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Uma menina de 5 anos foi levada pelos pais ao pronto-socorro
por apresentar febre alta e erupção cutânea iniciadas havia dois
dias. Segundo os responsáveis, cinco dias antes havia iniciado
tratamento com amoxicilina-clavulanato para otite média aguda.
Ao exame físico, apresentava temperatura axilar de 39,0 °C. Observavam-se inúmeras pústulas superficiais estéreis, não foliculares, distribuídas sobre base eritematosa difusa, predominando no tronco e nas pregas axilares e inguinais. As lesões eram acompanhadas de edema facial discreto e prurido moderado. Não havia descolamento epidérmico nem erosões mucosas significativas.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 12,3 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 21.600/mm³ (VR: 5.000– 14.500/mm³); neutrófilos: 18.900/mm³ (VR: 1.500–8.500/mm³); eosinófilos: 320/mm³ (VR: 0–500/mm³); alanina aminotransferase: 28 U/L (VR: <35 U/L); creatinina: 0,5 mg/dL (VR: 0,3–0,7 mg/dL).
A biópsia cutânea revelou espongiose discreta, edema da derme papilar, infiltrado inflamatório perivascular misto e múltiplas pústulas subcórneas com predomínio de neutrófilos.
Segundo a classificação imunopatológica das reações de hipersensibilidade a medicamentos proposta por Pichler, o mecanismo imunológico predominante responsável por esse quadro corresponde à reação de hipersensibilidade do tipo
Ao exame físico, apresentava temperatura axilar de 39,0 °C. Observavam-se inúmeras pústulas superficiais estéreis, não foliculares, distribuídas sobre base eritematosa difusa, predominando no tronco e nas pregas axilares e inguinais. As lesões eram acompanhadas de edema facial discreto e prurido moderado. Não havia descolamento epidérmico nem erosões mucosas significativas.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 12,3 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 21.600/mm³ (VR: 5.000– 14.500/mm³); neutrófilos: 18.900/mm³ (VR: 1.500–8.500/mm³); eosinófilos: 320/mm³ (VR: 0–500/mm³); alanina aminotransferase: 28 U/L (VR: <35 U/L); creatinina: 0,5 mg/dL (VR: 0,3–0,7 mg/dL).
A biópsia cutânea revelou espongiose discreta, edema da derme papilar, infiltrado inflamatório perivascular misto e múltiplas pústulas subcórneas com predomínio de neutrófilos.
Segundo a classificação imunopatológica das reações de hipersensibilidade a medicamentos proposta por Pichler, o mecanismo imunológico predominante responsável por esse quadro corresponde à reação de hipersensibilidade do tipo
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Um menino de 10 anos foi levado pelos pais ao ambulatório de
pneumologia pediátrica para reavaliação, por apresentar controle
insatisfatório da asma, diagnosticada há cinco anos. Após revisão
do diagnóstico de asma, confirmação da técnica inalatória,
comprovação objetiva da adesão ao tratamento e correção dos
principais fatores modificáveis, ele permanecia sem controle
clínico.
Segundo os responsáveis, apesar do uso regular de corticosteroide inalatório em dose alta associado a β2-agonista de longa duração (LABA), apresentava tosse produtiva diária, sibilância recorrente, múltiplas exacerbações, necessidade frequente de corticosteroide sistêmico e duas internações hospitalares no último ano. Relatavam ainda infecções respiratórias recorrentes desde os primeiros anos de vida.
Ao exame físico, apresentava baqueteamento digital, roncos difusos e crepitações persistentes na base do hemitórax direito.
A tomografia computadorizada de alta resolução do tórax demonstrou bronquiectasias predominando no lobo médio e na língula.
De acordo com as recomendações mais recentes da Global Initiative for Asthma (GINA), o diagnóstico diferencial a ser obrigatoriamente investigado, antes de confirmar o diagnóstico de asma grave nessa criança, é
Segundo os responsáveis, apesar do uso regular de corticosteroide inalatório em dose alta associado a β2-agonista de longa duração (LABA), apresentava tosse produtiva diária, sibilância recorrente, múltiplas exacerbações, necessidade frequente de corticosteroide sistêmico e duas internações hospitalares no último ano. Relatavam ainda infecções respiratórias recorrentes desde os primeiros anos de vida.
Ao exame físico, apresentava baqueteamento digital, roncos difusos e crepitações persistentes na base do hemitórax direito.
A tomografia computadorizada de alta resolução do tórax demonstrou bronquiectasias predominando no lobo médio e na língula.
De acordo com as recomendações mais recentes da Global Initiative for Asthma (GINA), o diagnóstico diferencial a ser obrigatoriamente investigado, antes de confirmar o diagnóstico de asma grave nessa criança, é
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Uma adolescente de 17 anos procurou atendimento por
apresentar febre diária de baixa intensidade havia
aproximadamente oito semanas, acompanhada de fadiga
progressiva e poliartrite inflamatória envolvendo punhos,
articulações metacarpofalangianas, interfalangianas proximais e
joelhos. Relatou rigidez matinal com duração aproximada de 45
minutos e perda ponderal de 3 kg no período. Negava uso
recente de medicamentos ou episódios infecciosos nas semanas
anteriores.
Ao exame físico, apresentava temperatura axilar de 38,2 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, pressão arterial de 112/68 mmHg e sinovite discreta envolvendo punhos e articulações metacarpofalangianas e interfalangianas proximais, sem deformidades. Não apresentava lesões cutâneas, nódulos subcutâneos, úlceras orais ou alterações aos exames cardiopulmonar e abdominal.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina 9,6 g/dL (VR: 12,0–16,0 g/dL); leucócitos 3.600/mm³ (VR: 4.000– 10.000/mm³); plaquetas 121.000/mm³ (VR: 150.000– 450.000/mm³); velocidade de hemossedimentação 72 mm/h (VR: <20 mm/h); proteína C-reativa (PCR) 1,0 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL); creatinina 0,7 mg/dL (VR: 0,5–1,0 mg/dL); exame de urina tipo I: sem proteinúria e sem hematúria; fator reumatoide 42 UI/mL (VR: <20 UI/mL); anticorpo antinuclear (FAN): reagente 1:320, padrão nuclear pontilhado fino; anticorpo anti-Smith (anti-Sm): positivo; anticorpo anti-Ro (SSA): positivo; anticorpo antipeptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP): negativo; fração C3: 61 mg/dL (VR: 90–180 mg/dL); fração C4: 9 mg/dL (VR: 10–40 mg/dL).
O diagnóstico mais provável é
Ao exame físico, apresentava temperatura axilar de 38,2 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, pressão arterial de 112/68 mmHg e sinovite discreta envolvendo punhos e articulações metacarpofalangianas e interfalangianas proximais, sem deformidades. Não apresentava lesões cutâneas, nódulos subcutâneos, úlceras orais ou alterações aos exames cardiopulmonar e abdominal.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina 9,6 g/dL (VR: 12,0–16,0 g/dL); leucócitos 3.600/mm³ (VR: 4.000– 10.000/mm³); plaquetas 121.000/mm³ (VR: 150.000– 450.000/mm³); velocidade de hemossedimentação 72 mm/h (VR: <20 mm/h); proteína C-reativa (PCR) 1,0 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL); creatinina 0,7 mg/dL (VR: 0,5–1,0 mg/dL); exame de urina tipo I: sem proteinúria e sem hematúria; fator reumatoide 42 UI/mL (VR: <20 UI/mL); anticorpo antinuclear (FAN): reagente 1:320, padrão nuclear pontilhado fino; anticorpo anti-Smith (anti-Sm): positivo; anticorpo anti-Ro (SSA): positivo; anticorpo antipeptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP): negativo; fração C3: 61 mg/dL (VR: 90–180 mg/dL); fração C4: 9 mg/dL (VR: 10–40 mg/dL).
O diagnóstico mais provável é
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Um adolescente de 16 anos, com história conhecida de alergia
grave a camarão, pesando 62 kg, foi levado ao serviço de
emergência após ingerir acidentalmente um alimento contendo
crustáceos em um restaurante. Cerca de 10 minutos após a
refeição, iniciou prurido intenso em todo o corpo, urticária
disseminada, edema dos lábios e da língua, sensação de aperto
na garganta e dificuldade respiratória progressiva.
Ao exame físico, apresentava-se ansioso, confuso e falava apenas frases curtas devido à dispneia. Observavam-se urticária generalizada, angioedema de lábios e língua, estridor inspiratório e sibilos difusos à ausculta pulmonar.
Sinais vitais: pressão arterial 72/40 mmHg; frequência cardíaca 128 bpm; frequência respiratória 34 irpm; saturação periférica de oxigênio 89% em ar ambiente; tempo de enchimento capilar 5 segundos.
De acordo com as diretrizes internacionais mais recentes, a conduta inicial mais apropriada para esse paciente é
Ao exame físico, apresentava-se ansioso, confuso e falava apenas frases curtas devido à dispneia. Observavam-se urticária generalizada, angioedema de lábios e língua, estridor inspiratório e sibilos difusos à ausculta pulmonar.
Sinais vitais: pressão arterial 72/40 mmHg; frequência cardíaca 128 bpm; frequência respiratória 34 irpm; saturação periférica de oxigênio 89% em ar ambiente; tempo de enchimento capilar 5 segundos.
De acordo com as diretrizes internacionais mais recentes, a conduta inicial mais apropriada para esse paciente é
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Um adolescente de 13 anos foi encaminhado ao serviço de
Alergia e Oftalmologia por apresentar prurido ocular intenso,
lacrimejamento, fotofobia e sensação de corpo estranho em
ambos os olhos havia aproximadamente três anos, com piora
acentuada durante a primavera e o verão.
Referia dificuldade crescente para realizar atividades escolares devido ao desconforto ocular. Apresentava antecedente de dermatite atópica leve e rinite alérgica persistente desde a infância.
Ao exame oftalmológico, observavam-se hiperemia conjuntival bilateral, secreção mucosa espessa, hipertrofia papilar gigante na conjuntiva tarsal superior, pontos de Trantas no limbo corneano e ceratite puntata superficial discreta. A acuidade visual permanecia preservada.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 14,1 g/dL (VR: 13–17 g/dL); leucócitos 8.700/mm³ (VR: 4.500–11.000/mm³); eosinófilos 890 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); imunoglobulina E total (IgE) 1.320 UI/mL (VR: <100 UI/mL para a idade); proteína C-reativa (PCR) 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL). Os testes cutâneos de puntura (prick test) mostraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar (Dermatophagoides pteronyssinus e Dermatophagoides farinae).
O paciente utilizou corretamente lágrimas artificiais, antihistamínicos tópicos e colírios estabilizadores de mastócitos durante vários meses, permanecendo com sintomas intensos e sinais de inflamação ocular ativa. Após avaliação conjunta pelos serviços de Alergia e Oftalmologia, foram descartadas infecção ocular, glaucoma e outras causas de ceratite.
De acordo com as recomendações internacionais mais recentes, a conduta terapêutica mais indicada para esse paciente é
Referia dificuldade crescente para realizar atividades escolares devido ao desconforto ocular. Apresentava antecedente de dermatite atópica leve e rinite alérgica persistente desde a infância.
Ao exame oftalmológico, observavam-se hiperemia conjuntival bilateral, secreção mucosa espessa, hipertrofia papilar gigante na conjuntiva tarsal superior, pontos de Trantas no limbo corneano e ceratite puntata superficial discreta. A acuidade visual permanecia preservada.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 14,1 g/dL (VR: 13–17 g/dL); leucócitos 8.700/mm³ (VR: 4.500–11.000/mm³); eosinófilos 890 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); imunoglobulina E total (IgE) 1.320 UI/mL (VR: <100 UI/mL para a idade); proteína C-reativa (PCR) 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL). Os testes cutâneos de puntura (prick test) mostraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar (Dermatophagoides pteronyssinus e Dermatophagoides farinae).
O paciente utilizou corretamente lágrimas artificiais, antihistamínicos tópicos e colírios estabilizadores de mastócitos durante vários meses, permanecendo com sintomas intensos e sinais de inflamação ocular ativa. Após avaliação conjunta pelos serviços de Alergia e Oftalmologia, foram descartadas infecção ocular, glaucoma e outras causas de ceratite.
De acordo com as recomendações internacionais mais recentes, a conduta terapêutica mais indicada para esse paciente é
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Uma adolescente de 17 anos, previamente hígida, procurou
atendimento por fadiga progressiva, dispneia aos esforços e
icterícia havia cinco dias. Relatou episódio de infecção
respiratória autolimitada cerca de duas semanas antes, sem uso
recente de medicamentos.
Ao exame físico apresentava palidez cutaneomucosa discreta, icterícia escleral e esplenomegalia leve.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 7,8 g/dL (VR: 12–16 g/dL); leucócitos 7.900/mm³ (VR: 4.000–10.000/mm³); plaquetas 278.000/mm³ (VR: 150.000–400.000/mm³); reticulócitos 9,5% (VR: 0,5–2,5%); bilirrubina indireta 3,4 mg/dL (VR: <0,8 mg/dL); desidrogenase láctica 780 U/L (VR: 120–250 U/L); haptoglobina <10 mg/dL (VR: 30–200 mg/dL); esfregaço de sangue periférico: presença de esferócitos, sem esquizócitos; teste direto da antiglobulina (teste de Coombs direto): positivo para imunoglobulina G (IgG).
O mecanismo imunológico responsável pela doença dessa paciente corresponde ao seguinte tipo de reação de hipersensibilidade:
Ao exame físico apresentava palidez cutaneomucosa discreta, icterícia escleral e esplenomegalia leve.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 7,8 g/dL (VR: 12–16 g/dL); leucócitos 7.900/mm³ (VR: 4.000–10.000/mm³); plaquetas 278.000/mm³ (VR: 150.000–400.000/mm³); reticulócitos 9,5% (VR: 0,5–2,5%); bilirrubina indireta 3,4 mg/dL (VR: <0,8 mg/dL); desidrogenase láctica 780 U/L (VR: 120–250 U/L); haptoglobina <10 mg/dL (VR: 30–200 mg/dL); esfregaço de sangue periférico: presença de esferócitos, sem esquizócitos; teste direto da antiglobulina (teste de Coombs direto): positivo para imunoglobulina G (IgG).
O mecanismo imunológico responsável pela doença dessa paciente corresponde ao seguinte tipo de reação de hipersensibilidade:
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Uma menina de 12 anos foi levada pelos pais ao ambulatório de
Alergia e Imunologia com história de surgimento de placas
urticariformes intensamente pruriginosas havia cerca de 10
semanas. Os responsáveis informaram que as lesões surgiam
diariamente, desapareciam espontaneamente em menos de 24
horas, sem deixar pigmentação residual, e reapareciam em
diferentes regiões do corpo. A mãe referiu ainda episódios
ocasionais de edema labial, sem dispneia, rouquidão ou
hipotensão.
Na história clínica, não havia relação consistente com alimentos, medicamentos, exercício físico, calor, frio, pressão, vibração, água ou exposição solar. A mãe negou febre, artralgias, perda ponderal, dor abdominal, sintomas respiratórios ou outras manifestações sistêmicas.
Ao exame físico, a paciente não apresentava lesões cutâneas no momento da consulta. Fotografias obtidas pelos pais demonstravam lesões urticariformes típicas, fugazes e bem delimitadas.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 13,2 g/dL (VR: 12–16 g/dL); leucócitos 7.600/mm³ (VR: 4.500–11.000/mm³); eosinófilos 260 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); plaquetas 298.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³); velocidade de hemossedimentação 10 mm/h (VR: <20 mm/h); proteína Creativa (PCR) 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL); hormônio tireoestimulante (TSH) 2,1 μUI/mL (VR: 0,5–4,5 μUI/mL).
A paciente utilizou cetirizina em dose habitual durante quatro semanas, com adesão comprovada, permanecendo com sintomas diários.
De acordo com as recomendações internacionais atualmente aceitas para o manejo da urticária crônica espontânea, a conduta mais apropriada neste momento é:
Na história clínica, não havia relação consistente com alimentos, medicamentos, exercício físico, calor, frio, pressão, vibração, água ou exposição solar. A mãe negou febre, artralgias, perda ponderal, dor abdominal, sintomas respiratórios ou outras manifestações sistêmicas.
Ao exame físico, a paciente não apresentava lesões cutâneas no momento da consulta. Fotografias obtidas pelos pais demonstravam lesões urticariformes típicas, fugazes e bem delimitadas.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 13,2 g/dL (VR: 12–16 g/dL); leucócitos 7.600/mm³ (VR: 4.500–11.000/mm³); eosinófilos 260 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); plaquetas 298.000/mm³ (VR: 150.000–450.000/mm³); velocidade de hemossedimentação 10 mm/h (VR: <20 mm/h); proteína Creativa (PCR) 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL); hormônio tireoestimulante (TSH) 2,1 μUI/mL (VR: 0,5–4,5 μUI/mL).
A paciente utilizou cetirizina em dose habitual durante quatro semanas, com adesão comprovada, permanecendo com sintomas diários.
De acordo com as recomendações internacionais atualmente aceitas para o manejo da urticária crônica espontânea, a conduta mais apropriada neste momento é:
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Uma adolescente de 16 anos, com diagnóstico recente de
epilepsia focal e sem outras comorbidades relevantes, foi levado
pelos pais para atendimento médico apresentando febre diária
há seis dias, mal-estar intenso e exantema cutâneo progressivo.
Durante a anamnese, informou que havia iniciado tratamento
com lamotrigina quatro semanas antes.
Ao exame físico, apresentava temperatura de 39,1 °C, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 108 × 68 mmHg, frequência respiratória de 20 irpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. Observava-se exantema maculopapular confluente acometendo aproximadamente 70% da superfície corporal, edema facial importante, linfonodomegalias cervicais e axilares dolorosas e hepatomegalia discreta. Não havia sinais de descolamento epidérmico, bolhas, lesões em alvo atípicas nem erosões de mucosas.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 11,9 g/dL (VR: 12–16 g/dL); leucócitos 18.600/mm³ (VR: 4.500–11.000/mm³); eosinófilos 2.950 células/mm³ (VR: 0–500/mm³); linfócitos atípicos presentes; plaquetas 198.000/mm³ (VR: 150.000– 450.000/mm³); aspartato aminotransferase (AST) 462 U/L (VR <35 U/L); alanina aminotransferase (ALT) 538 U/L (VR <35 U/L); bilirrubina total 1,6 mg/dL (VR <1,2 mg/dL); albumina 3,0 g/dL (VR: 3,5–5,0 g/dL); razão normalizada internacional (RNI) 1,6 (VR: 0,8–1,2); creatinina 0,9 mg/dL (VR: 0,5–1,0 mg/dL); proteína Creativa (PCR) 6,8 mg/dL (VR <0,5 mg/dL). As investigações para hepatites virais, infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e outras causas infecciosas agudas foram negativas.
O diagnóstico de síndrome DRESS (Drug Reaction with Eosinophilia and Systemic Symptoms) associada à lamotrigina, com comprometimento hepático foi estabelecimento.
Considerando o quadro clínico apresentado e as recomendações internacionais atualmente aceitas, a conduta terapêutica mais apropriada é
Ao exame físico, apresentava temperatura de 39,1 °C, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 108 × 68 mmHg, frequência respiratória de 20 irpm e saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente. Observava-se exantema maculopapular confluente acometendo aproximadamente 70% da superfície corporal, edema facial importante, linfonodomegalias cervicais e axilares dolorosas e hepatomegalia discreta. Não havia sinais de descolamento epidérmico, bolhas, lesões em alvo atípicas nem erosões de mucosas.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 11,9 g/dL (VR: 12–16 g/dL); leucócitos 18.600/mm³ (VR: 4.500–11.000/mm³); eosinófilos 2.950 células/mm³ (VR: 0–500/mm³); linfócitos atípicos presentes; plaquetas 198.000/mm³ (VR: 150.000– 450.000/mm³); aspartato aminotransferase (AST) 462 U/L (VR <35 U/L); alanina aminotransferase (ALT) 538 U/L (VR <35 U/L); bilirrubina total 1,6 mg/dL (VR <1,2 mg/dL); albumina 3,0 g/dL (VR: 3,5–5,0 g/dL); razão normalizada internacional (RNI) 1,6 (VR: 0,8–1,2); creatinina 0,9 mg/dL (VR: 0,5–1,0 mg/dL); proteína Creativa (PCR) 6,8 mg/dL (VR <0,5 mg/dL). As investigações para hepatites virais, infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e outras causas infecciosas agudas foram negativas.
O diagnóstico de síndrome DRESS (Drug Reaction with Eosinophilia and Systemic Symptoms) associada à lamotrigina, com comprometimento hepático foi estabelecimento.
Considerando o quadro clínico apresentado e as recomendações internacionais atualmente aceitas, a conduta terapêutica mais apropriada é
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Um menino de 6 anos de idade, com diagnóstico de asma desde
os 2 anos, foi levado ao ambulatório de Pneumologia Pediátrica
para reavaliação por persistência de sintomas, apesar de
acompanhamento especializado regular. Nos últimos 12 meses,
apresentou cinco exacerbações que necessitaram de
corticosteroide sistêmico, duas internações hospitalares e uma
admissão em unidade de terapia intensiva, sem necessidade de
ventilação mecânica.
Utilizava tratamento controlador máximo recomendado para sua faixa etária, composto por budesonida em dose alta associada ao formoterol, além de broncodilatador de alívio quando necessário. Apesar disso, mantinha sintomas diurnos praticamente diários, despertares noturnos duas a três vezes por semana e importante limitação para atividades físicas.
A técnica inalatória foi reavaliada em duas consultas consecutivas e considerada adequada. A adesão ao tratamento foi superior a 90%, confirmada pelos registros de dispensação farmacêutica. A residência era livre de tabagismo, mofo e animais domésticos. Foram excluídas comorbidades e diagnósticos diferenciais relevantes, incluindo fibrose cística, discinesia ciliar primária, imunodeficiência, aspiração pulmonar crônica e outras doenças respiratórias.
Ao exame físico, apresentava bom estado geral, frequência respiratória de 24 irpm, frequência cardíaca de 102 bpm, saturação periférica de oxigênio de 97% em ar ambiente e sibilos expiratórios discretos e difusos.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 12,8 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos 8.900/mm³ (VR: 5.000–14.500/mm³); eosinófilos 820 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); imunoglobulina E (IgE) total 640 UI/mL (VR: <60 UI/mL para a idade); óxido nítrico exalado fracionado (FeNO) 48 ppb (VR: <20 ppb); proteína C-reativa 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL). Os testes cutâneos por puntura demonstraram sensibilização para ácaros da poeira domiciliar.
Considerando as recomendações do GINA 2026 para crianças com suspeita de asma grave, a conduta mais apropriada nesse momento é
Utilizava tratamento controlador máximo recomendado para sua faixa etária, composto por budesonida em dose alta associada ao formoterol, além de broncodilatador de alívio quando necessário. Apesar disso, mantinha sintomas diurnos praticamente diários, despertares noturnos duas a três vezes por semana e importante limitação para atividades físicas.
A técnica inalatória foi reavaliada em duas consultas consecutivas e considerada adequada. A adesão ao tratamento foi superior a 90%, confirmada pelos registros de dispensação farmacêutica. A residência era livre de tabagismo, mofo e animais domésticos. Foram excluídas comorbidades e diagnósticos diferenciais relevantes, incluindo fibrose cística, discinesia ciliar primária, imunodeficiência, aspiração pulmonar crônica e outras doenças respiratórias.
Ao exame físico, apresentava bom estado geral, frequência respiratória de 24 irpm, frequência cardíaca de 102 bpm, saturação periférica de oxigênio de 97% em ar ambiente e sibilos expiratórios discretos e difusos.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 12,8 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos 8.900/mm³ (VR: 5.000–14.500/mm³); eosinófilos 820 células/mm³ (VR: 0–500 células/mm³); imunoglobulina E (IgE) total 640 UI/mL (VR: <60 UI/mL para a idade); óxido nítrico exalado fracionado (FeNO) 48 ppb (VR: <20 ppb); proteína C-reativa 0,2 mg/dL (VR: <0,5 mg/dL). Os testes cutâneos por puntura demonstraram sensibilização para ácaros da poeira domiciliar.
Considerando as recomendações do GINA 2026 para crianças com suspeita de asma grave, a conduta mais apropriada nesse momento é
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Uma mulher de 27 anos, com história de dermatite atópica desde
a infância, procurou o ambulatório de alergia devido a piora
progressiva das lesões cutâneas, apesar do uso regular de
emolientes, corticosteroides tópicos, inibidores tópicos da
calcineurina e fototerapia.
Ao exame físico, apresentava lesões eczematosas extensas, liquenificação, escoriações e xerose difusa, acometendo aproximadamente 48% da superfície corporal.
Os índices de gravidade mostraram SCORAD (Scoring Atopic Dermatitis) de 76 e EASI (Eczema Area and Severity Index) de 31. Os exames laboratoriais revelaram: imunoglobulina E total 2.340 UI/mL (valor de referência < 100 UI/mL); eosinófilos 980 células/mm³ (valor de referência: 0–500 células/mm³); proteína C-reativa normal; velocidade de hemossedimentação normal.
Considerando os conhecimentos atuais sobre a imunopatogênese da dermatite atópica moderada a grave, o princípio fisiopatológico que fundamenta o desenvolvimento das terapias biológicas atualmente aprovadas consiste em
Ao exame físico, apresentava lesões eczematosas extensas, liquenificação, escoriações e xerose difusa, acometendo aproximadamente 48% da superfície corporal.
Os índices de gravidade mostraram SCORAD (Scoring Atopic Dermatitis) de 76 e EASI (Eczema Area and Severity Index) de 31. Os exames laboratoriais revelaram: imunoglobulina E total 2.340 UI/mL (valor de referência < 100 UI/mL); eosinófilos 980 células/mm³ (valor de referência: 0–500 células/mm³); proteína C-reativa normal; velocidade de hemossedimentação normal.
Considerando os conhecimentos atuais sobre a imunopatogênese da dermatite atópica moderada a grave, o princípio fisiopatológico que fundamenta o desenvolvimento das terapias biológicas atualmente aprovadas consiste em
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