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Edvard Munch. O grito. Internet:<www.commons.wikimedia.org> Durante uma aula, um professor mostra uma imagem da obra O grito (exibida acima), de Edvard Munch, e pede aos alunos que discutam como a arte pode afirmar a vida e expressar vitalidade. Assinale a opção que apresenta o teórico cuja perspectiva filosófica se aplica adequadamente à ideia de afirmação da vida expressa pela pintura.
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Vênus de Milo. Internet:<www.commons.wikimedia.org>
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O técnico, representado no sentido mais amplo e segundo
suas múltiplas manifestações, é considerado como o plano que o
ser humano projeta; este plano finalmente o força a decidir entre
tornar-se escravo de seu plano ou permanecer senhor dele.
Pela representação da totalidade do universo técnico,
reduz-se tudo ao ser humano e chega-se, quando muito, a
reivindicar uma ética para o universo da técnica. Cativos dessa
representação, confirmamo-nos na convicção de que a técnica é
apenas um negócio do ser humano. Passa-se por alto o apelo do
ser, que fala na essência da técnica.
Distanciemo-nos, afinal, do hábito de representar o
elemento técnico apenas tecnicamente, isto é, a partir do ser
humano e de suas máquinas. Ouçamos o apelo cujo alvo em
nossa época não é apenas o ser humano, mas tudo o que é,
natureza e história, sob o ponto de vista de seu ser.
Martin Heidegger. O princípio da identidade. In: Martin Heidegger.
Conferências e escritos filosóficos. Coleção Os Pensadores, v. 45.
São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 381-382 (com adaptações).
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Digo que um animal, uma espécie, um indivíduo está
corrompido quando perde seus instintos, quando escolhe, prefere
o que lhe é desvantajoso. Uma história dos “sentimentos
superiores”, dos “ideais da humanidade” — e é possível que eu
tenha de escrevê-la — também seria quase a explicação de
por que o homem se acha tão corrompido.
A vida mesma é, para mim, instinto de crescimento, de
duração, de acumulação de forças, de poder: onde falta a vontade
de poder, há declínio. Meu argumento é que a todos os supremos
valores da humanidade falta essa vontade — que valores de
declínio, valores niilistas preponderam sob os nomes mais
sagrados.
Friedrich Nietzsche. O anticristo. Paulo César de Souza (Trad.). São Paulo: Cia. das Letras, 2007, p. 6.
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Em seu célebre diálogo Górgias, Platão atribui a Sócrates
a seguinte declaração:
“Pelo menos eu não quereria nem um nem outro, mas se fosse necessário ou cometer injustiça ou sofrê-la, preferiria sofrer a cometer injustiça. Cometer injustiça é pior que sofrê-la.”
Considerando a declaração atribuída a Sócrates no diálogo Górgias, de Platão, assinale a opção correta acerca do pensamento platônico sobre a justiça e a injustiça.
“Pelo menos eu não quereria nem um nem outro, mas se fosse necessário ou cometer injustiça ou sofrê-la, preferiria sofrer a cometer injustiça. Cometer injustiça é pior que sofrê-la.”
Considerando a declaração atribuída a Sócrates no diálogo Górgias, de Platão, assinale a opção correta acerca do pensamento platônico sobre a justiça e a injustiça.
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O poema é belo, ou seja, o leitor não quer que ele seja
diferente.
Simone Weil. Espera de Deus. Karin Andrea de Guise (Trad.). Petrópolis: Vozes, 2019, p. 114.
Com base no trecho apresentado, da filósofa Simone Weil, assinale a opção correta.
Simone Weil. Espera de Deus. Karin Andrea de Guise (Trad.). Petrópolis: Vozes, 2019, p. 114.
Com base no trecho apresentado, da filósofa Simone Weil, assinale a opção correta.
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Assinale a opção correta em relação à compreensão filosófica de
Francis Bacon e René Descartes, expoentes de duas das
principais correntes da filosofia moderna europeia.
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Esclarecimento (aufklärung) é a saída do ser humano de
sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a
incapacidade de fazer uso do próprio entendimento sem a direção
de outrem. O ser humano é o próprio culpado dessa menoridade
se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na
falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a
direção de outrem. Sapere aude! Tenha coragem de fazer uso de
seu próprio entendimento! Esse é o lema do esclarecimento.
A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma
parte tão grande dos seres humanos, depois que a natureza os
libertou há muito de uma direção alheia, no entanto, continuem
de bom grado menores durante toda a vida. São também as
causas que explicam por que é tão fácil que outros se tornem
tutores deles. É tão cômodo ser menor.
Immanuel Kant. Resposta à pergunta: o que é esclarecimento? Floriano de Sousa Fernandes (Trad.). In:
Immanuel Kant. Textos seletos. Petrópolis: Vozes, 1985, p. 100 (com adaptações).
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É evidente que o ser humano — muito mais do que a
abelha ou do que qualquer outro animal gregário — é um animal
político. A natureza nada faz sem um propósito e o ser humano é
o único entre os animais que tem o dom da palavra (logos). Ora, a
simples voz (phoné) pode indicar a dor e o prazer — e outros
animais a possuem —, mas a palavra tem a finalidade de
expressar o conveniente e o nocivo — e, portanto, também o
justo e o injusto; a característica específica do ser humano em
comparação com os outros animais é que somente ele tem o
sentimento do bem e do mal, do justo e do injusto e de outras
qualidades morais, e é a comunidade de seres com tais
sentimentos morais que constitui a família e a cidade (pólis).
Aristóteles. Política. Mário da Gama Kury (Trad.). Brasília: UnB, 1997, p. 15 (com adaptações).
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Texto 5A1-I
Em torno a Zeus, os deuses, no paço
assoalhado de ouro, vão deliberando.
E olham para Troia. Zeus fala:
“Cabe a nós decidir que curso dar às coisas.
Incitar a guerra cruel e a discórdia atroz,
ou, sobre os dois lados, fazer que a paz
impere? Se todos aprovarem esta última saída,
a cidade de Troia continuará a existir
e Menelau terá de volta Helena, sua mulher.”
Homero. Ilíada. Haroldo de Campos (Trad.).
São Paulo: Editora Arx, 2008, p. 147 (com adaptações).
Texto 5A1-II
Bem primeiro nasceu Caos, depois Terra (Gaia), a
[origem de todos.
Terra pariu Céu (Urano) constelado, para cercá-la toda
[ao redor.
Pariu altas Montanhas, belos abrigos das Deusas ninfas.
E pariu a infecunda planície impetuosa de ondas: o
[Mar.
Hesíodo. Teogonia. Jaa Torrano (Trad.).
São Paulo: Editora Iluminuras, 2006, p. 109 (com adaptações).
Texto 5A1-III
Tales de Mileto: “A água é o princípio (arkhé).”
Xenófanes de Colofão: “Tudo vem da terra e na terra
termina.”
Anaximandro de Mileto: “O princípio dos seres é o
ilimitado.”
Os pré-socráticos. Seleção de textos e supervisão de José Cavalcante de Souza.
Coleção Os Pensadores, v. 1. 1.ª ed., São Paulo: Abril Cultural, 1973 (com adaptações)
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