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Essa função é corretamente caracterizada como a
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Assinale a opção compatível com uma abordagem críticoemancipatória.
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Assinale a opção que indica corretamente uma característica das artes indígenas.
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Assinale a opção que trata da diversidade sem reproduzir uma prática folclorizante.
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Assinale a opção que exemplifica a aprendizagem não-formal.
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Assinale a opção que apresenta corretamente uma razão dessa crítica.
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Observe a obra Horizons, 1994, instalada no parque de esculturas Gibbs Farm, na Nova Zelândia, e analise as afirmações a seguir sobre o artista Neil Dawson e o contexto de sua produção artística:

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Observe atentamente as imagens e textos abaixo e responda ao que se pede.

Observações:
Algumas tarjas com legendas foram adicionadas à Imagem 19 para efeito desta questão. A respeito delas tem-se: “H” está abaixo de um mural de Banksy; “G” está abaixo de uma obra do trio MACLAIN; “R? está abaixo de um mural de ESCIF; “U” está abaixo de uma obra de Mirko Reisser (DAIM); e “L” está abaixo de um mural de Mark Bodé.
Agora, observe as próximas imagens:


A partir do exposto, avalie as assertivas abaixo:
I - As obras de legenda “H”. “R” e “L”, imagem 19, encaixam-se no que se define como Mural. Já as obras de legenda “G” e “U?”, da mesma imagem 19, não são murais, pois: “G” é hiper-realista, por isso, foge do padrão exigido no universo do grafite: e “U” éuma obrainterna a um ambiente, o que fere a definição de Arte Urbana.
II - A Imagem de legenda “R”, bem como a imagem 20 (obras de ESCIF) demonstram que esse artista, ao ocupar muros de forma estratégica, transforma o espaço público em um campo de reflexão, onde a simplicidade da forma serve para amplificar o peso da mensagem. Há ainda, na imagem 20, uma forte ideia sobre a violência estatal (representada pela força policial) contra o conhecimento (representado pelo livro).
III - Não importando a técnica, estilo e material utilizados (grafite, rolo e tinta, surrealismo, hiper-realismo, desenho, caricatura etc.), as mensagens políticas, anticonsumistas ou satíricas são frequentes na Arte Urbana.
IV - A obra do trio super-realista MACLAIN, cuja legenda é “G” e isolada na imagem 22, demonstra que a técnica refinada supera a mensagem quando se trata do campo da Arte Urbana. Exatamente por isso essa obra configura ato de vandalismo, uma vez que não está em Museu.
V - O mural de Banksy (Imagem de legenda “Hº? possui técnica/estilo diferente da utilizada por Mirko Reisser (DAIM), da obra da Imagem de legenda “U” e da imagem 21. As citadas obras de DAIM, conforme as imagens exemplificadas, são chamadas de grafite 3D e parecem flutuar na parede, sendo, ainda, consideradas abstratas; enquanto a obra de Banksy, Imagem de legenda “H”, éfigurativa.
E CORRETO o que se afirma apenas em
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À arte contemporânea frequentemente desafia os limites entre artista, obra e público, transformando a experiência estética em um campo de experimentação conceitual e social. Nesse contexto, diversas artistas mulheres alcançaram reconhecimento internacional ao desenvolver obras que exploram a participação do público, a memória histórica e as relações de poder. Entre essas artistas destacam -se Marina Abramovié, autora da performance Ritmo 0; Adriana Varejão, conhecida por obras como Azulejões e exposições internacionais como Otros cuerpos detrás no Museo Tamayo, no México; e Rosana Paulino, criadora da obra Bastidores. Essas obras exploram diferentes linguagens — performance, pintura/instalação e fotografia costurada — para discutir temas como violência simbólica, colonialidade e identidade.
Observe atentamente as imagens e textos a seguir.

Nessa performance, Marina Abramovié colocou-se passivamente diante do público durante várias horas, disponibilizando 72 objetos que poderiam ser utilizados livremente sobre seu corpo. A ação demonstrou como a participação do espectador pode transformar radicalmente a obra, revelando comportamentos extremos, inclusive situações de violência e agressão.

Esta é uma das obras da exposição Otros cuerpos detrás, 2018, e “utiliza carnes e azulejos para construir histórias fragmentadas e recontextualizadas” (Pereira, 2024).
Fonte: PEREIRA,A.C. F. Háalgo à espreita: O limiar do meu desconforto. 2024. 85f. Trabalho de Conclusão do Curso (Bacharelado em Artes Visuais) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.

E uma obra composta por um conjunto de fotografias de mulheres negras, reproduzidas sobre tecido e presas em bastidores em formato circular.
Considerando o contexto, analise os itens a seguir.
I - Os episódios de violência registrados em Ritmo 0, Imagem 20, evidenciam a vulnerabilidade do artista e a dimensão ética da interação artística. Essa é uma Performance e não pode ser considerada body art, pois o corpo da artista não constitui o principal suporte material daobra, embora a ação explore diretamente os limites físicos e simbólicos do corpo diante do público.
II - A obra da Imagem 21, de Adriana Varejão, utiliza o padrão ornamental dos azulejos coloniais portugueses para evocar a herança visual da colonização no Brasil. Ao rasgar simbolicamente essa superfície decorativa e expor uma massa que remete à carne, a artista cria uma metáfora visual que associa a estética refinada da cultura colonial às violências históricas que sustentaram o processo de colonização. Dessa forma, a obra confronta o observador com a contradição entre a aparência ornamental da tradição luso-brasileira e as relações de poder, exploração e conflito que marcaram o período colonial, transformando o azulejo em signo crítico damemóriahistórica.
III- Na obra Bastidores, Rosana Paulino utiliza fotografias de mulheres negras costuradas em bastidores de bordado, criando uma imagem na qual linhas atravessam ou suturam os rostos retratados. Essa estratégia visual transforma uma técnica tradicionalmente associada ao espaço doméstico em instrumento de crítica social, abordando racismo estrutural, memória histórica e a condição das mulheres negras.
IV- Observando as imagens 16, 17 e 18 apresentadas, percebe-se que as três artistas utilizam linguagens distintas — performance participativa, instalação com referências históricas e fotografia bordada — para discutir relações entre Arte e sociedade. Apesar das diferenças formais, suas obras convergem ao estimular reflexão crítica sobre violência simbólica, memória cultural e relações de poder.
É CORRETO o que sc afirma apenas em:
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A arte brasileira, em diferentes períodos históricos, tem exercido uma função social e crítica, operando não apenas como produção estética, mas como forma de interpretação e problematização da realidade nacional. Por meio de palavras, músicas, imagens, performances, objetos e intervenções, artistas abordam temas como desigualdade, identidade, memória, violência, trabalho e pertencimento cultural, mobilizando o público para a empatia e para a reflexão. A historiografia da arte no Brasil reconhece que, sobretudo a partir do Modernismo e das vertentes contemporâneas, a produção artística passa a assumir de modo explícito o diálogo com contextos sociais e políticos, ampliando o papel da arte como linguagem de debate público.
A respeito dos consagrados artistas brasileiros que exemplificam esse engajamento, analise as assertivas abaixo, considerando, também, as imagens associadas a elas.
I- Tarsila do Amaral, com Retirantes (1944), conforme imagem 6, denuncia a fome e a migração forçada no Nordeste.

II- Birico, com Operários (1933), conforme imagem 7, problematiza a industrialização e a diversidade social do trabalho urbano.

III- Di Cavalcanti, com Samba (1925), conforme imagem 8, retrata o samba como manifestação e como resistência, colocando, ainda, a população negra e mestiça no centro da composição.

IV– Hélio Oiticica, com Parangolés os (décadas de 1960 e 1970), imagem 9, incorpora participação popular e crítica às hierarquias culturais.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
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