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Foram encontradas 5.089 questões.

1341263 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Quando a televisão ainda não existia, as novelas já apaixonavam o grande público através do rádio. E se voltarmos um pouco no tempo até mais ou menos o século XIX, vamos encontrá-las, também, sempre no auge da preferência popular. Para o público desse século, que obviamente não tinha rádio nem televisão, era por intermédio da palavra escrita que contavam histórias. Os jornais da época incluíam (numa seção diária) o “folhetim”, onde se apresentavam histórias fictícias, seguidas pelos leitores com o mesmo interesse dado atualmente pelos telespectadores às novelas preferidas. Com o tempo, o termo “folhetim” passou a designar estas mesmas histórias que, depois, vieram a ser chamadas de “romances” [...]. [...] são muitas as semelhanças entre o folhetim e o romance do início do século XIX e boa parte das telenovelas: em ambos encontramos rapazes elegantes e esforçados; jovens belas e solitárias; homens e mulheres cruéis que querem impedir a união das personagens centrais; figuras simpáticas que auxiliam o mocinho e a mocinha; tudo isso temperado com emoção, aventura e mistério, até que cheguemos a um final (geralmente) feliz (Carlos Faraco e outros, em Literatura: autores e época).
Contextualizando no século XIX e com as características mencionadas no texto acima, qual a única opção que apresenta um romance e o movimento literário descritos, respectivamente?
A Moreninha – Romantismo.
Ressurreição – Realismo.
Triste fim de Policarpo Quaresma – Pré- Modernismo.
 

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1341100 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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José de Alencar e Gonçalves Dias são os dois principais autores do indianismo romântico brasileiro, situado cronologicamente no século XIX. Dadas as proposições seguintes,
I. José de Alencar se consagra como o primeiro grande romancista brasileiro. Em suas obras indianistas, entre as quais merecem destaque O Guarani e Senhora, predominam a idealização do índio e a valorização da relação amorosa.
II. Gonçalves Dias elabora diversos poemas em que os índios são representados como fortes guerreiros, como ocorre em “Deprecação” e “O Canto do Piaga”, entre outros.
III. Alencar elaborou, em suas narrativas indianistas, uma imagem romântica do índio nas quais há uma associação entre os traços fisionômicos dessa personagem e elementos da fauna e da flora brasileiras, ambas celebradas como exemplos de perfeição e beleza.
IV. O maranhense Gonçalves Dias é um consagrado romancista, cuja obra principal é Juca Pirama; já o cearense José de Alencar se notabilizou por seus poemas narrativos de dimensões épicas, como Macunaíma, publicado em 1928.
verifica-se que está(ão) correta(s)
 

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1341091 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Neste ano, comemoramos o centenário de nascimento do escritor Jorge Amado, cuja obra engloba:
 

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1341019 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Reagindo contra a linguagem rebuscada e as preocupações religiosas do movimento anterior, surge no século XVIII um novo estilo poético [...]. Recriando em seus textos as paisagens campestres de outras épocas, com pastoras e pastores levando uma vida agradável e amorosa, os poetas cantam os prazeres da vida. [...] Rejeitaram a linguagem complexa e buscaram inspiração na Antiguidade (grega e romana). [...] Adotaram como lema o carpe diem, o locus amenus, o áurea mediocritas e o fugere urbem (Leila Lauar Sarmento e Douglas Tufano, em Português – Literatura – Gramática e Redação).
Com tais características estamos falando do movimento que, no Brasil, teve como principais representantes e
Assinale a opção que preenche correta e respectivamente as lacunas acima.
 

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1340994 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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“A Renascença, fruto maduro da cultura urbana em alguns centros italianos desde o princípio do século XV, foi assumindo configurações especiais à medida que penetrava em nações ainda marcadas por uma poderosa presença do espírito medieval. No caso português e espanhol, os descobrimentos marítimos levaram ao ápice uma concepção triunfalista e messiânica da Coroa e da nobreza (rural e mercantil), concepção mais próxima de certos ideais césaro-papistas da alta Idade Média que da doutrina do príncipe burguês de Maquiavel. E durante todo o século XVI vincaram à cultura ibérica fortes traços arcaizantes que a Contra-Reforma, a Companhia de Jesus e o malogro de Alcácer-Quibir viriam carregar ainda mais [...] É de se esperar que os recursos dessa visão do mundo sejam, na poesia, as figuras: [...] sintáticas (elipse, inversão, anacoluto, silepse) e sobretudo semânticas (metáfora, metonímia, sinédoque, antítese, clímax...), enfim todos os processos que organizaram a linguagem comum em função de uma nova realidade: a obra, o texto, a composição”
(Alfredo Bosi, em História concisa da Literatura Brasileira).
Nesse período, com essas características aparecia no Brasil as primeiras manifestações do movimento denominado de , do qual são representantes .
Qual a opção que preenche corretamente as lacunas acima?
 

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1340773 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Acerca do movimento denominado Parnasianismo, pode-se dizer que
 

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1340338 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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"No descomeço era o verbo.
Só depois é que o veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função do verbo
ele delira.
E pois.
Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer nascimentos –
o verbo tem que pegar delírio” (Manoel de Barros em O livro das ignorãnças).
Na poesia, duas constantes: o aprofundamento da reflexão sobre a realidade e a busca de novas formas de expressão. Mantendo a tradição discursiva, temos a permanência de nomes consagrados [...] ao lado de novos poetas que procuram aparar as arestas em suas produções.
Verifica-se ainda a permanência da poesia concreta. O aproveitamento dos espaços em branco na folha de papel e dos recursos gráficos, a sonoridade das palavras, as relações entre significado e significante continuam a desafiar tanto poetas consagrados quanto jovens talentos.
Deve-se salientar, ainda, a importância da poesia marginal que se desenvolve fora dos grandes esquemas industriais e comerciais de produção de livro (José de Nicola, em Português – Ensino Médio).
A tendência literária a que se refere o texto de Nicola e da qual é exemplo o poema de João de Barros é
 

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1339984 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade (Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002) é autor do poema abaixo, intitulado “No meio do caminho”, que pode ser associado
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
 

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1332744 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Tome por base um poema de Luís Delfino (1834-1910) e a reprodução de um mosaico da Catedral de Monreale.
Jesus Pantocrátor!$ ^1 !$
Há na Itália, em Palermo, ou pouco ao pé, na igreja
De Monreale, feita em mosaico, a divina
Figura de Jesus Pantocrátor: domina
Aquela face austera, aquele olhar troveja.
Não: aquela cabeça é de um Deus, não se inclina.
À árida pupila a doce, a benfazeja
Lágrima falta, e o peito enorme não arqueja
À dor. Fê-lo tremendo a ficção bizantina!$ ^2 !$.
Este criou o inferno, e o espetáculo hediondo
Que há nos frescos!$ ^3 !$ de Santo Stefano Rotondo!$ ^4 !$;
Este do mundo antigo espedaçado assoma...
Este não redimiu; não foi à Cruz: olhai-o:
Tem o anátema!$ ^5 !$ à boca, às duas mãos o raio,
E em vez do espinho à fronte as três coroas de Roma.
(Luís Delfino. Rosas negras, 1938.)
(1) Pantocrátor: que tudo rege, que governa tudo.
(2) Bizantina: referente ao Império Romano do Oriente (330- 1453 d.C.) e às manifestações culturais desse império.
(3) Fresco: o mesmo que afresco, pintura mural que resulta da aplicação de cores diluídas em água sobre um revestimento ainda fresco de argamassa, para facilitar a absorção da tinta.
(4) Santo Stefano Rotondo: igreja erigida por volta de 460 d.C., em Roma, em homenagem a Santo Estêvão (Stefano, em italiano), mártir do cristianismo.
(5) Anátema: reprovação enérgica, sentença de maldição que expulsa da Igreja, excomunhão.
enunciado 2146174-1
À árida pupila a doce, a benfazeja / lágrima falta.
A inversão das posições usuais dos termos da oração, provocada pela necessidade de completar o número de sílabas e obedecer às posições dos acentos tônicos nos versos, por vezes dificulta a percepção das relações sintáticas entre esses termos. É o caso da oração destacada, que ocupa o sexto e parte do sétimo versos. Em discurso não versificado, essa oração apresentaria usualmente a seguinte disposição de termos:
 

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1328232 Ano: 2012
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Provas:
Tome por base um poema de Luís Delfino (1834-1910) e a reprodução de um mosaico da Catedral de Monreale.
Jesus Pantocrátor!$ ^1 !$
Há na Itália, em Palermo, ou pouco ao pé, na igreja
De Monreale, feita em mosaico, a divina
Figura de Jesus Pantocrátor: domina
Aquela face austera, aquele olhar troveja.
Não: aquela cabeça é de um Deus, não se inclina.
À árida pupila a doce, a benfazeja
Lágrima falta, e o peito enorme não arqueja
À dor. Fê-lo tremendo a ficção bizantina!$ ^2 !$.
Este criou o inferno, e o espetáculo hediondo
Que há nos frescos!$ ^3 !$ de Santo Stefano Rotondo!$ ^4 !$;
Este do mundo antigo espedaçado assoma...
Este não redimiu; não foi à Cruz: olhai-o:
Tem o anátema!$ ^5 !$ à boca, às duas mãos o raio,
E em vez do espinho à fronte as três coroas de Roma.
(Luís Delfino. Rosas negras, 1938.)
(1) Pantocrátor: que tudo rege, que governa tudo.
(2) Bizantina: referente ao Império Romano do Oriente (330- 1453 d.C.) e às manifestações culturais desse império.
(3) Fresco: o mesmo que afresco, pintura mural que resulta da aplicação de cores diluídas em água sobre um revestimento ainda fresco de argamassa, para facilitar a absorção da tinta.
(4) Santo Stefano Rotondo: igreja erigida por volta de 460 d.C., em Roma, em homenagem a Santo Estêvão (Stefano, em italiano), mártir do cristianismo.
(5) Anátema: reprovação enérgica, sentença de maldição que expulsa da Igreja, excomunhão.
enunciado 2142653-1
A leitura do soneto revela que o poeta seguiu o preceito parnasiano de só fazer rimar em seus versos palavras pertencentes a classes gramaticais diferentes, como se observa, por exemplo, nas palavras que encerram os quatro versos da primeira quadra, que rimam conforme o esquema ABBA. Consideradas em sua sequência do primeiro ao quarto verso, tais palavras surgem, respectivamente, como
 

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