De acordo com Perlin (1998), dentro de uma comunidade social não existe apenas uma única identidade. Como somos plurais, esse processo constitui-se como sendo dinâmico, pois à medida que o sujeito vai se estruturando dentro do seu grupo, também vai assumindo ou rejeitando algumas características impostas pelo sistema a que pertence. (Santos, 2009, p. 17) Baseado nos estudos de Perlin (1998),as identidades surdas híbridas:
“Diz respeito às pessoas surdas que nasceram com a capacidade auditiva, mas, por alguma razão, encontraram-se com a surdez depois. Nesse caso, há uma identificação próxima com a identidade surda."
Acerca da cultura surda, podemos dizer que essa concepção é característica de:
De acordo com o Decreto nº 5.626, de dezembro de 2005, regulamenta a Lei nº 10.436, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, é correto afimar:
Habilidade processual (habilidade de compreender a mensagem e construir a mensagem na língua alvo), organização processual (monitoramento do tempo, estoque da mensagem em partes, busca de esclarecimento), competência linguística e cultural, conhecimento (experiência e formação profissional), preparação, ambiente (físico e psicológico), filtros (hábitos do intérprete, crenças, personalidade e influências) (GESSER, s/d, p. 28) são aspectos do modelo