Mulher de 67 anos procura unidade de emergência com queixa de fadiga, fraqueza e palpitação, com início há 3 dias. Encontra-se
hemodinamicamente estável. Seu eletrocardiograma é apresentado na imagem a seguir.
Mulher cisgênero de 26 anos, profissional do sexo, comparece
a uma Unidade Básica de Saúde para consulta agendada. Relata
uso inconsistente de preservativos e manifesta preocupação
com o risco de infecção pelo HIV. Nega comorbidades ou uso
contínuo de medicações. Realizou teste rápido para HIV há
2 meses em uma ação social, com resultado não reagente,
e exames laboratoriais recentes, que mostram função renal
preservada. Durante a consulta, a médica de família oferta
novos testes rápidos para HIV, sífilis, hepatites B e C, todos não
reagentes, e exclui, por anamnese e exame físico, a presença
de sinais e sintomas de infecção aguda pelo HIV ou outras
infecções sexualmente transmissíveis ativas no momento.
Considerando-se o início da prevenção, o manejo da profilaxia
pré-exposição (PrEP) para esse caso é prescrevê-la na
modalidade
Mulher de 20 anos procura Unidade de Pronto Atendimento
devido a queixa de corrimento vaginal há 7 dias, associado
a odor fétido e prurido leve. Refere início recente de dor
pélvica hipogástrica, febre não aferida e dispareunia. O exame
ginecológico mostra corrimento acinzentado, colo uterino
doloroso à mobilização e dor à palpação anexial bilateral.
Qual é o tratamento medicamentoso nesse caso,
considerando-se o diagnóstico provável?
Homem de 58 anos, no 2º dia de pós-operatório de
hemicolectomia esquerda por neoplasia de cólon, apresenta
distensão abdominal progressiva, náuseas e vômitos
ocasionais. Refere não ter eliminado flatos ou fezes desde o
procedimento. Exame físico: paciente em bom estado geral,
lúcido, afebril; PA 120 x 80 mmHg; FC 78 bpm. Abdome:
globoso, com timpanismo difuso, indolor à palpação, sem
massas ou sinais de peritonite; ruídos hidroaéreos diminuídos.
A radiografia simples de abdome em pé e deitado mostra
distensão difusa de alças de delgado e cólon, sem níveis
hidroaéreos.
Diante do quadro clínico apresentado, a conduta recomendada
nesse momento é
Menino de 2 anos e 3 meses é levado pela mãe a uma Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina. Ela refere palidez progressiva e redução do apetite nos últimos dois meses. O exame físico mostra palidez cutaneomucosa, sem outros achados relevantes. O hemograma mostra os seguintes resultados.
Homem de 49 anos, com diabetes mellitus tipo 2, em uso irregular de metformina e dapaglifozina, procura uma Unidade de Pronto Atendimento com queixa de poliúria, polidipsia, fadiga e visão turva há 3 dias. Ao exame físico, apresenta-se hemodinamicamente estável, discretamente desidratado, sem sinais de infecção, sem dor abdominal e sem náuseas ou vômitos. Glicemia capilar: 420 mg/dL. Glicemia plasmática confirmatória: 460 mg/dL. Foram realizados exames para avaliação do quadro clínico do paciente, cujos resultados são apresentados na seguinte tabela.
Homem de 58 anos, que era residente em território adscrito a
uma Unidade de Saúde da Família, vinha sendo acompanhado,
há alguns meses, por queixa de dor abdominal recorrente,
constipação crônica, anemia normocítica persistente,
parestesias e alterações da memória. Era casado, sem filhos,
e trabalhava há mais de 20 anos em sua própria oficina de
reciclagem de bateria automotiva. Em determinada ocasião,
procurou atendimento em uma Unidade Básica de Saúde
devido à exacerbação dos sintomas, com forte dor abdominal.
O exame físico feito no momento revelou confusão mental
e dor difusa à palpação do abdome. O paciente foi, então,
encaminhado para o pronto-socorro; porém, nas primeiras
24 horas da internação, evoluiu com insuficiência renal,
convulsão, coma e óbito, devido a uma provável intoxicação
por chumbo.
Qual é o papel da atenção primária em saúde com relação à
vigilância do caso?
Mulher de 23 anos, G2P0A1, com última menstruação há 8
semanas, é atendida em uma emergência com dor pélvica
leve e sangramento vaginal em pequena quantidade.
PA 120 x 70 mmHg e FC 82 bpm. Ao exame físico, apresentase lúcida e orientada, sem dor à palpação de abdômen e
pelve. Tem beta-HCG quantitativo de 1920 mUI/mL na
primeira dosagem e 700 mUI/mL na segunda dosagem. Na
ultrassonografia transvaginal: ausência de saco gestacional
na cavidade uterina; presença de massa anexial esquerda de
2,0 cm com sinal de anel tubário e ausência de batimento
cardíaco fetal ou de líquido livre na cavidade pélvica.
Qual é a estratégia de manejo indicada nesse caso?
Mulher de 54 anos, com obesidade moderada, procura
a emergência clínica de um hospital terciário, relatando
dor contínua em hipocôndrio direito, há 72 horas, que se
intensificou nas últimas 6 horas, acompanhada de náuseas
e febre baixa. Durante a palpação profunda do hipocôndrio
direito, apresenta interrupção súbita da inspiração
profunda. O hemograma mostra contagem de leucócitos de
12.000 células/mm3
(VR: 4.450 a 10.950 células/mm3
), e a
ultrassonografia revela vesícula biliar com paredes de 0,8 cm
de espessura, múltiplas imagens arredondadas com sombra
acústica posterior e colédoco com 0,4 cm de diâmetro.
Com base na principal hipótese diagnóstica, qual é a conduta
indicada nesse caso?
Criança de 1 ano e 9 meses, previamente hígida, é levada
a uma Unidade Básica de Saúde devido a quadro de rash
cutâneo iniciado há 12 horas. Nos últimos três dias, vinha
apresentando febre, irritabilidade e inapetência, sem outras
manifestações. A febre cessou quando o rash cutâneo surgiu,
de maneira repentina, inicialmente no tórax, seguido pelos
braços. O exame físico revela paciente em estado geral
preservado, ativo, brincando durante avaliação e afebril.
Constata-se presença de exantema maculopapular de
coloração rosada em face, tronco e extremidades. Palpado
linfonodo em região cervical anterior direita, indolor, móvel,
fibroelástico, de aproximadamente 0,5 cm. Não há outros
achados.