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Sobre o bem agir (agir virtuoso) e sua relação com o bem viver em Aristóteles, associe corretamente os itens da Coluna I com os da Coluna II e assinale a única alternativa com a sequência CORRETA.
Coluna I
I. Hábito
II. Meio-termo
III. Virtudes éticas
IV. Vida contemplativa
Coluna II
( ) Corresponde, para Aristóteles, à forma mais elevada de realização humana e ao grau máximo de eudaimonia.
( ) Princípio segundo o qual a excelência moral consiste em evitar os extremos de excesso e falta.
( ) Base formativa do caráter moral, pois “nos tornamos justos praticando atos justos”.
( ) Dizem respeito às paixões e às ações, exigindo educação do desejo pela razão.
A alternativa com a sequência CORRETA é:
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Considerado o pai da filosofia ocidental, Sócrates deslocou o foco da reflexão filosófica para as questões propriamente humanas, o que o afastou dos pensadores da physis e, ao mesmo tempo, o aproximou dos sofistas. Contudo, diferentemente destes, ele não proferia discursos prontos, mas instigava seus interlocutores, por meio de perguntas, a refletirem e formularem suas próprias ideias. Essa maneira de filosofar ficou conhecida como o método socrático e é composto por duas partes, respectivamente:
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“Na nova abordagem do real caracterizado pelo pensamento filosófico, podemos ainda notar a vinculação entre filosofia e ciência. O próprio teor das preocupações dos primeiros filósofos é de natureza cosmológica, de maneira que, na Grécia Antiga, o filósofo é o intelectual do saber científico. Só no século XVIII as ciências encontram seu próprio método e separam-se da filosofia, formando as chamadas ciências particulares”.
VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Tradução de Ísis Borges B. da Fonseca. 21. Ed. Rio de Janeiro: Difel, 2013, p.84.
Tendo em vista o pensamento dos primeiros filósofos, associe corretamente os itens da Coluna I com os da Coluna II e assinale a única alternativa com a sequência CORRETA.
Coluna I
I. Demócrito
II. Tales de Mileto
III. Pitágoras
IV. Heráclito
Coluna II
( ) Afirmou que a arché de todas as coisas é a água.
( ) Apresentou a concepção de que do número derivavam todas as coisas.
( ) Em sua concepção, tudo está em constante mudança, sendo a guerra o pai de todas as coisas.
( ) Compreendeu que o átomo é a partícula mínima, indivisível e invisível que forma todo o universo.
A alternativa com a sequência CORRETA é:
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Leia o texto abaixo.
" Mas o homem feliz, como homem que é, também necessita de prosperidade, por quanto a nossa natureza não basta a si mesma para os fins da contemplação: nosso corpo também precisa de gozar saúde, de ser alimentado e cuidado. Não se pense, todavia, que o homem para ser feliz necessite de muitas grandes coisas, só porque não pode ser supremamente feliz sem os bens exteriores. A autossuficiência e ação não implica excesso e podemos praticar atos nobres sem sermos donos da terra e do mar. Mesmo desfrutando vantagens bastante moderadas podese proceder virtuosamente"
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1984. p. 231. (Os Pensadores).
Levando em consideração o texto acima e a relação que Aristóteles faz entre Felicidade e prazer, analise as proposições a seguir.
01 - Para Aristóteles, embora as virtudes morais sejam fonte de felicidade, uma vez que se encontram relacionadas às paixões e aos prazeres, são as virtudes intelectuais que realizam aquilo que há de mais humano.
02 - Aristóteles entende que os seres humanos possuem naturalmente uma disposição para buscar o conhecimento. Sendo assim, o ser racional só é feliz na contemplação, devendo evitar todo e qualquer tipo de prazer por se constituir em um mal que o afasta do verdadeiro sentido da vida.
02 - Aristóteles entende que os seres humanos possuem naturalmente uma disposição para buscar o conhecimento. Sendo assim, o ser racional só é feliz na contemplação, devendo evitar todo e qualquer tipo de prazer por se constituir em um mal que o afasta do verdadeiro sentido da vida.
04 - Aristóteles considera o prazer um bem, algo a ser almejado, e que os prazeres do pensamento, advindos da parte racional da alma, são diferentes e superiores a todos os outros.
05 - Assim como seu mestre Platão, Aristóteles afirma que o ser humano é dotado de 3(três) almas, a saber: alma nutritiva, alma sensitiva e alma racional. Para ele, a alma racional é a mais importante de todas e através dela, o homem, sendo um ser racional por excelência, é capaz de orientar todo e qualquer tipo de prazer em busca da felicidade.
A soma das proposições CORRETAS é:
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Para o filósofo e crítico de arte americano Arthur Danto (1924-2013), a arte não pode ser definida por suas qualidades perceptíveis — como beleza, harmonia ou habilidade técnica — mas ,sim, por dois elementos fundamentais: significado e incorporação. A revolução no pensamento de Danto começou em 1964, quando visitou a exposição de Andy Warhol em Nova York. Lá, ele se deparou com Brillo Box, uma reprodução fiel de uma caixa de sabão em pó comum. A pergunta que o perseguiu foi: por que isso é arte, enquanto uma caixa idêntica no supermercado não é? A resposta não estava no objeto em si, mas no contexto artístico que o transformava. Danto concluiu que, no mundo contemporâneo, qualquer coisa poderia ser arte, desde que cumprisse certas condições teóricas.
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.
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Atente-se para as duas citações que seguem.
“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.
“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.
No contexto dos debates a respeito da relação entre o ser humano e a natureza, considere as posições de ambos os filósofos e analise os itens a seguir, avaliando a verdade ou falsidade de cada item.
I. Ambos os filósofos se posicionam na mesma perspectiva antropocêntrica na relação entre homem e natureza.
II. Hans Jonas é crítico da perspectiva antropocêntrica na relação do homem com a natureza, perspectiva esta defendida por Immanuel Kant.
III. Hans Jonas situa-se numa perspectiva que defende o valor intrínseco da natureza, contestando que esta tem o valor apenas relativo ao homem.
IV. Para Immanuel Kant, homem e natureza se incluem no mesmo status de moralidade.
A alternativa que corresponde à CORRETA análise dos itens, conforme a sua sequência é:
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Leia e reflita sobre o conteúdo do texto abaixo.
Nenhum conhecimento em nós precede a experiência, e todo conhecimento começa com ela. Mas, embora todo o nosso conhecimento comece com a experiência, nem por isso todo ele se origina justamente da experiência. Pois, poderia bem acontecer que mesmo o nosso conhecimento de experiência seja um composto daquilo que recebemos por impressões e daquilo que nossa própria faculdade de conhecimento [...] fornece de si mesma. [...] Tais conhecimentos denominam-se a priori e distinguem-se dos empíricos, que possuem suas fontes a posteriori, ou seja, na experiência.
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p.23.
Intervindo no relevante debate entre empiristas e racionalistas, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) defende, a partir de um exercício crítico – ao qual chama tribunal da razão – sobre a natureza do conhecimento humano a perspectiva na qual:
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Para esta questão, considere o texto e a imagem apresentados a seguir, refletindo sobre ambos.
Uma tela em branco, como esta aqui abaixo, é arte? A fotografia de um quarto de dormir é arte? E a bagunça do seu quarto, pode ser também? A pergunta tem respostas divergentes, mas para refletir sobre a questão nada melhor do que uma visita a 24ª Bienal de São Paulo, instalada no Pavilhão da Bienal, no parque Ibirapuera (zona sul), em São Paulo.
Boa parte dos três pavilhões da exposição é tomada por instalações, muitas vezes interativas, que podem incluir vídeos, lustres, escadas ou um buraco numa parede acompanhado por latidos de cães. E por que isso é considerado arte?
"A arte está na pessoa que vê", opina Magda Celli, historiadora especializada em arte ocidental. "Ninguém deve falar ‘não gostei disso porque não entendi', porque a arte só precisa ser sentida."
Com mais de 40 anos de estudos na área, Celli disse que até hoje não conseguiu encontrar uma definição para arte. "Arte é beleza de acordo com a definição de uns, é forma para outros, comunicação para outros -mas a arte é indefinível, maleável."
Disponível em: Folha de S.Paulo - Isso é arte, você sabe dizer sabe por quê? (com foto) - 19/10/98. Acesso em: 3. fev. 2026.

Concetto Spazziale/Attesa, do italiano Lucio Fontana, tela com uma incisão
A dificuldade em definir arte levou o filósofo italiano Dino Formaggio (1914-2008) a formular uma provocativa definição: “Arte é tudo aquilo a que os homens chamam arte”.
Apud JUSTINO, M.J. IN: CORDI, C. et al. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2000, p.261.
Como no texto que abre esta questão, a proposição do filósofo:
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Acerca do conceito de totalitarismo no pensamento de Hannah Arendt, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre o movimento sofista, assinale a alternativa INCORRETA:
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