A inserção do fonoaudiólogo no campo da Saúde Mental dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil enfrenta desafios
significativos. Historicamente, a fonoaudiologia tem sido vista como uma prática de reabilitação focada em distúrbios específicos da
comunicação. No entanto, a crescente prevalência de transtornos mentais na população brasileira, com cerca de 23% dos adultos
sofrendo de algum transtorno ao longo da vida, ressalta a necessidade de uma abordagem mais ampla e interdisciplinar. Com base nos
conceitos de SUS e no papel dos fonoaudiólogos no sistema público de saúde, assinale a alternativa CORRETA que melhor descreve a
atuação ideal do fonoaudiólogo no campo da Saúde Mental no SUS.
Um menino de 7 anos foi levado por sua mãe ao fonoaudiólogo devido a dificuldades respiratórias e frequentes noites de sono agitado.
Durante a avaliação, foi identificada a hipertrofia das tonsilas palatinas e faríngeas, o que levou ao encaminhamento ao médico
otorrinolaringologista, sendo submetido a adenoidectomia e amigdalectomia. Após a cirurgia, a criança foi reavaliada e ainda
apresenta dificuldade em respirar pelo nariz, preferindo a respiração por via oral, e a família questionou o fonoaudiólogo responsável
sobre a necessidade da terapia miofuncional orofacial. Com base na descrição do caso e nos seus estudos a respeito do sistema
estomatognático, assinale a alternativa CORRETA.
No Brasil, a prevalência de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) tem aumentado nos últimos anos. Segundo um estudo recente,
aproximadamente uma em cada 59 crianças no Brasil apresenta algum grau de autismo. Um fonoaudiólogo em uma clínica-escola
recebeu um encaminhamento para dar início ao acompanhamento de um menino de 6 anos com diagnóstico de TEA, que apresenta
dificuldades significativas na comunicação verbal e interação social. De acordo com os seus conhecimentos, julgue as possibilidades
de intervenção abaixo, ponderando sobre o planejamento de uma intervenção terapêutica fonoaudiológica eficaz para crianças com TEA. Fonte: TAMANAHA, A. C.; CHIARI, B. M.; PERISSINOTO, J. A eficácia da intervenção terapêutica fonoaudiológica nos distúrbios do espectro do autismo.
Rev. CEFAC, v. 17, n. 2, p. 552-558, 2015. LILACS | ID: lil-746174. Biblioteca responsável: BR1.1
Intervenções recomendadas:
I- Intervenção direta com foco nas habilidades da criança combinada com intervenção indireta junto aos pais.
II- Intervenção indireta com a criança e intervenção direta junto aos pais.
III- Intervenção direta, de forma exclusiva, com foco nas habilidades da criança.
IV- Intervenção indireta com orientação à escola.
V- Intervenção indireta para criança combinada com intervenção direta com a escola
Em um município brasileiro, foi realizado um estudo em uma escola local para identificar dificuldades de leitura e escrita em crianças.
Neste contexto, uma menina de 9 anos foi identificada com dificuldades significativas nessas áreas. Após uma avaliação mais
detalhada, ela também apresentou resultados inadequados em tarefas de processamento auditivo e consciência fonológica.
Considerando esses achados, qual das seguintes alternativas melhor descreve a relação entre essas dificuldades e um possível
diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)?
Representa a associação de uma doença óssea sistêmica com fragilidade dos ossos, fraturas múltiplas (osteopsatirose, osteogênese imperfecta) de característica familiar, esclera azul e surdez condutiva progressiva. O diagnóstico não é difícil quando nos lembramos da síndrome. O tratamento pode ser cirúrgico (estapedectomia), mas não encontramos explicações para os resultados pós-operatórios insatisfatórios. Outra opção é o emprego de aparelhos auditivos. Esta é a descrição da: