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Em relação à presença de valvulopatias em pacientes candidatos a cirurgias não-cardíacas, avalie as afirmativas a seguir.

I. A estenose mitral grave não está associada a qualquer risco de descompensação perioperatória ou pós-operatória.
II. A valvuloplastia aórtica percutânea é uma opção terapêutica que comprovadamente reduz o risco perioperatório de eventos adversos em pacientes com estenose aórtica grave.
III. A estenose aórtica grave está associada ao maior risco de descompensação cardíaca neste contexto, principalmente em pacientes sintomáticos.


Está correto apenas o que se afirma em
 

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A imagem a seguir apresenta as curvas de variação pressórica nas cavidades esquerdas ao longo do ciclo cardíaco.
Enunciado 4643698-1
Em um paciente com estenose mitral grave e estalido de abertura audível, a modificação que posicionaria esse som mais próximo de B2, na ausculta cardíaca, seria encontrar
 

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A imagem a seguir apresenta as curvas de variação pressórica nas cavidades esquerdas ao longo do ciclo cardíaco.
Enunciado 4643697-1
Assinale a opção que apresenta a sequência correta de eventos representados pelas letras A, B, C e D.
 

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Homem de 80 anos, portador de hipertensão arterial, Doença de Alzheimer em fase inicial e marcapasso definitivo (MP) DDD, foi atendido em unidade de emergência após episódio de síncope enquanto assistia televisão, sem pródromos ou traumatismo craniano. O dispositivo cardíaco foi implantado 3 meses antes, após dois episódios de síncope associados a bloqueio atrioventricular total (BAVT) intermitente. Não apresenta outras comorbidades e, no momento, está em uso apenas de donepezila e anlodipina.
Ao exame: acordado, sem sinais focais, eupneico em ar ambiente, acianótico, afebril. FC: 48 bpm PA: 160 x 80 mmHg, SatO2: 96%. Sítio da unidade geradora com pequenas escoriações na pele em fases diferentes de cicatrização. Exame cardiovascular e o restante do exame físico sem alterações. O paciente foi monitorizado, e o traçado de admissão no monitor em DII encontra-se abaixo (as setas correspondem às espículas de estimulação ventricular do MP).
Enunciado 4643696-1
Após o atendimento inicial, o paciente foi submetido a uma radiografia de tórax (abaixo).


Enunciado 4643696-2


A melhor conduta, neste momento, para evitar novos episódios de síncope, seria
 

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Homem de 80 anos, portador de hipertensão arterial, Doença de Alzheimer em fase inicial e marcapasso definitivo (MP) DDD, foi atendido em unidade de emergência após episódio de síncope enquanto assistia televisão, sem pródromos ou traumatismo craniano. O dispositivo cardíaco foi implantado 3 meses antes, após dois episódios de síncope associados a bloqueio atrioventricular total (BAVT) intermitente. Não apresenta outras comorbidades e, no momento, está em uso apenas de donepezila e anlodipina.
Ao exame: acordado, sem sinais focais, eupneico em ar ambiente, acianótico, afebril. FC: 48 bpm PA: 160 x 80 mmHg, SatO2: 96%. Sítio da unidade geradora com pequenas escoriações na pele em fases diferentes de cicatrização. Exame cardiovascular e o restante do exame físico sem alterações. O paciente foi monitorizado, e o traçado de admissão no monitor em DII encontra-se abaixo (as setas correspondem às espículas de estimulação ventricular do MP).
Enunciado 4643695-1
Considerando o caso clínico e o traçado eletrocardiográfico, a etiologia mais provável do último episódio de síncope é:
 

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Em pacientes atendidos em unidades de emergência com dor torácica e suspeita de síndrome coronariana aguda, a realização de exames de imagem pode auxiliar na avaliação diagnóstica, principalmente quando a troponina é normal e o eletrocardiograma é inconclusivo.
Nos casos de probabilidade intermediária, o seguinte fator favorece a realização de angiotomografia coronariana, em vez de um exame funcional, para avaliação de isquemia:
 

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Homem de 62 anos, com hipertensão arterial, diabetes insulinodependente e dislipidemia, relata desconforto torácico precordial sem relação bem definida com esforço físico, mas que é desencadeado por estresse emocional, há cerca de 6 meses. Nega tabagismo, dispneia ou história familiar de doença cardiovascular. No momento, está em uso de insulina glargina, rosuvastatina, dapagliflozina, metformina e valsartana.
Ao exame, mostra-se corado, acianótico, eupneico em repouso. FC: 78 bpm, PA: 128x64 mmHg. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios, ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal, sem alterações. Na avaliação inicial do quadro descrito, foi realizado um ecocardiograma transtorácico, que mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 33%, com hipocinesia difusa. Em seguida foi realizado o exame de imagem abaixo.
Enunciado 4643692-1
AO: aorta; DA: artéria descendente anterior; TCE: tronco da coronária esquerda; VE: ventrículo esquerdo.
Suponha que o exame selecionado tenha confirmado o padrão de doença de alta complexidade sugerido na imagem inicial.
O melhor tratamento para reduzir o risco de morte a longo prazo, considerando o perfil clínico do paciente, seria
 

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Homem de 62 anos, com hipertensão arterial, diabetes insulinodependente e dislipidemia, relata desconforto torácico precordial sem relação bem definida com esforço físico, mas que é desencadeado por estresse emocional, há cerca de 6 meses. Nega tabagismo, dispneia ou história familiar de doença cardiovascular. No momento, está em uso de insulina glargina, rosuvastatina, dapagliflozina, metformina e valsartana.
Ao exame, mostra-se corado, acianótico, eupneico em repouso. FC: 78 bpm, PA: 128x64 mmHg. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios, ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal, sem alterações. Na avaliação inicial do quadro descrito, foi realizado um ecocardiograma transtorácico, que mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 33%, com hipocinesia difusa. Em seguida foi realizado o exame de imagem abaixo.
Enunciado 4643691-1
AO: aorta; DA: artéria descendente anterior; TCE: tronco da coronária esquerda; VE: ventrículo esquerdo.
Considerando o caso clínico e os achados da imagem, o próximo exame mais indicado para definir a estratégia terapêutica é
 

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No exame de cintilografia de perfusão miocárdica, as seguintes alterações representam achados considerados de alto risco de eventos adversos, exceto uma. Assinale-a.
 

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O ecocardiograma transesofágico (ETE) apresenta múltiplas potenciais indicações na cardiologia, apresentando utilidade diagnóstica e prognóstica. Entretanto, não é um exame isento de riscos e por isso deve ser indicado de forma criteriosa.
No contexto de pacientes com fibrilação atrial (FA) candidatos a cardioversão elétrica, a seguinte situação representa a indicação mais apropriada para a realização do ETE antes do procedimento:
 

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