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Sobre a ética discursiva de Jürgen Habermas (1929-2026), temos a seguinte síntese:
Portanto, a Ética-discursiva desenvolvida por J. Habermas não possui um caráter normativo intrínseco, isto é, não estabelece os padrões de “certo ou errado” para o agir moral. Por ser de configuração e estruturação dialógica, a adequação do agir às normas se dá dentro de um esforço comunicacional de busca pelo consenso. Seu aspecto e pretensão de universalidade reside no procedimento.
FRAGA. M. l. A teoria ético-discursiva de Jürgen Habermas e o esforço para a atualização da possibilidade de universalização. Disponível em: https://esbocosfilosoficos. wordpress.com/2022/12/17/a-teoria-etico-discursiva-de-jurgen-habermas. Acesso em: 12 dez. 2025.
A respeito da ética discursiva de Jürgen Habermas, é VERDADE que:
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Segue abaixo trecho extraído da transcrição de uma entrevista com o filósofo Peter Singer (1946-). Leia-o com atenção.
São dois conceitos [especismo e utilitarismo preferencial, inserção nossa] importantes, mas diria que utilitarismo é o conceito-chave — fazer uso do utilitarismo preferencial ou do utilitarismo hedonista é outra questão. Surgirão diferenças em questões pontuais, mas a mais importante é pensar em certo e errado em termos das consequências do que fazemos, e essa é a característica do utilitarismo, não importando se você é um utilitarista hedonista ou utilitarista preferencial.
Disponível em: https://www.fronteiras.com/leia/exibir/peter-singer-filosofia-e-uma-maneira-de-viver. Acesso em: 30.jan. 2026.
No trecho citado, Peter Singer declara-se um utilitarista, ao tempo em que AFIRMA como sendo característico do utilitarismo:
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Para a presente questão, considere o texto a seguir.
O hábito que temos de, na vida cotidiana, falar de um belo céu, de uma bela árvore, [...] e de uma bela cor etc., leva-nos a ver como definição arbitrária a que exclui o belo natural. Não podemos agora examinar a questão de saber se há razão em qualificar de belos objetos da natureza [...] se tais objetos merecem em geral aquela qualificação e se, por conseguinte, na mesma definição devemos abranger o belo natural e o belo artístico. Segundo a opinião corrente, a beleza criada pela arte seria inferior à da natureza e o maior mérito da arte residiria em aproximar as suas criações do belo natural. Se, na verdade, assim acontecesse, ficaria excluída da estética, compreendida como ciência unicamente do belo artístico, uma grande parte do domínio da arte. Mas, contra essa maneira de ver, julgamos nós poder afirmar que o belo artístico é superior ao belo natural, por ser um produto do espírito que, superior à natureza, comunica essa superioridade aos seus produtos e, por conseguinte, à arte; por isso é o belo artístico superior ao belo natural.
HEGEL, F. Estética. In: Os Pensadores. Trad. Orlando Vitorino. São Paulo: Abril Cultural, 1974, p.85
I. Hegel afirma que o belo na arte é mera imitação do belo natural.
II. Hegel nega beleza ao que não é do domínio da arte.
III. Hegel entende o belo artístico como criação do espírito.
IV. Hegel afirma a superioridade do belo artístico frente ao natural.
É CORRETA a alternativa que diz que:
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I. Monoteísmo organiza crença em torno de uma divindade suprema única, e pode conviver com figuras espirituais subordinadas em diferentes tradições.
II. Politeísmo define a ideia de um deus criador único e absoluto, e por isso tende a rejeitar culto a divindades associadas a forças da natureza.
III. Panteísmo identifica o divino com a totalidade do real, e reduz a separação entre criador e criação em sua visão de mundo.
IV. Filosofias de vida ateias ou agnósticas estruturam sentidos éticos e práticas espirituais, mesmo quando dispensam referência a um deus pessoal criador.
V. A diferença entre monoteísmo e politeísmo explica-se pela quantidade de templos e de livros sagrados existentes em cada cultura.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
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