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Um menino de 7 anos foi encaminhado ao serviço de Imunologia
Pediátrica para investigação de infecções bacterianas graves
recorrentes desde os primeiros anos de vida. Em sua história,
havia o relato de duas pneumonias complicadas por abscessos
pulmonares, linfadenites cervicais supurativas, osteomielite em
tíbia e, mais recentemente, abscesso hepático por
Staphylococcus aureus. Como antecedente familiar, a mãe
relatou que um tio materno faleceu ainda na infância após
episódios repetidos de infecções graves.
Ao exame físico, observavam-se cicatrizes cervicais compatíveis com drenagens cirúrgicas prévias de abscessos. Não havia eczema, candidíase mucocutânea persistente nem atraso importante do crescimento.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 12,4 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 14.600/mm³ (VR: 4.500– 13.500/mm³); neutrófilos: 10.900/mm³ (VR: 1.500–8.000/mm³); imunoglobulinas séricas: dentro da normalidade; linfócitos T CD3⁺: normais; linfócitos B CD19⁺: normais.
O teste da dihidrorodamina (DHR) por citometria de fluxo apresentou fluorescência intensamente reduzida após estimulação dos neutrófilos.
Considerando a imunopatogenia da doença apresentada, é correto afirmar que a elevada suscetibilidade a infecções por microrganismos catalase-positivos decorre principalmente da
Ao exame físico, observavam-se cicatrizes cervicais compatíveis com drenagens cirúrgicas prévias de abscessos. Não havia eczema, candidíase mucocutânea persistente nem atraso importante do crescimento.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 12,4 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 14.600/mm³ (VR: 4.500– 13.500/mm³); neutrófilos: 10.900/mm³ (VR: 1.500–8.000/mm³); imunoglobulinas séricas: dentro da normalidade; linfócitos T CD3⁺: normais; linfócitos B CD19⁺: normais.
O teste da dihidrorodamina (DHR) por citometria de fluxo apresentou fluorescência intensamente reduzida após estimulação dos neutrófilos.
Considerando a imunopatogenia da doença apresentada, é correto afirmar que a elevada suscetibilidade a infecções por microrganismos catalase-positivos decorre principalmente da
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Uma menina de 11 anos foi levada pelos pais ao pediatra por
apresentar, há cerca de cinco dias, febre, artrite migratória nos
joelhos e tornozelos e dispneia aos esforços. Quatro semanas
antes, a menor apresentou faringoamigdalite febril, sem
tratamento antibiótico.
Ao exame físico, observava-se frequência cardíaca de 122 bpm, saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente, sopro holossistólico em foco mitral (2+/6+) e artrite no tornozelo esquerdo. O ecocardiograma não evidenciou vegetações.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,6 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 14.800/mm³ (VR: 4.500– 13.500/mm³); proteína C-reativa (PCR): 84 mg/L (VR: <5 mg/L); velocidade de hemossedimentação (VHS): 82 mm/h (VR: <20 mm/h); antiestreptolisina O (ASLO): 1.120 UI/mL (VR: <200 UI/mL); anti-DNase B: elevada. O eletrocardiograma demonstrou prolongamento do intervalo PR, e o ecocardiograma evidenciou insuficiência mitral discreta.
Com base no conhecimento atualmente consolidado sobre a imunopatogênese da febre reumática aguda, o evento imunológico que explica a transição entre a faringite estreptocócica prévia e o desenvolvimento da cardite autoimune é
Ao exame físico, observava-se frequência cardíaca de 122 bpm, saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente, sopro holossistólico em foco mitral (2+/6+) e artrite no tornozelo esquerdo. O ecocardiograma não evidenciou vegetações.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,6 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 14.800/mm³ (VR: 4.500– 13.500/mm³); proteína C-reativa (PCR): 84 mg/L (VR: <5 mg/L); velocidade de hemossedimentação (VHS): 82 mm/h (VR: <20 mm/h); antiestreptolisina O (ASLO): 1.120 UI/mL (VR: <200 UI/mL); anti-DNase B: elevada. O eletrocardiograma demonstrou prolongamento do intervalo PR, e o ecocardiograma evidenciou insuficiência mitral discreta.
Com base no conhecimento atualmente consolidado sobre a imunopatogênese da febre reumática aguda, o evento imunológico que explica a transição entre a faringite estreptocócica prévia e o desenvolvimento da cardite autoimune é
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Um menino de 2 anos e 10 meses foi internado com febre diária
havia oito dias (temperatura máxima: 39,6 °C), hiperemia
conjuntival bilateral não exsudativa, eritema e fissuras labiais,
língua em "framboesa", exantema polimorfo difuso, edema de
mãos e pés e linfonodomegalia cervical unilateral de 2,3 cm.
Evoluiu com descamação periungueal no décimo segundo dia de
doença.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 10,4 g/dL (valor de referência: 11,0–13,5 g/dL); leucócitos: 19.200/mm³ (valor de referência: 6.000–17.500/mm³); neutrófilos: 81% (valor de referência: 30–60%); plaquetas: 648.000/mm³ (valor de referência: 150.000–450.000/mm³); proteína C-reativa (PCR): 158 mg/L (valor de referência: <5 mg/L); velocidade de hemossedimentação (VHS): 96 mm/h (valor de referência: < 20 mm/h). O ecocardiograma evidenciou dilatação da artéria coronária descendente anterior.
Com base no conhecimento atualmente consolidado, o mecanismo imunopatogênico que explica simultaneamente a vasculite sistêmica e a formação dos aneurismas coronarianos nessa doença é a
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 10,4 g/dL (valor de referência: 11,0–13,5 g/dL); leucócitos: 19.200/mm³ (valor de referência: 6.000–17.500/mm³); neutrófilos: 81% (valor de referência: 30–60%); plaquetas: 648.000/mm³ (valor de referência: 150.000–450.000/mm³); proteína C-reativa (PCR): 158 mg/L (valor de referência: <5 mg/L); velocidade de hemossedimentação (VHS): 96 mm/h (valor de referência: < 20 mm/h). O ecocardiograma evidenciou dilatação da artéria coronária descendente anterior.
Com base no conhecimento atualmente consolidado, o mecanismo imunopatogênico que explica simultaneamente a vasculite sistêmica e a formação dos aneurismas coronarianos nessa doença é a
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Um lactente de 5 meses foi levado ao pronto-socorro por
episódios repetidos de vômitos intensos, letargia e palidez
iniciados cerca de duas horas após a introdução de uma nova
fórmula infantil. Aproximadamente seis horas após o início dos
sintomas, evoluiu com diarreia aquosa, sem urticária,
angioedema, sibilância ou outras manifestações respiratórias.
Permaneceu afebril durante todos os episódios e apresentou
recuperação clínica completa entre as crises. Em nova exposição
à mesma fórmula, evoluiu com hipotensão arterial, necessitando
expansão volêmica intravenosa.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,2 g/dL (valor de referência: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 18.600/mm³ (valor de referência: 6.000–17.500/mm³); neutrófilos: 82% (valor de referência: 30–60%); eosinófilos: 2% (valor de referência: 1– 6%); plaquetas: 428.000/mm³ (valor de referência: 150.000– 450.000/mm³); proteína C-reativa (PCR): 18 mg/L (valor de referência: <5 mg/L); lactato sérico: 1,6 mmol/L (valor de referência: 0,5–2,2 mmol/L). A dosagem sérica de imunoglobulina E (IgE) específica para proteínas do leite de vaca foi negativa, assim como o teste cutâneo de hipersensibilidade imediata.
Considerando o mecanismo imunopatogênico predominante atualmente reconhecido para essa síndrome, a principal alteração responsável pelo desenvolvimento do quadro clínico foi a
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,2 g/dL (valor de referência: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 18.600/mm³ (valor de referência: 6.000–17.500/mm³); neutrófilos: 82% (valor de referência: 30–60%); eosinófilos: 2% (valor de referência: 1– 6%); plaquetas: 428.000/mm³ (valor de referência: 150.000– 450.000/mm³); proteína C-reativa (PCR): 18 mg/L (valor de referência: <5 mg/L); lactato sérico: 1,6 mmol/L (valor de referência: 0,5–2,2 mmol/L). A dosagem sérica de imunoglobulina E (IgE) específica para proteínas do leite de vaca foi negativa, assim como o teste cutâneo de hipersensibilidade imediata.
Considerando o mecanismo imunopatogênico predominante atualmente reconhecido para essa síndrome, a principal alteração responsável pelo desenvolvimento do quadro clínico foi a
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Um rapaz de 15 anos procurou atendimento por apresentar febre
alta, cefaleia, dor retro-orbitária, mialgia e exantema havia
quatro dias. Relatou episódio de dengue confirmado
laboratorialmente quatro anos antes, com recuperação completa.
Na infecção atual, a pesquisa do RNA do vírus da dengue (DENV)
foi positiva e identificou sorotipo diferente daquele
documentado na primeira infecção. Durante a evolução,
apresentou dor abdominal intensa, vômitos persistentes e
aumento progressivo do hematócrito associado à redução da
contagem de plaquetas, sendo internado para monitorização e
tratamento.
Considerando que infecções sequenciais por diferentes sorotipos do DENV podem, em determinadas circunstâncias, aumentar o risco de formas graves da doença, assinale a opção que descreve corretamente um dos principais mecanismos imunológicos envolvidos nesse fenômeno.
Considerando que infecções sequenciais por diferentes sorotipos do DENV podem, em determinadas circunstâncias, aumentar o risco de formas graves da doença, assinale a opção que descreve corretamente um dos principais mecanismos imunológicos envolvidos nesse fenômeno.
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Um menino de 11 anos foi levado pelos responsáveis ao
ambulatório de Gastroenterologia Pediátrica por apresentar
disfagia progressiva para alimentos sólidos, episódios recorrentes
de impactação alimentar e dor retroesternal havia
aproximadamente oito meses. Apresentava antecedentes de
rinite alérgica e dermatite atópica.
A endoscopia digestiva alta evidenciou anéis esofágicos concêntricos, sulcos longitudinais e exsudatos esbranquiçados. Foram obtidas múltiplas biópsias do esôfago, que demonstraram infiltrado intraepitelial com 52 eosinófilos por campo de grande aumento, além de hiperplasia da camada basal e fibrose da lâmina própria.
Considerando o diagnóstico de esofagite eosinofílica e seus mecanismos imunopatogênicos, assinale a opção que melhor descreve o mecanismo responsável pela quimiotaxia e pelo recrutamento preferencial de eosinófilos para o epitélio esofágico.
A endoscopia digestiva alta evidenciou anéis esofágicos concêntricos, sulcos longitudinais e exsudatos esbranquiçados. Foram obtidas múltiplas biópsias do esôfago, que demonstraram infiltrado intraepitelial com 52 eosinófilos por campo de grande aumento, além de hiperplasia da camada basal e fibrose da lâmina própria.
Considerando o diagnóstico de esofagite eosinofílica e seus mecanismos imunopatogênicos, assinale a opção que melhor descreve o mecanismo responsável pela quimiotaxia e pelo recrutamento preferencial de eosinófilos para o epitélio esofágico.
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Um lactente do sexo masculino, com 4 meses de idade, foi
encaminhado ao serviço de Imunologia Pediátrica por apresentar
diarreia aquosa intensa desde o primeiro mês de vida,
importante dificuldade de ganho ponderoestatural e dermatite
eczematosa difusa de início precoce.
Nas últimas semanas, ele desenvolveu hiperglicemia persistente, sendo iniciado tratamento com insulina. Não apresentou infecções bacterianas graves nem infecções oportunistas recorrentes.
Os exames laboratoriais revelaram: hemoglobina: 9,8 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 6.000–17.500/mm³); eosinófilos: 14% (VR: 1–6%); imunoglobulina E (IgE): 2.180 UI/mL (VR: <15 UI/mL para a idade); imunoglobulinas G, A e M dentro dos valores esperados para a idade; autoanticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD) positivos.
A endoscopia digestiva alta evidenciou enteropatia inflamatória difusa, e a biópsia duodenal revelou infiltrado linfoplasmocitário da lâmina própria, atrofia vilositária parcial e aumento de linfócitos T intraepiteliais, sem evidência de agentes infecciosos. O sequenciamento genético identificou uma variante patogênica hemizigótica no gene FOXP3.
A alteração imunológica que melhor explica, de forma integrada, as manifestações clínicas, laboratoriais e moleculares desse paciente é
Nas últimas semanas, ele desenvolveu hiperglicemia persistente, sendo iniciado tratamento com insulina. Não apresentou infecções bacterianas graves nem infecções oportunistas recorrentes.
Os exames laboratoriais revelaram: hemoglobina: 9,8 g/dL (VR: 10,5–13,5 g/dL); leucócitos: 8.900/mm³ (VR: 6.000–17.500/mm³); eosinófilos: 14% (VR: 1–6%); imunoglobulina E (IgE): 2.180 UI/mL (VR: <15 UI/mL para a idade); imunoglobulinas G, A e M dentro dos valores esperados para a idade; autoanticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD) positivos.
A endoscopia digestiva alta evidenciou enteropatia inflamatória difusa, e a biópsia duodenal revelou infiltrado linfoplasmocitário da lâmina própria, atrofia vilositária parcial e aumento de linfócitos T intraepiteliais, sem evidência de agentes infecciosos. O sequenciamento genético identificou uma variante patogênica hemizigótica no gene FOXP3.
A alteração imunológica que melhor explica, de forma integrada, as manifestações clínicas, laboratoriais e moleculares desse paciente é
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Um homem de 18 anos iniciou poliquimioterapia para o
tratamento de hanseníase dimorfa. Cerca de sete semanas após o
início do tratamento, apresentou aumento progressivo do
eritema e da infiltração das placas cutâneas previamente
existentes, acompanhado de espessamento doloroso dos nervos
ulnar e fibular comum direitos e redução da força de dorsiflexão
do pé direito. Negou febre, artralgias, mal-estar ou aparecimento
de novos nódulos cutâneos.
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 14,1 g/dL (VR: 13,5–17,5 g/dL); leucócitos 8.100/mm³ (VR: 4.000–11.000/mm³); neutrófilos 63% (VR: 40–70%); eosinófilos 2% (VR: 1–6%).
A biópsia de uma das lesões revelou granulomas epitelioides bem organizados, infiltrado linfocitário mais intenso e escassez de bacilos íntegros à coloração de Fite-Faraco quando comparada à biópsia realizada antes do tratamento.
No caso apresentado, a alteração imunológica predominantemente responsável pela evolução clínica e histopatológica descrita é
Os exames laboratoriais mostraram: hemoglobina 14,1 g/dL (VR: 13,5–17,5 g/dL); leucócitos 8.100/mm³ (VR: 4.000–11.000/mm³); neutrófilos 63% (VR: 40–70%); eosinófilos 2% (VR: 1–6%).
A biópsia de uma das lesões revelou granulomas epitelioides bem organizados, infiltrado linfocitário mais intenso e escassez de bacilos íntegros à coloração de Fite-Faraco quando comparada à biópsia realizada antes do tratamento.
No caso apresentado, a alteração imunológica predominantemente responsável pela evolução clínica e histopatológica descrita é
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Em um hospital universitário, cerca de seis horas após receber
uma injeção intramuscular de penicilina benzatina para o
tratamento de sífilis secundária, um paciente apresentou febre
de 39,1 °C, calafrios intensos, cefaleia, mialgia, discreta
hipotensão arterial e exacerbação transitória das lesões cutâneas,
tendo permanecido consciente, orientado e sem urticária,
angioedema, broncoespasmo, estridor ou outras manifestações
sugestivas de anafilaxia.
Durante a discussão do caso, o preceptor dos residentes ressaltou que esse quadro representava uma resposta inflamatória aguda desencadeada pela rápida destruição do Treponema pallidum, e não uma reação de hipersensibilidade genuína à penicilina.
Considerando a imunopatogênese atualmente aceita da reação de Jarisch-Herxheimer, assinale a opção que identifica o principal mecanismo imunológico responsável por esse evento.
Durante a discussão do caso, o preceptor dos residentes ressaltou que esse quadro representava uma resposta inflamatória aguda desencadeada pela rápida destruição do Treponema pallidum, e não uma reação de hipersensibilidade genuína à penicilina.
Considerando a imunopatogênese atualmente aceita da reação de Jarisch-Herxheimer, assinale a opção que identifica o principal mecanismo imunológico responsável por esse evento.
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Um menino de 7 anos foi levado ao pronto-socorro cerca de 15
minutos após receber, por via intramuscular, uma injeção de
penicilina benzatina para tratamento de faringoamigdalite
estreptocócica. Segundo a equipe assistente, evoluiu
rapidamente com prurido generalizado, urticária disseminada,
edema de lábios, rouquidão, estridor laríngeo, sibilância difusa e
hipotensão arterial.
Ao exame físico, apresentava frequência cardíaca de 148 bpm, frequência respiratória de 36 irpm, pressão arterial de 72/40 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 87% em ar ambiente.
Após administração de adrenalina, oxigenoterapia e expansão volêmica, houve estabilização clínica.
Durante a discussão do caso, um residente afirmou que "a alergia à penicilina é sempre mediada por imunoglobulina E (IgE)". O preceptor, contudo, esclareceu que a reação observada corresponde apenas a um dos possíveis fenótipos imunológicos induzidos pelos antibióticos β-lactâmicos.
Assim, sob o ponto de vista imunológico, essa diversidade de manifestações clínicas decorre do fato de que os antibióticos βlactâmicos
Ao exame físico, apresentava frequência cardíaca de 148 bpm, frequência respiratória de 36 irpm, pressão arterial de 72/40 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 87% em ar ambiente.
Após administração de adrenalina, oxigenoterapia e expansão volêmica, houve estabilização clínica.
Durante a discussão do caso, um residente afirmou que "a alergia à penicilina é sempre mediada por imunoglobulina E (IgE)". O preceptor, contudo, esclareceu que a reação observada corresponde apenas a um dos possíveis fenótipos imunológicos induzidos pelos antibióticos β-lactâmicos.
Assim, sob o ponto de vista imunológico, essa diversidade de manifestações clínicas decorre do fato de que os antibióticos βlactâmicos
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