Foram encontradas 42.347 questões.
Em 1964, Assunção foi criada como município
pela Lei nº 3.182, chegando a funcionar por cerca
de onze meses, com prefeito e Câmara Municipal
instalados. Meses depois, no entanto, uma
decisão da Justiça determinou o retorno de
Assunção à condição de distrito. Assinale a
alternativa que apresenta corretamente o motivo
que fundamentou essa decisão judicial.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A capela do povoado de Estaca Zero foi
construída entre os anos de 1955 e 1956, sendo
os primeiros casamentos religiosos do local
celebrados logo após sua inauguração. A partir
desse momento, o templo passou a ter uma
padroeira definida, cuja imagem foi doada por um
morador e introduzida na capela em uma solene
procissão. Assinale a alternativa que apresenta
corretamente a padroeira do município de
Assunção-PB.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a ocupação indígena do território onde
atualmente se localiza o município de Assunção-PB, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O município de Assunção-PB já havia sido
criado uma vez, na década de 1960, mas voltou a
ser distrito pertencente a Taperoá e Juazeirinho
pouco tempo depois. Anos mais tarde, um novo
processo de emancipação foi realizado, dessa vez
de forma definitiva. Assinale a alternativa que
apresenta em que ano o município de Assunção
foi definitivamente emancipado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a formação histórica do município de
Assunção-PB, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Teoria em HistóriaMedievalidade Europeia
- Teoria em HistóriaAntiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- Teoria em HistóriaPré-História ou História Não-Escrita
- História Geral
A evolução formal e funcional da produção
artística ocidental articula diferentes regimes de
visibilidade e propósitos rituais, civis e sacros.
Considerando a transição estilística e conceitual
entre a arte pré-histórica, clássica e medieval,
assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir.
A relação entre memória e história no trabalho de produção de sentido indica os limites de uma história da produção do conhecimento histórico, o que obriga a incluir o memorialismo como parte integrante da reflexão historiográfica. Uma saída fácil seria indicar que a memória se constitui em fonte para reflexão do historiador, o que subtrai dela a capacidade de produção de sentido. Assim, essa inclusão nada teria de problemática, dada a posição de subalternidade a que foi submetida. Partilho de convicção distinta, a de que a memória organiza uma outra percepção do acontecimento, o que permite vislumbrar a multiplicidade do tempo histórico e até mesmo sugerir a especificidade da reflexão do memorialista na composição de uma consciência histórica (Rüsen, 2001). A memória inscreve o seu lugar de produção.
SANDES, Noé Freire. 1930: entre a memória e a história. História Revista, Goiânia, v. 8, n. 1, p. 153, 2010.
O texto reforça qual característica da memória no saber histórico?
A relação entre memória e história no trabalho de produção de sentido indica os limites de uma história da produção do conhecimento histórico, o que obriga a incluir o memorialismo como parte integrante da reflexão historiográfica. Uma saída fácil seria indicar que a memória se constitui em fonte para reflexão do historiador, o que subtrai dela a capacidade de produção de sentido. Assim, essa inclusão nada teria de problemática, dada a posição de subalternidade a que foi submetida. Partilho de convicção distinta, a de que a memória organiza uma outra percepção do acontecimento, o que permite vislumbrar a multiplicidade do tempo histórico e até mesmo sugerir a especificidade da reflexão do memorialista na composição de uma consciência histórica (Rüsen, 2001). A memória inscreve o seu lugar de produção.
SANDES, Noé Freire. 1930: entre a memória e a história. História Revista, Goiânia, v. 8, n. 1, p. 153, 2010.
O texto reforça qual característica da memória no saber histórico?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir.
Energia para administrar fazendas, como as das Joaquinas do Pompeu; energia para dirigir a política partidária da família, em toda uma região, como as das Franciscas do Rio Formoso; energia guerreira, como a das matronas pernambucanas que se distinguiram durante a guerra contra os holandeses, não só nas duas marchas, para as Alagoas e para a Bahia, pelo meio das matas e atravessando rios fundos, como em Tejucupapo, onde é tradição que elas lutaram bravamente contra os hereges. Langsdorff, nos princípios do século XIX, visitou uma fazenda no Mato Grosso, onde o homem da casa era uma mulher. Vasta matrona de cinco pés e oito polegadas, o corpo proporcionado à altura, um colar de ouro no pescoço. Mulher já de seus cinquenta anos, andava entretanto por toda parte, a pé ou a cavalo, dando ordens aos homens com a sua voz dominadora, dirigindo o engenho, as plantações, o gado, os escravos.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos - Decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. Ed. Comemorativa, São Paulo: Global, 2013. p. 209. [Adaptado].
Gilberto Freyre usa exemplos como os do texto para
Energia para administrar fazendas, como as das Joaquinas do Pompeu; energia para dirigir a política partidária da família, em toda uma região, como as das Franciscas do Rio Formoso; energia guerreira, como a das matronas pernambucanas que se distinguiram durante a guerra contra os holandeses, não só nas duas marchas, para as Alagoas e para a Bahia, pelo meio das matas e atravessando rios fundos, como em Tejucupapo, onde é tradição que elas lutaram bravamente contra os hereges. Langsdorff, nos princípios do século XIX, visitou uma fazenda no Mato Grosso, onde o homem da casa era uma mulher. Vasta matrona de cinco pés e oito polegadas, o corpo proporcionado à altura, um colar de ouro no pescoço. Mulher já de seus cinquenta anos, andava entretanto por toda parte, a pé ou a cavalo, dando ordens aos homens com a sua voz dominadora, dirigindo o engenho, as plantações, o gado, os escravos.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos - Decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. Ed. Comemorativa, São Paulo: Global, 2013. p. 209. [Adaptado].
Gilberto Freyre usa exemplos como os do texto para
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir.
O avanço nas pesquisas do Grupo de Trabalho Interinstitucional Memorial DOI-Codi permitiu identificar, com base em evidências materiais, o espaço onde ocorreram mortes já reconhecidas como simuladas durante a Ditadura Militar brasileira. O estudo identificou que José Ferreira de Almeida e o jornalista Vladimir Herzog estiveram na mesma cela do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo, conectando os dois casos a partir de elementos físicos do ambiente. A identificação foi possível a partir da reavaliação de laudos da época combinada com uma análise comparativa de remanescentes materiais. Os pesquisadores mapearam correspondências estruturais entre os ambientes descritos nos documentos oficiais, observando elementos como disposição de portas, grades, marcas nas paredes e características arquitetônicas do espaço. A convergência desses fatores permitiu associar ambos os casos à chamada “cela especial nº 1” e determinar sua localização no interior do prédio 2-A do conjunto do antigo DOI-Codi.
GABRIELLI, Ligia. Departamento de Comunicação da UNIFESP, 19 maio 2026. Disponível em: https://dci.unifesp.br/assessoria-de-imprensa-ejornalismo/releases/pesquisa-reconstroi-espaco-mortes-ditadura. Acesso em: 20 mai. 2026. [Adaptado].
O texto revela qual característica do período da Ditadura Militar?
O avanço nas pesquisas do Grupo de Trabalho Interinstitucional Memorial DOI-Codi permitiu identificar, com base em evidências materiais, o espaço onde ocorreram mortes já reconhecidas como simuladas durante a Ditadura Militar brasileira. O estudo identificou que José Ferreira de Almeida e o jornalista Vladimir Herzog estiveram na mesma cela do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo, conectando os dois casos a partir de elementos físicos do ambiente. A identificação foi possível a partir da reavaliação de laudos da época combinada com uma análise comparativa de remanescentes materiais. Os pesquisadores mapearam correspondências estruturais entre os ambientes descritos nos documentos oficiais, observando elementos como disposição de portas, grades, marcas nas paredes e características arquitetônicas do espaço. A convergência desses fatores permitiu associar ambos os casos à chamada “cela especial nº 1” e determinar sua localização no interior do prédio 2-A do conjunto do antigo DOI-Codi.
GABRIELLI, Ligia. Departamento de Comunicação da UNIFESP, 19 maio 2026. Disponível em: https://dci.unifesp.br/assessoria-de-imprensa-ejornalismo/releases/pesquisa-reconstroi-espaco-mortes-ditadura. Acesso em: 20 mai. 2026. [Adaptado].
O texto revela qual característica do período da Ditadura Militar?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir.
Ao oferecer uma leitura dessa prática que se aproxima do conhecimento antropológico moderno sobre o assunto, Gonçalves Dias rompeu com toda uma tradição de literatura indianista no Brasil, que, por três séculos, representou e caricaturou o canibalismo como prova da barbárie primitiva do índio. De fato, ele é único no indianismo do século dezenove por essa interpretação, e, depois dele, teve-se que esperar pelo movimento modernista para que a significação ritual do canibalismo fosse novamente reafirmada. Tal revisão radical de uma das pedras fundamentais do discurso colonial fala alto pela notável contribuição deste poeta como uma das mais poderosas vozes dissidentes no seio da tradição romântica indianista.
REECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indígena, e o estado-nação imperial. São Paulo: Nankin, Edusp, 2008. p. 191. [Adaptado].
Qual estereótipo do discurso colonizador o texto denuncia?
Ao oferecer uma leitura dessa prática que se aproxima do conhecimento antropológico moderno sobre o assunto, Gonçalves Dias rompeu com toda uma tradição de literatura indianista no Brasil, que, por três séculos, representou e caricaturou o canibalismo como prova da barbárie primitiva do índio. De fato, ele é único no indianismo do século dezenove por essa interpretação, e, depois dele, teve-se que esperar pelo movimento modernista para que a significação ritual do canibalismo fosse novamente reafirmada. Tal revisão radical de uma das pedras fundamentais do discurso colonial fala alto pela notável contribuição deste poeta como uma das mais poderosas vozes dissidentes no seio da tradição romântica indianista.
REECE, David. Exilados, aliados, rebeldes: o movimento indianista, a política indígena, e o estado-nação imperial. São Paulo: Nankin, Edusp, 2008. p. 191. [Adaptado].
Qual estereótipo do discurso colonizador o texto denuncia?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container