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Analise o trecho abaixo.
“Eclodiu em 7 de novembro de 1837, na Bahia, com o Dr. Francisco Sabino Alvares da Rocha”.
De acordo com Edina Laura Costa Nogueira da Gama e Jéssica de Freitas e Gonzaga da Silva, sobre o conflito interno denominado Sabinada, que eclodiu no nordeste brasileiro entre 1837 e 1838, é correto afirmar que:
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Em sua obra clássica, Carlo Ginzburg (2006) discorre sobre o julgamento do moleiro Domenico Scandella, conhecido como Menóchio, em um tribunal da Santa Inquisição. O livro é considerado um manual de micro-história no qual, a partir do depoimento do moleiro ao tribunal, o autor identifica uma dualidade a partir da compreensão do que é cultura popular e cultura erudita.
"Não, senhor, mas sobre isso eu li no Fioretto della Bibbia, mas as outras coisas que eu disse sobre o caos eu tirei da minha própria cabeça."
A partir do trecho do depoimento de Menochio destacado acima, assinale a opção que apresenta a dualidade sugerida pelo autor.
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Sobre a guerra naval na Antiguidade, leia o trecho abaixo.
"Mais tarde, porém, o combatente do mar foi se distinguindo do combatente de terra, e o ateniense Formion será o primeiro “general do mar”, ou seja, o primeiro almirante”.
Todavia, a arma principal do navio de guerra não era o soldado que ia a bordo, mas uma protuberância colocada na proa do navio à linha d'agua chamada de:
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Com o avanço das tensões, em meados da década de 60 do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma Guerra contra o Governo do Paraguai. Alguns atos de hostilidade levaram à assinatura de um tratado pelo império Brasileiro, a Argentina e o Uruguai contra o Governo do Paraguai em 1º de maio de 1865, o denominado Tratado da Tríplice Aliança. De acordo com Armando de Senna Bittencourt, no livro “Introdução à História Marítima Brasileira”, analise as afirmativas que apresentam os motivos que levaram à assinatura desse tratado, assinalando a seguir a opção correta.
I- À disputa por territórios fronteiriços entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil e controvérsias quanto ao comércio de café, as quais já se estendiam desde o século XVIII.
II- A invasão do Sul de Mato Grosso por tropas paraguaias, em 28 de dezembro de 1864.
III- Os já insuportáveis saques a propriedades privadas na fronteira com os estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina desde janeiro de 1865.
IV- A invasão de território da Argentina por tropas paraguaias, em 13 de abril de 1865, ocupando a Cidade de Corrientes e apresando os vapores argentinos Gualeguay e 25 de Mayo.
V- O apresamento do Vapor brasileiro Marquês de Olinda, que viajava para Mato Grosso transportando o novo presidente dessa província, em 12 de novembro de 1864, em Assunção.
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Analises os trechos abaixo.
A “Nova História”, tem por vezes “um desejo de ser a porta-voz de uma visão que seria a do “homem comum, do “homem da rua”, das “massas inarticuladas”, ainda que tal engajamento com frequência prefira enfocar as minorias discriminadas em lugar das maiorias exploradas.”
A "[...] investigação que, no início, girava em torno de um indivíduo, sobretudo de um indivíduo aparentemente fora do comum, acabou desembocando numa hipótese geral sobre a cultura popular e, mais precisamente, sobre a cultura camponesa da Europa pré-industrial [...]”.
Com base nas informações apresentadas acima, assinale a opção que descreve a relação entre os apontamentos de Ciro Flamarion Cardoso e de Carlo Ginzburg.
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De acordo com o brasilianista Thomas Skidmore no livro “Brasil, de Castelo a Tancredo”, a redemocratização do Brasil foi um processo político extremamente laborioso e muito tenso devido à morte do presidente eleito Tancredo Neves e ao verdadeiro desarrano da situação macroeconômica da república brasileira. Sobre o processo de transição do governo João Figueiredo para o de José Sarney, inaugurando a Nova República, assinale a opção correta.
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Em meados do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma guerra na região platina contra Juan Manuel de Rosas, governador da Província de Buenos Aires e Manuel Oribe, presidente da República Oriental do Uruguai e líder do Partido Blanco. Durante essa campanha, tendo como seus aliados os governadores das províncias argentinas de Entre Rios e Corrientes e o Partido Colorado uruguaio, o Império Brasileiro se interpôs a uma tentativa de união de seus vizinhos do sul, que enfraqueceria a posição brasileira no Rio da Prata e se tornaria uma ameaça na fronteira do Rio Grande do Sul, há pouco pacificado. O grande momento da Marinha Brasileira nesse conflito foi:
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Analise o trecho abaixo.
“Com a ampliação da crise para uma situação de revolta que acabou levando à Independência em 7 de setembro de 1822, ficou evidente a necessidade de formar rapidamente uma Marinha. Esta Força naval seria O elemento fundamental para assegurar a unidade de um Estado com um litoral de mais de 7,500km, cujas regiões eram majoritariamente interligadas por via marítima, sem a qual não seria possível propagar a Independência para além da região controlada pelo Rio de Janeiro, mantendo a integridade territorial”.
Nesse sentido, com base nas ideias de Pierre Paulo da Cunha Castro, no livro “Da Armada Real para a Marinha imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal”, assinale a opção que apresenta três formas corretas implementadas para a organização inicial da Marinha Brasileira,
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Ainda em 1828, durante a Guerra da Cisplatina, ocorreu uma substituição no comando da Força Naval do império do Brasil em virtude de o Almirante Rodrigo Lobo, que chefiava as Forças Navais brasileiras no Rio da Prata até então, ter se mostrado pouco capaz. Assim sendo, em maio daquele ano, o Almirante Rodrigo Pinto Guedes assumiu a chefia das Forças Navais do Império. A primeira medida tomada pelo novo Chefe das Forças Navais brasileiras no Rio da Prata foi estabelecer uma nova disposição de suas forças de modo que reforçasse O bloqueio naval. Desse modo, os navios brasileiros foram distribuídos em quatro divisões, sob o comando de oficiais capazes e experientes, devendo em todas as oportunidades engajar o inimigo, obrigando-o a aceitar a luta. Nesse contexto, assinale a opção que apresenta a função da 2º Divisão:
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Analise o trecho abaixo.
“A história econômica agoniza. E num paroxismo tal que, parafraseando M,J Daurton, a ninguém lhe espanta de um cínico ouvir: o que é história econômica?”
De acordo com Fragoso e Florentino, assinale a opção que NÃO apresenta fatores importantes no declínio do fazer história econômica
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