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Foram encontradas 4.898 questões.

1943218 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do(a) autor(a) de “A Hora da Estrela”:

 

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1943217 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do(a) autor(a) de “A rosa do Povo):

 

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1943216 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do(a) autor(a) de “Fogo Morto”:

 

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1941586 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Roseira-SP
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Sobre o barroco: I-A literatura barroca no Brasil foi introduzida pelos portugueses, quando não havia uma produção cultural significante no país. II- A produção literária nesse período não é reconhecida como genuinamente nacional, mas um estilo absorvido e resultante do período colonial. III- Sua linguagem é rebuscada e ambígua. Caracteriza-se por utilizar largamente figuras linguagem: metáfora; antítese; o paradoxo; e a sinestesia. IV-Neste período tem destaque: Gregório de Matos, por suas poesias, e o padre Antônio Vieira, por seus sermões. Além deles, temos Bento Teixeira (1561-1600), autor do poema Prosopopéia, de 1601, que costuma ser considerado o marco inicial do Barroco brasileiro Assinale a alternativa correta:
 

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O Dadaísmo foi uma vanguarda criada a partir do clima de instabilidade, medo e revolta provocado pela Primeira Guerra Mundial, que pretendia ser uma resposta à decadência da civilização representada pelo conflito, sendo marcado pela irreverência, agressividade e pelo deboche e ilogismo dos textos. Assinale a alternativa que apresenta o nome do movimento que teve forte influência das vanguardas europeias.

 

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Leia com atenção estes versos para responder a questão.

Canção do exílio

Gonçalves Dias

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o sabiá;

As aves que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

[...]

Canção do exílio

Murilo Mendes

Minha terra tem macieiras da Califórnia

onde cantam gaturamos da Veneza.

Os poetas da minha terra

são pretos que vivem em torres de ametista,

[...]

Nossas flores são mais bonitas

nossas frutas mais gostosas

mas custam cem mil réis a dúzia.

Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade

e ouvir um sabiá com certidão de idade!

O poema de Gonçalves Dias pertence ao seguinte movimento literário:

 

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1937960 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 2

Samba do Arnesto

O Arnesto nos convidô prum samba,

[ele mora no Brás

Nóis fumo e não encontremos ninguém

Nóis vortemo cuma baita duma reiva

Da outra veiz nóis num vai mais

Nóis não semos tatu!

Outro dia encontremo com o Arnesto

Que pidiu descurpa mais nóis não aceitemos

Isso não se faz, Arnesto, nóis não se importa

Mais você devia ter ponhado um recado na

[porta

Anssim: “Ói, turma, num deu prá esperá

A vez que isso num tem importância,

[num faz má

Depois que nóis vai, depois que nóis vorta

Assinado em cruz porque não sei escrever

Arnesto"

BARBOSA, Adoniran, Gravações Elétricas Continental S/A, 1953.

Sobre a explicação dada por Oswald de Andrade para o não emprego da ênclise na fala do português do Brasil, é correto afirmar que o autor

 

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1937957 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 2

Samba do Arnesto

O Arnesto nos convidô prum samba,

[ele mora no Brás

Nóis fumo e não encontremos ninguém

Nóis vortemo cuma baita duma reiva

Da outra veiz nóis num vai mais

Nóis não semos tatu!

Outro dia encontremo com o Arnesto

Que pidiu descurpa mais nóis não aceitemos

Isso não se faz, Arnesto, nóis não se importa

Mais você devia ter ponhado um recado na

[porta

Anssim: “Ói, turma, num deu prá esperá

A vez que isso num tem importância,

[num faz má

Depois que nóis vai, depois que nóis vorta

Assinado em cruz porque não sei escrever

Arnesto"

BARBOSA, Adoniran, Gravações Elétricas Continental S/A, 1953.

A característica da temática e do estilo próprios da escrita literária de Oswald de Andrade que NÃO está presente no poema “Pronominais” é

 

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1937843 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 4

Reinvenção

A vida só é possível

reinventada.

Anda o sol pelas campinas

e passeia a mão dourada

pelas águas, pelas folhas...

Ah! tudo bolhas

que vem de fundas piscinas

de ilusionismo... — mais nada.

Mas a vida, a vida, a vida,

a vida só é possível

reinventada.

Vem a lua, vem, retira

as algemas dos meus braços.

Projeto-me por espaços

cheios da tua Figura.

Tudo mentira! Mentira

da lua, na noite escura.

Não te encontro, não te alcanço...

Só — no tempo equilibrada,

desprendo-me do balanço

que além do tempo me leva.

Só — na treva,

fico: recebida e dada.

Porque a vida, a vida, a vida,

a vida só é possível reinventada.

MEIRELES, Cecília. Reinvenção. In. MEIRELES, Cecília. Vaga música. São Paulo: Global Editora, 1942.

Sobre o poema “Reinvenção”, de Cecília Meireles, é correto afirmar que

 

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1937712 Ano: 2020
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 1

Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira.

Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada.

Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir.

Não tão feia que não possa casar, acho o Rio de Janeiro uma beleza e ora sim, ora não, creio em parto sem dor.

Mas, o que sinto escrevo. Cumpro a sina. Inauguro linhagens, fundo reinos — dor não é amargura.

Minha tristeza não tem pedigree, já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu avô.

Vai ser coxo na vida, é maldição pra homem.

Mulher é desdobrável. Eu souD.

PRADO, Adélia Prado. Com Licença Poética. In: PRADO, Adélia. Adélia Prado: Poesia reunida. 6. ed. São Paulo: Siciliano, 1996. p. 11.

A escritora Adélia Prado, autora modernista mineira, surpreende a crítica e encanta os leitores pela originalidade de sua poesia marcada pelo feminino e pelo misticismo. No texto 1, acima, de sua autoria, observa-se que o eu lírico é alguém que se vê como

 

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