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Foram encontradas 7.181 questões.

4136781 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Sobre a ética discursiva de Jürgen Habermas (1929-2026), temos a seguinte síntese:

Portanto, a Ética-discursiva desenvolvida por J. Habermas não possui um caráter normativo intrínseco, isto é, não estabelece os padrões de “certo ou errado” para o agir moral. Por ser de configuração e estruturação dialógica, a adequação do agir às normas se dá dentro de um esforço comunicacional de busca pelo consenso. Seu aspecto e pretensão de universalidade reside no procedimento.

FRAGA. M. l. A teoria ético-discursiva de Jürgen Habermas e o esforço para a atualização da possibilidade de universalização. Disponível em: https://esbocosfilosoficos. wordpress.com/2022/12/17/a-teoria-etico-discursiva-de-jurgen-habermas. Acesso em: 12 dez. 2025.

A respeito da ética discursiva de Jürgen Habermas, é VERDADE que:

 

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4136780 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Segue abaixo trecho extraído da transcrição de uma entrevista com o filósofo Peter Singer (1946-). Leia-o com atenção.

São dois conceitos [especismo e utilitarismo preferencial, inserção nossa] importantes, mas diria que utilitarismo é o conceito-chave — fazer uso do utilitarismo preferencial ou do utilitarismo hedonista é outra questão. Surgirão diferenças em questões pontuais, mas a mais importante é pensar em certo e errado em termos das consequências do que fazemos, e essa é a característica do utilitarismo, não importando se você é um utilitarista hedonista ou utilitarista preferencial.

Disponível em: https://www.fronteiras.com/leia/exibir/peter-singer-filosofia-e-uma-maneira-de-viver. Acesso em: 30.jan. 2026.

No trecho citado, Peter Singer declara-se um utilitarista, ao tempo em que AFIRMA como sendo característico do utilitarismo:

 

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4136779 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Para a presente questão, considere o texto a seguir.

O hábito que temos de, na vida cotidiana, falar de um belo céu, de uma bela árvore, [...] e de uma bela cor etc., leva-nos a ver como definição arbitrária a que exclui o belo natural. Não podemos agora examinar a questão de saber se há razão em qualificar de belos objetos da natureza [...] se tais objetos merecem em geral aquela qualificação e se, por conseguinte, na mesma definição devemos abranger o belo natural e o belo artístico. Segundo a opinião corrente, a beleza criada pela arte seria inferior à da natureza e o maior mérito da arte residiria em aproximar as suas criações do belo natural. Se, na verdade, assim acontecesse, ficaria excluída da estética, compreendida como ciência unicamente do belo artístico, uma grande parte do domínio da arte. Mas, contra essa maneira de ver, julgamos nós poder afirmar que o belo artístico é superior ao belo natural, por ser um produto do espírito que, superior à natureza, comunica essa superioridade aos seus produtos e, por conseguinte, à arte; por isso é o belo artístico superior ao belo natural.

HEGEL, F. Estética. In: Os Pensadores. Trad. Orlando Vitorino. São Paulo: Abril Cultural, 1974, p.85

I. Hegel afirma que o belo na arte é mera imitação do belo natural.

II. Hegel nega beleza ao que não é do domínio da arte.

III. Hegel entende o belo artístico como criação do espírito.

IV. Hegel afirma a superioridade do belo artístico frente ao natural.

É CORRETA a alternativa que diz que:

 

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4135480 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
No seminário escolar, uma aluna pergunta se estudar evolução e Big Bang impede uma vivência religiosa. O grupo percebe que existem posições diferentes sobre o tema. Marque a afirmativa CORRETA sobre ciência e religião.
 

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4135470 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
Marque a assertiva CORRETA sobre religiosidade e espiritualidade.
 

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4135465 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Maracanaú-CE
Analise as afirmativas sobre sistemas de crenças.
I. Monoteísmo organiza crença em torno de uma divindade suprema única, e pode conviver com figuras espirituais subordinadas em diferentes tradições.
II. Politeísmo define a ideia de um deus criador único e absoluto, e por isso tende a rejeitar culto a divindades associadas a forças da natureza.
III. Panteísmo identifica o divino com a totalidade do real, e reduz a separação entre criador e criação em sua visão de mundo.
IV. Filosofias de vida ateias ou agnósticas estruturam sentidos éticos e práticas espirituais, mesmo quando dispensam referência a um deus pessoal criador.
V. A diferença entre monoteísmo e politeísmo explica-se pela quantidade de templos e de livros sagrados existentes em cada cultura.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
 

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4133257 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: IDECAN
Orgão: PROCON-RJ
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Texto para a questão.


Entre a Forma e o Sentido: Linguagem, Técnica e Autoridade no Discurso Jurídico
Antenor Teixeira de Almeida Júnior
    A linguagem jurídica constitui instrumento essencial de mediação entre o poder normativo do Estado e a vida social, razão pela qual sua utilização exige rigor técnico, clareza argumentativa e adequação à situação comunicativa. Desde a formação acadêmica até o exercício profissional da advocacia, o domínio consciente da língua revela-se condição para a efetividade do discurso jurídico, que não se limita à transmissão de informações, mas constrói sentidos, delimita direitos e orienta condutas.
  No plano descritivo, observa-se que os textos jurídicos circulam em diferentes gêneros, como pareceres, petições, atos administrativos e comunicações protocolares, cada qual submetido a convenções próprias. A redação técnica, nesse contexto, afasta-se do improviso e aproxima-se da precisão terminológica, exigindo o emprego adequado das formas de tratamento, o respeito aos níveis de formalidade e a observância das normas gramaticais que garantem a impessoalidade e a autoridade institucional do texto.
  Historicamente, a tradição jurídica consolidou um repertório linguístico que dialoga com textos científicos, normativos e, em menor medida, com estratégias persuasivas típicas do discurso publicitário, sobretudo quando se busca legitimar argumentos perante diferentes públicos. Essa intertextualidade não se manifesta como mera reprodução de fórmulas, mas como incorporação crítica de estruturas discursivas que reforçam a credibilidade do enunciador e a coerência interna da argumentação.
   No desenvolvimento argumentativo, o uso criterioso de operadores discursivos assume papel central. Conectivos como portanto, contudo, além disso e nesse sentido orientam o leitor na progressão lógica do texto, estabelecendo relações de causa, contraste, adição e conclusão. A escolha inadequada desses elementos compromete a coesão e pode gerar ambiguidades interpretativas, situação especialmente sensível no âmbito jurídico, em que a precisão semântica é indissociável da segurança jurídica.
   Do ponto de vista narrativo e dissertativo, o texto jurídico alterna exposição de fatos, análise normativa e construção argumentativa, o que exige do redator a capacidade de modular o discurso conforme o objetivo comunicativo. A narração organiza eventos relevantes, a dissertação sistematiza conceitos e a argumentação sustenta teses, compondo um tecido textual que deve permanecer coerente e unitário.
   Conclui-se, portanto, que o uso adequado da língua no Direito não constitui ornamento retórico, mas requisito funcional da prática jurídica. A observância das normas de redação, a escolha consciente dos conectivos, o manejo apropriado dos níveis de linguagem e o emprego ponderado de expressões latinas consagradas, como ratio legis e periculum in mora, reforçam a clareza, a autoridade e a legitimidade do discurso, condições indispensáveis à atuação responsável do advogado.
Considerando o texto e a discussão nele desenvolvida acerca da adequação da linguagem à situação comunicativa no âmbito jurídico, aponte a opção que interpreta corretamente a função e o valor discursivo do emprego de latinismos no texto.
 

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4132947 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Os pré-socráticos, considerados os primeiros filósofos, também eram chamados de “filósofos da natureza” e seus esforços voltavam-se para explicar racionalmente a origem e a constituição do cosmo. A partir dos conhecimentos sobre os pré-socráticos e a filosofia de Tales de Mileto, assinale a alternativa correta.
 

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4132946 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Georg Wilhelm Friedrich Hegel compreende que a razão deve poder provar que o conhecimento é possível, mostrando que há uma identidade entre o pensamento e o ser. Nesse sentido, à luz da concepção hegeliana sobre a razão, assinale a alternativa correta.
 

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4132945 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Em As palavras e as coisas, Michel Foucault distingue, na história do saber ocidental, três estruturas epistêmicas que se sucedem sem nenhuma continuidade linear. Acerca dessas estruturas, assinale a alternativa correta.
 

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