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Foram encontradas 7.382 questões.

3040629 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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Na obra Justiça Como Equidade. Uma reformulação, John Rawls concebe que os princípios de justiça devem ser concebidos a partir de um acordo equitativo na posição original. Em seu entendimento, esse acordo tem que ser visto como
 

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3040628 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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O direito de resistência foi defendido com ênfase pelo filósofo
 

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3040627 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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Considerando a doutrina ética de Kant, atente para o que se afirma a seguir e assinale a afirmação verdadeira.
 

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3040626 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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No que diz respeito à “Ética do Discurso”, de Apel, é correto afirmar que
 

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3040625 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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De acordo com a filosofia kantiana, é correto afirmar que
 

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3040624 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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Segundo a obra A Política de Aristóteles, a democracia pode ser definida como
 

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3040623 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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Sobre a “Ética do Discurso” de Habermas, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) Procura um fundamento metafísico no discurso argumentativo.

( ) Desconsidera a guinada pragmática da linguagem na filosofia contemporânea e continua se embasando na guinada hermenêutica da linguagem.

( ) Habermas apresenta sua ética do discurso como sendo cognitivista, solipsista e procedimentalista.

( ) Constitui-se, dentre outras coisas, de uma reformulação do imperativo categórico kantiano na busca de uma fundamentação última baseada na linguagem.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

 

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3040622 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: SEDUC-CE
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Sobre os filósofos pré-socráticos, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) Anaximandro considerou o apeiron o arché, ou seja, a substância primordial, origem de todas as coisas.

( ) Anaxímenes considerou o fogo como seu arché, substância primordial, princípio de todas as coisas.

( ) Empédocles propôs o ar como princípio de todas as coisas, o ar é o elemento mais sutil existente.

( ) Parmênides dizia que o ser é, e não pode deixar de ser, e o não ser não é, e não pode vir a ser.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

 

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3011468 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

Policial: Por que se escondeu na cena do crime?

Robô: Eu tive medo.

Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não

sentem fome, não sentem sono.

Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos. Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô consegue pintar uma bela obra-prima?

Robô: Você consegue?

(O policial fica em silêncio, constrangido).

Texto II

É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.

Considerando-se a filosofia nietzschiana, um robô seria uma “Uma imitação da vida” (l. 13 e 14 do texto I), ou seja, não seria vida autêntica, por não ser dotado de

 

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3011458 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

Policial: Por que se escondeu na cena do crime?

Robô: Eu tive medo.

Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não

sentem fome, não sentem sono.

Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos. Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô consegue pintar uma bela obra-prima?

Robô: Você consegue?

(O policial fica em silêncio, constrangido).

Texto II

É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.

Do trecho “Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele” (l. 5 a 7), do texto II, depreende-se que, para Nietzsche,

 

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