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Uma mulher de 70 anos, com estenose mitral reumática grave, apresenta dispneia progressiva e episódios de fibrilação atrial. O ecocardiograma mostra área valvar mitral de 0,9 cm², pressão sistólica da artéria pulmonar (PSAP) de 60 mmHg e átrio esquerdo dilatado. O escore de Wilkins é 8. Considerando a gravidade da estenose mitral e a presença de fibrilação atrial, qual a melhor opção terapêutica para essa paciente?
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Um paciente de 40 anos, com histórico de uso de cocaína, é admitido com dor torácica aguda, elevação de marcadores de necrose miocárdica e supradesnivelamento do segmento ST em parede inferior. A coronariografia de emergência revela artérias coronárias sem lesões obstrutivas significativas. Qual a fisiopatologia mais provável do infarto agudo do miocárdio nesse contexto e qual a conduta terapêutica inicial mais apropriada, além das medidas de suporte?
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Um paciente de 58 anos, com hipertensão arterial resistente, apresenta hipocalemia e alcalose metabólica. A investigação revela níveis elevados de aldosterona plasmática e baixa atividade de renina plasmática. A tomografia computadorizada de abdome mostra um nódulo adrenal unilateral. Qual a causa mais provável da hipertensão nesse paciente e qual a abordagem terapêutica definitiva mais indicada?
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Um paciente de 75 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), classe funcional NYHA II, apresenta dispneia aos esforços. Ele tem histórico de hipertensão arterial e diabetes melito tipo 2. O ecocardiograma mostra FEVE de 55%, hipertrofia ventricular esquerda e disfunção diastólica grau II. De acordo com os resultados de estudos recentes, como o EMPEROR-Preserved e o DELIVER, qual classe de medicação demonstrou benefício significativo na redução de hospitalizações por IC e de mortalidade cardiovascular em pacientes com ICFEP?
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Uma criança de 8 anos é diagnosticada com febre reumática aguda (FRA) após um episódio de faringoamigdalite estreptocócica não tratada. Ela apresenta poliartrite migratória, cardite (sopros de insuficiência mitral e aórtica leves) e coreia de Sydenham. Qual a principal estratégia para prevenir recorrências da febre reumática e a progressão da doença valvar cardíaca nesse paciente?
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Um paciente de 70 anos, com prótese valvar aórtica mecânica implantada há 5 anos, apresenta febre, calafrios e sopro diastólico novo em foco aórtico. Hemoculturas são coletadas e revelam crescimento de Staphylococcus aureus. O ecocardiograma transesofágico (ETE) mostra vegetação na prótese aórtica. Diante do diagnóstico de endocardite infecciosa em prótese valvar, qual a conduta terapêutica inicial mais adequada, considerando a gravidade e o agente etiológico?
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Durante o exame físico de um paciente com insuficiência cardíaca, o médico ausculta um sopro holossistólico em foco mitral, que irradia para a axila, e uma terceira bulha (B3). A palpação do ictus cordis revela um impulso difuso e desviado para a esquerda. Esses achados são consistentes com qual condição e qual a sua implicação prognóstica?
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Um homem de 35 anos, assintomático, é diagnosticado com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (CMHO) após ecocardiograma que revela hipertrofia septal assimétrica (espessura de 22 mm) e gradiente de via de saída do ventrículo esquerdo (VSVE) de 60 mmHg em repouso. Ele tem histórico familiar de morte súbita cardíaca em parente de primeiro grau. Considerando o risco de morte súbita e a presença de obstrução significativa, qual a conduta terapêutica inicial mais apropriada para esse paciente, de acordo com as evidências recentes?
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Uma mulher de 65 anos é diagnosticada com estenose aórtica grave sintomática, com área valvar de 0,7 cm² e gradiente médio de 55 mmHg. Ela apresenta alto risco cirúrgico devido a comorbidades pulmonares e fragilidade. Diante desse cenário, qual a abordagem terapêutica mais recomendada para o tratamento da estenose aórtica, conforme as diretrizes atuais?
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Um paciente de 68 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) de longa data e diabetes melito tipo 2, apresenta-se à consulta com pressão arterial (PA) de 155/92 mmHg, apesar de estar em uso de losartana 100 mg/dia e anlodipino 10 mg/dia. Exames laboratoriais revelam taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 45 mL/min/1.73m² e albuminúria de 150 mg/24h. Considerando a resistência ao tratamento e a presença de doença renal crônica, qual a melhor estratégia terapêutica para otimizar o controle pressórico e a proteção renal, de acordo com as diretrizes atuais?
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