da Portaria
IPHAN n° 07/88, as permissões e autorizações de pesquisa
arqueológica só serão renovadas mediante a apresentação
de:
A Lei nº 3.924, de 26 de Julho de 1961, publicada pelo
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN,
expressa as obrigações da União e lista os direitos e deveres
dos proprietários de áreas com sítios arqueológicos. Esse
mando permanece em vigor até os dias de hoje, sendo
elemento regulador das atividades de:
Em 26 de julho de 1961, foi sancionada a Lei n° 3.924 que
“dispõe sobre os monumentos arqueológicos e préhistóricos”,
que foram definidos no seu Artigo 2º. Marque a
definição INCORRETA sobre monumentos arqueológicos e
pré-históricos.
Segundo a Lei nº 3.924 de 26/07/1961, que dispõe sobre
os monumentos arqueológicos e pré-históricos, em seu
Art. 20, nenhum objeto que apresente interesse arqueológico
ou pré-histórico, numismático ou artístico poderá ser
transferido para o exterior,EXCETOse:
A Lei n° 6.766, de 19 de dezembro de 1979 e as alterações introduzidas pela Lei n° 9785, de 29 de janeiro de 1999, dispõem sobre o parcelamento do solo urbano em todo o território nacional. De acordo com estas leis, consideram-se infraestrutura básica os equipamentos urbanos de escoamento de águas pluviais, iluminação pública, redes de esgoto sanitário, abastecimento de água potável, de energia elétrica pública e domiciliar e ainda:
A Lei Federal n° 10.257, de 2001, denominada Estatuto da Cidade, oferece aos municípios um conjunto de instrumentos de política urbana e institui vários instrumentos de gestão urbana e fundiária. O instrumento que institui o direito de utilizar o solo, o subsolo ou o espaço aéreo relativo ao terreno, na forma estabelecida no contrato respectivo, atendida a legislação urbanística, é chamado de:
A concessão de direito real de uso de um bem público em favor do particular permite que esse contrato seja dado em garantia de contratos de financiamento habitacionais.
A gestão das cidades representa um desafio complexo, já que não se trata apenas de considerar a preservação dos recursos ambientais, mas também de assegurar condições de vida digna à população, propiciando que parcelas expressivas da população não sejam excluídas no processo de desenvolvimento das cidades. Nesse sentido,