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3011445 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).

Texto II

É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.

No texto I, a forma de o policial conduzir o interrogatório — a partir da perspectiva de que o robô não é humano — é eticamente adequada, pois deriva de sua crença de que não há humanidade possível nessas máquinas.

 

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3011438 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).

Texto II

É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.

Da frase “O ser humano não pode não ser livre”, de Sartre, conclui-se que toda existência livre é um ser humano, à luz da filosofia sartriana.

 

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3011407 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).

Texto II

É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.

O conceito filosófico de humano, contrariamente a outros conceitos da filosofia, conserva estabilidade ao longo da história, pois sempre esteve relacionado à dimensão biológica que define os seres humanos como espécie.

 

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3011404 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

No filme Eu, Robô, um policial encarregado de investigar o assassinato de um humano supostamente cometido por uma máquina interroga um robô. Esse policial demonstra, desde o início do filme, uma atitude de reprovação em relação ao desenvolvimento tecnológico dessas máquinas. Na cena do interrogatório, ocorre o seguinte diálogo entre o policial e o robô.

Policial: Por que se escondeu na cena do crime?
Robô: Eu tive medo.
Policial: Robôs não sentem medo. Eles não sentem nada. Não
sentem fome, não sentem sono.
Robô: Eu tenho. E tenho até mesmo sonhos.
Policial: Seres humanos é que têm sonhos. Até cães têm
sonhos. Você não. Você é só uma máquina. Uma imitação da
vida. Um robô consegue compor uma sinfonia? Um robô
consegue pintar uma bela obra-prima?
Robô: Você consegue?
(O policial fica em silêncio, constrangido).

Texto II

É preciso estender os dedos, completamente, nessa direção e fazer o ensaio de captar essa assombrosa finesse — de que o valor da vida não pode ser avaliado. Por um vivente não, porque este é parte interessada, e até mesmo objeto de litígio, e não juiz; por um morto não, por outra razão. Da parte de um filósofo, ver no valor da vida um problema permanece, dessa forma, até mesmo uma objeção contra ele, um ponto de interrogação diante de sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F Nietzsche Crepúsculo dos ídolos O problema de Sócrates, #2

Tendo como referência os fragmentos de texto apresentados e considerando as noções filosóficas de natureza humana e a noção de vida em Nietzsche, julgue os itens de 91 a 95 e assinale a opção correta nos itens 96 e 97, que são do tipo C.

Na fala do robô no texto I, a indagação “Você consegue?” (l.16) é um exemplo de sofisma da composição, que consiste em um vício de raciocínio que atribui a um todo aquilo que seja característica de suas partes.

 

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2734602 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Linhares-ES
Definir o sistema religioso dos indígenas é um grande desafio. Vários pesquisadores já estudaram o tema e não chegaram a uma resposta única sobre as manifestações religiosas destes povos. De uma maneira geral, as religiões indígenas são:
 

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2734601 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Linhares-ES
Os povos indígenas têm um sistema religioso bastante diversificado graças as diferentes etnias e povos. Contudo, existe um ponto em comum entre todas as manifestações religiosas dos índios, que é a essência da ligação com a:
 

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2734600 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Linhares-ES
É incorreto afirmar a respeito de Ethos:
 

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2734599 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Linhares-ES
Leia com atenção:
I- A religião é uma forma de cultura. A cultura consiste em crenças, normas, ideias e valores compartilhados que criam uma ideia comum entre grupo de pessoas. Ela compartilha todas as características;
II- A religião envolve crenças que assumem a forma de práticas ritualizada;
III- Todas as religiões têm um aspecto comportamental- atividades especiais de que os fiéis participam e que identificam como membros da comunidade religiosa.
Dos itens acima:
 

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2562967 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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O texto a seguir, extraído de uma reportagem publicada em um jornal paulista, apresenta conclusões sobre a inclusão de Filosofia e Sociologia no Ensino Médio, a partir de dados levantados pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A inclusão de Filosofia e Sociologia como disciplinas obrigatórias no Ensino Médio em 2009 prejudicou a aprendizagem de matemática dos jovens brasileiros, principalmente os de baixa renda. A conclusão é de um estudo inédito que será publicado pelo IPEA. Segundo ele, a mudança levou as notas de jovens residentes em municípios com muito baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que engloba aspectos da renda, escolaridade e saúde, a cair 11,8%, 8,8% e 7,7% em redação, matemática e linguagens (que inclui português, língua estrangeira e outras linguagens), respectivamente.

(Adaptado de Érica Fraga, “Filosofia e Sociologia obrigatórias derrubam notas em Matemática”; em Folha de São Paulo. 16/04/2018.)

A partir das relações históricas entre as disciplinas mencionadas na reportagem e de uma análise crítica da conclusão da pesquisa, marque a alternativa correta.

 

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2559728 Ano: 2018
Disciplina: Filosofia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Quando se conquistam Estados habituados a reger-se por leis próprias e em liberdade, há três modos de manter a sua posse: primeiro, arruiná-los; segundo, ir habitá-los; terceiro, deixá-los viver com suas leis, arrecadando um tributo e criando um governo de poucos, que se conserve amigos. [...] Quem se torna senhor de uma cidade tradicionalmente livre e não a destrói será destruído por ela. Tais cidades têm sempre por bandeira, nas rebeliões, a liberdade e suas antigas leis, que não esquecem nunca, nem com o correr do tempo, nem por influência dos benefícios recebidos. Por muito que se faça, quaisquer que sejam as precauções tomadas, se não se promovem o dissídio e a desagregação dos habitantes, não deixam eles de se lembrar daqueles princípios e, em toda oportunidade, em qualquer situação, a eles recorrem [...]. Assim, para conservar uma república conquistada, o caminho mais seguro é destruí-la ou habitá-la pessoalmente.
(MAQUIAVEL, N. O príncipe. São Paulo: Abril Cultural, 1983, p. 21-22.)
Com base nessa passagem, extraída da obra O Príncipe, de Maquiavel, assinale a alternativa correta.
 

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