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1014656 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNTEF
Orgão: IF-PR
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Leia os dois textos a seguir.

Texto I

Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silencio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. (Mia Couto)

Texto II

Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também... (Mário Quintana)

Analise as afirmações:

I) Os textos I e II são poesias.
II) Os textos I e II estão escritos, respectivamente, em prosa e em verso.
III) A poesia, necessariamente, tem rima e ritmo, o que só se vê no texto II.
IV) Apenas o texto I pertence ao gênero lírico, pois a linguagem é marcada pela subjetividade.
V) O texto II é um poema.

A alternativa que reúne apenas itens corretos é:

 

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1014526 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AOCP
Orgão: UNCISAL
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“A Semana de Arte Moderna “foi ao mesmo tempo, o ponto de encontro das várias tendências modernas que desde a I Guerra se vinham firmando em São Paulo e no Rio, e a plataforma que permitiu a consolidação de grupos, a publicação de livros revistas e manifestos, numa palavra, o seu desdobrar-se em viva realidade cultural. […] Paralelamente às obras e nascendo com o desejo de explicá-las e justificálas, os modernistas fundavam revistas e iam delimitando os subgrupos, de início apenas estéticos, mas logo portadores de matizes ideológicos mais ou menos precisos.”

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994, p. 383.

Considerando o trecho de Alfredo Bosi, é correto afirmar que, dentre as estéticas que se articularam ao Modernismo, NÃO se enquadra a

 

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1014480 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A veia satírica do poeta português Manuel Maria de Barbosa du Bocage (1765-1805) está bem exemplificada nos seguintes versos:

 

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1014441 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A poesia dos antigos era a da posse, a dos novos é a da saudade (e anseio); aquela se ergue, firme, no chão do presente; esta oscila entre recordação e pressentimento. O ideal grego era a concórdia e o equilíbrio perfeitos de todas as forças; a harmonia natural. Os novos, porém, adquiriram a consciência da fragmentação interna que torna impossível este ideal; por isso, a sua poesia aspira a reconciliar os dois mundos em que se sentem divididos, o espiritual e o sensível, fundindo-os de um modo indissolúvel. Os antigos solucionam a sua tarefa, chegando à perfeição; os novos só pela aproximação podem satisfazer o seu anseio do infinito.
(August Schlegel apud Anatol Rosenfeld. Texto/Contexto I, 1996. Adaptado.)
Os “novos” a que se refere o escritor alemão August Schlegel são os poetas
 

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1014395 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP

Leia os itens e, quanto aos autores - obras, assinale a alternativa correta.


I - Marília de Dirceu (Tomás Antônio Gonzaga)

II - A Moreninha (Joaquim Manuel de Macedo)

III - O Ateneu (Raul Pompeia)

IV - Broquéis (Cruz e Sousa)

V - Sagarana (João Cabral de Melo Neto)

 

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1014394 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP
Assinale a alternativa onde há apenas representantes do Romantismo Brasileiro.
 

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1014393 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP

Sobre Simbolismo, leia os itens e assinale a alternativa correta.


I - Os simbolistas propuseram que a poesia não é somente emoção, amor, mas a tomada de consciência desta emoção; que a atitude poética não é unicamente afetiva, mas ao mesmo tempo afetiva e cognitiva.

II - Na busca do “eu profundo”, os simbolistas iniciam uma viagem interior de imprevisíveis resultados, ultrapassando os níveis de razoabilidade em que, afinal de contas, se colocavam os românticos, mesmo os mais extremados e radicais.

III - Negação do positivismo, do cientificismo, do materialismo e das estéticas neles fundamentadas, o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo.

IV - Os clichês mais utilizados pelo Simbolismo são: fugere urbem (fugir da cidade, repulsa à intranquilidade da vida urbana); locus amoenus (lugar ameno, busca da serenidade do mundo campestre); inutila truncat (cortar o inútil).

 

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1014392 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP
As obras “São Bernardo”, “Angústia” e “Vidas Secas” pertencem a:
 

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1014391 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: SAP-SP
O Realismo, no Brasil, iniciou-se em 1881 com a obra:
 

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1013031 Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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(...) procurei adivinhar o que se passa na alma duma cachorra. Será que há mesmo alma em cachorro? Não me importo. O meu bicho morre desejando acordar num mundo cheio de preás. Exatamente o que todos nós desejamos. A diferença é que eu quero que eles apareçam antes do sono, e padre Zé Leite pretende que eles nos venham em sonhos, mas no fundo todos somos como a minha cachorra Baleia e esperamos preás. (...)
Carta de Graciliano Ramos a sua esposa.
(...) Uma angústia apertoulhe o pequeno coração. Precisava vigiar as cabras: àquela hora cheiros de suçuarana deviam andar pelas ribanceiras, rondar as moitas afastadas. Felizmente os meninos dormiam na esteira, por baixo do caritó onde sinha Vitória guardava o cachimbo.
(...)
Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.
Graciliano Ramos, Vidas secas.
As declarações de Graciliano Ramos na Carta e o excerto do romance permitem afirmar que a personagem Baleia, em Vidas secas, representa
 

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