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Sua equipe cirúrgica discute a conduta a ser instituída para um
paciente de 61 anos que apresenta fadiga progressiva, plenitude
pós-prandial e desconforto epigástrico inespecífico há
aproximadamente seis meses. Relata episódios intermitentes de
melena nas últimas semanas e perda ponderal de 7 kg nos
últimos seis meses. Nega vômitos, disfagia ou alteração do hábito
intestinal.
Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias.
O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico, medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e sem metástases hepáticas ou peritoneais.
Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo e CD34: positivo.
Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será
Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias.
O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico, medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e sem metástases hepáticas ou peritoneais.
Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo e CD34: positivo.
Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será
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Você atende, no seu ambulatório, a uma mulher de 68 anos, que
vem referenciada de uma Unidade Básica de Saúde. Quando da
anamnese, queixa-se de episódios progressivos de desconforto
retroesternal pós-prandial, sensação de plenitude após pequenas
refeições, regurgitação de alimentos não digeridos e disfagia
intermitente para sólidos há aproximadamente dois anos. Nos
últimos seis meses, passou a apresentar episódios ocasionais de
dispneia após refeições volumosas e relata duas internações por
anemia ferropriva sem causa evidente. Refere perda ponderal de
6 kg no último ano. Nega pirose importante. Possui antecedente
de hipertensão arterial e obesidade grau I.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada (+/4+), hidratada, afebril e hemodinamicamente estável. O exame cardiopulmonar é normal. O abdome é flácido, indolor e sem massas palpáveis.
Um hemograma mostra hemoglobina de 9,8 g/dL com padrão compatível com anemia ferropriva.
Tem uma endoscopia digestiva alta que evidencia grande hérnia hiatal, com parte significativa do fundo gástrico herniado para o mediastino. Observam-se erosões lineares na mucosa gástrica ao nível do diafragma compatíveis com lesões de Cameron. Não existe esofagite significativa.
Um esofagograma contrastado demonstra migração intratorácica de aproximadamente 50% do estômago, com a junção esofagogástrica permanecendo em posição anatômica normal. Uma tomografia de tórax confirma hérnia paraesofágica volumosa, tipo III, sem sinais de perfuração ou isquemia.
Para essa paciente, a conduta mais apropriada será
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada (+/4+), hidratada, afebril e hemodinamicamente estável. O exame cardiopulmonar é normal. O abdome é flácido, indolor e sem massas palpáveis.
Um hemograma mostra hemoglobina de 9,8 g/dL com padrão compatível com anemia ferropriva.
Tem uma endoscopia digestiva alta que evidencia grande hérnia hiatal, com parte significativa do fundo gástrico herniado para o mediastino. Observam-se erosões lineares na mucosa gástrica ao nível do diafragma compatíveis com lesões de Cameron. Não existe esofagite significativa.
Um esofagograma contrastado demonstra migração intratorácica de aproximadamente 50% do estômago, com a junção esofagogástrica permanecendo em posição anatômica normal. Uma tomografia de tórax confirma hérnia paraesofágica volumosa, tipo III, sem sinais de perfuração ou isquemia.
Para essa paciente, a conduta mais apropriada será
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Na sessão clínica do seu hospital é apresentado o caso de um
homem de 63 anos com disfagia progressiva há cinco meses.
Inicialmente, ele apresentava dificuldade para deglutir carnes e
pães, evoluindo posteriormente para dificuldade com alimentos
pastosos e, nas últimas semanas, até mesmo com líquidos. Refere
perda ponderal de 15 kg nos últimos seis meses, anorexia, fadiga
progressiva e episódios ocasionais de dor retroesternal não
relacionada ao esforço. Relata tabagismo de 50 maços-ano e
etilismo pesado desde a juventude. Nega hematêmese.
Ao exame físico está emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+) e discreta atrofia muscular. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tem auscultas pulmonar e cardíaca normais. O abdome não apresenta alterações.
Uma endoscopia digestiva alta evidencia lesão vegetante e ulcerada localizada no terço médio do esôfago, causando redução luminal significativa. A biópsia demonstra carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
O estadiamento prossegue com tomografia computadorizada de tórax e abdome, que não demonstra metástases à distância. A ecoendoscopia identifica invasão da camada muscular própria e da adventícia, sem invasão de estruturas adjacentes. Observam-se três linfonodos periesofágicos suspeitos, confirmando doença regional linfonodal.
O paciente apresenta bom desempenho funcional (ECOG 0) e avaliação cardiopulmonar favorável para tratamento multimodal.
Diante desse caso clínico, a conduta mais apropriada é
Ao exame físico está emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+) e discreta atrofia muscular. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tem auscultas pulmonar e cardíaca normais. O abdome não apresenta alterações.
Uma endoscopia digestiva alta evidencia lesão vegetante e ulcerada localizada no terço médio do esôfago, causando redução luminal significativa. A biópsia demonstra carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
O estadiamento prossegue com tomografia computadorizada de tórax e abdome, que não demonstra metástases à distância. A ecoendoscopia identifica invasão da camada muscular própria e da adventícia, sem invasão de estruturas adjacentes. Observam-se três linfonodos periesofágicos suspeitos, confirmando doença regional linfonodal.
O paciente apresenta bom desempenho funcional (ECOG 0) e avaliação cardiopulmonar favorável para tratamento multimodal.
Diante desse caso clínico, a conduta mais apropriada é
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No seu Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo dá entrada um
homem de 67 anos, ex-tabagista, 40 maços-ano, que se queixa de
epigastralgia moderada há aproximadamente seis meses,
associada a plenitude pós-prandial precoce, anorexia progressiva
e perda ponderal de 12 kg nesse período. Relata episódios
ocasionais de náuseas e dois episódios recentes de melena. Nega
hematêmese. Refere fadiga progressiva e redução importante da
capacidade funcional. Possui história de gastrite crônica
associada ao Helicobacter pylori, tratada há vários anos.
Quando do exame físico, encontra-se emagrecido, hipocorado (++/4+), com índice de massa corporal de 19 kg/m². Apresenta discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. Observa-se linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido, indolor e móvel, medindo aproximadamente 2 cm. Não há evidência de ascite.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina de 8,9 g/dL com padrão de anemia ferropriva. A endoscopia digestiva alta evidencia lesão ulceroinfiltrativa localizada na pequena curvatura do antro gástrico, medindo aproximadamente 5 cm. As biópsias confirmam adenocarcinoma gástrico moderadamente diferenciado.
Uma tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve não demonstra metástases hepáticas, pulmonares ou peritoneais evidentes. Diante da presença do linfonodo supraclavicular, foi realizada punção aspirativa guiada por ultrassonografia, que confirma infiltração metastática por adenocarcinoma gástrico.
Considerando os princípios de estadiamento e tratamento recomendados, a conduta mais apropriada será
Quando do exame físico, encontra-se emagrecido, hipocorado (++/4+), com índice de massa corporal de 19 kg/m². Apresenta discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. Observa-se linfonodo supraclavicular esquerdo endurecido, indolor e móvel, medindo aproximadamente 2 cm. Não há evidência de ascite.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina de 8,9 g/dL com padrão de anemia ferropriva. A endoscopia digestiva alta evidencia lesão ulceroinfiltrativa localizada na pequena curvatura do antro gástrico, medindo aproximadamente 5 cm. As biópsias confirmam adenocarcinoma gástrico moderadamente diferenciado.
Uma tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve não demonstra metástases hepáticas, pulmonares ou peritoneais evidentes. Diante da presença do linfonodo supraclavicular, foi realizada punção aspirativa guiada por ultrassonografia, que confirma infiltração metastática por adenocarcinoma gástrico.
Considerando os princípios de estadiamento e tratamento recomendados, a conduta mais apropriada será
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Diversas drogas usadas fora da cardiologia podem apresentar
efeitos cardiovasculares adversos, de gravidade variável.
Nesse contexto, as seguintes correlações entre a droga e seu potencial efeito adverso cardiovascular estão corretas, exceto uma. Assinale-a.
Nesse contexto, as seguintes correlações entre a droga e seu potencial efeito adverso cardiovascular estão corretas, exceto uma. Assinale-a.
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Em relação aos atos de publicidade médica, segundo o Código de
Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de
2018, modificada pelas Resoluções CFM nº 2.222/2018 e
nº 2.226/2019), avalie se é vedado ao médico:
I. Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico.
II. Divulgar exclusivamente em evento científico da área médica, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja formalmente reconhecido por órgão competente.
III. Participar de anúncios de empresas comerciais, qualquer que seja sua natureza, valendo-se de sua profissão.
De fato, é vedado ao médico o que se afirma em:
I. Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico.
II. Divulgar exclusivamente em evento científico da área médica, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja formalmente reconhecido por órgão competente.
III. Participar de anúncios de empresas comerciais, qualquer que seja sua natureza, valendo-se de sua profissão.
De fato, é vedado ao médico o que se afirma em:
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Causas secundárias podem levar a distúrbios lipídicos e devem
ser consideradas antes do início da terapia hipolipemiante.
As opções a seguir apresentam potenciais causas secundárias de dislipoproteinemia, exceto uma. Assinale-a.
As opções a seguir apresentam potenciais causas secundárias de dislipoproteinemia, exceto uma. Assinale-a.
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Em 2025, a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial foi
atualizada, apresentando conceitos importantes para orientar o
diagnóstico e o tratamento dessa condição tão prevalente.
Neste contexto, em relação aos critérios diagnósticos da hipertensão arterial (HA), assinale a afirmativa incorreta.
[PAS: Pressão arterial sistólica; PAD: Pressão arterial diastólica.]
Neste contexto, em relação aos critérios diagnósticos da hipertensão arterial (HA), assinale a afirmativa incorreta.
[PAS: Pressão arterial sistólica; PAD: Pressão arterial diastólica.]
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Os perfis clínico e epidemiológico das doenças cardiovasculares e
de seus fatores de risco apresentam diferenças significativas
entre homens e mulheres.
Nesse contexto, assinale a afirmativa correta.
Nesse contexto, assinale a afirmativa correta.
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Dois importantes mecanismos de desestabilização da placa
aterosclerótica coronariana estão associados às síndromes
coronarianas agudas (SCA): ruptura da capa fibrosa e erosão
superficial da íntima.
Nesse contexto, as seguintes afirmativas estão corretas, exceto uma. Assinale-a.
Nesse contexto, as seguintes afirmativas estão corretas, exceto uma. Assinale-a.
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