Foram encontradas 296.968 questões.
Homem de 64 anos, agricultor, residente em zona rural,
está em investigação em uma Unidade Básica de Saúde por
insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. De
antecedentes relevantes, informa 2 episódios de malária há
10 anos e hipertensão arterial controlada. A mãe faleceu de
arritmia aos 48 anos. Exames laboratoriais descartam diabetes
mellitus e dislipidemia. Eletrocardiograma apresenta bloqueio
de ramo direito. Ecocardiograma mostra dilatação ventricular
excêntrica bilateral.
Considerando-se a principal hipótese clínica e a fase da doença, qual método laboratorial é indicado para a confirmação diagnóstica nesse caso?
Considerando-se a principal hipótese clínica e a fase da doença, qual método laboratorial é indicado para a confirmação diagnóstica nesse caso?
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Adolescente de 14 anos foi levada a uma Unidade Básica de
Saúde pelos pais por apresentar “medo intenso de engordar”.
Refere preocupação excessiva com ganho de peso há 1 ano,
razão pela qual tem feito restrição alimentar progressiva
durante o dia. Relata, porém, episódios de compulsão
alimentar quase todas as noites da semana, nos últimos
4 meses, quando não consegue controlar a quantidade e a
qualidade do que come. Menciona compensar os episódios
de compulsão alimentar com jejuns prolongados e exercícios
físicos excessivos. Nega histórico de vômitos autoinduzidos
ou uso de laxantes. Não há comorbidades clínicas prévias. O
exame físico revela: paciente consciente e orientada; sinais
vitais estáveis; IMC 23 kg/m2
; pele levemente ressecada e
ausência de sinais de desnutrição ou outras alterações.
Qual é a principal hipótese diagnóstica nesse caso?
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Gestante de 38 anos, G3PC1A1, com 38 semanas de gestação,
comparece a um pronto atendimento referindo sangramento
vaginal, iniciado há 1 hora. Ela descreve o sangramento
como moderado, de cor vermelho vivo, e afirma que iniciou
após um episódio de forte dor abdominal. Relata que, desde
então, o útero permanece “muito duro” e que percebeu
redução dos movimentos fetais. Nega perda de líquido.
A paciente possui histórico de hipertensão gestacional
na gravidez atual. Ao exame físico, mostra-se pálida, com
PA 150 x 95 mmHg e FC 105 bpm. O abdome está doloroso
à palpação, com hipertonia uterina. Identifica-se batimento
cardíaco fetal variando de 100 a 110 bpm de forma sustentada.
A inspeção especular revela moderada quantidade de sangue
vermelho vivo no fundo vaginal.
Qual é a conduta imediata nessa situação?
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Homem de 45 anos, sem comorbidades, realizou hernioplastia
inguinal aberta com tela há 7 dias, e retorna ao ambulatório
com dor no local da cirurgia. Nega febre ou calafrios. Ao exame
físico, apresenta, no terço médio da ferida operatória: área de
tumefação; rubor e calor. Não há evidências de acometimento
de fáscia ou plano muscular.
Diante do quadro apresentado, qual é a conduta nesse momento?
Diante do quadro apresentado, qual é a conduta nesse momento?
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Escolar de 8 anos, asmático prévio sem tratamento intercrises
e com uso frequente de salbutamol de resgate (4 vezes
nos últimos 6 meses), deu entrada em uma Unidade de
Pronto Atendimento em crise aguda de asma. Na admissão,
apresentava fala entrecortada, FR 40 irpm, SatO2
90% em ar
ambiente, FC 112 bpm, murmúrio vesicular abafado e retração
de fúrcula. Foi monitorizado, prescrito corticoide via oral e
3 ciclos de salbutamol e ipratrópio por via inalatória. Após
o tratamento inicial, o paciente mantém fala entrecortada,
FR 42 irpm, SatO2
92% em ar ambiente, FC 128 bpm, sibilos
difusos, retração de fúrcula, uso de musculatura abdominal e
tempo expiratório prolongado.
A conduta medicamentosa após o tratamento inicial é administrar
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Mulher de 56 anos, hipertensa mal controlada, com
obesidade grau 3, tabagista ativa de 60 maços/ano, procura
uma Unidade de Pronto Atendimento por dor torácica,
iniciada há 2 horas e 30 minutos. A dor é do tipo queimação,
retroesternal, que piora com esforço e melhora com repouso.
O eletrocardiograma demonstrou infradesnivelamento do
segmento ST > 0,5 mm em V1, V2, V3 e V4. Foi realizada
dosagem de troponina de alta sensibilidade à admissão, com
resultado de 6 ng/L (VR: até 9 ng/L). Após administração
de nitrato e morfina, a paciente está hemodinamicamente
estável e sem dor.
Qual é a próxima conduta no manejo dessa paciente?
Qual é a próxima conduta no manejo dessa paciente?
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Homem de 27 anos procura Unidade Básica de Saúde
referindo febre, mialgia, artralgia, cefaleia e dor retroorbitária, iniciadas há 7 dias. Relatou vômitos frequentes
há 2 dias. Nega ter viajado nas últimas 2 semanas. O exame
físico mostra: temperatura axilar 39 °C; desidratado (2+/4+);
PA 80 x 50 mmHg; FC 120 bpm; FR 22 irpm; abdome com dor
difusa à palpação profunda; exantema maculopapular em
tronco e membros superiores.
A confirmação do diagnóstico provável nesse caso será determinada por
A confirmação do diagnóstico provável nesse caso será determinada por
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Mulher de 35 anos, nuligesta, comparece à consulta em
Unidade Básica de Saúde com queixa de dismenorreia
progressiva e de hematoquezia quando está menstruada.
Relata que as cólicas menstruais pioraram há 5 anos e que
precisou procurar o pronto-socorro em duas ocasiões por
dor pélvica forte e necessidade de medicação intravenosa.
Afirma não fazer uso de contracepção hormonal por não ter
atividade sexual há 10 anos. Nega doenças crônicas ou uso
de medicações. Refere constipação, com piora nos últimos
6 meses, e distensão abdominal. Ao exame físico, observa-se abdome indolor à palpação; exame especular sem lesões
visíveis; toque vaginal com dor à mobilização do colo uterino;
útero pouco móvel; palpação de nódulos endurecidos e
doloridos em fórnice vaginal posterior.
Considerando-se a provável hipótese diagnóstica, qual é o exame de referência para investigação inicial nesse caso?
Considerando-se a provável hipótese diagnóstica, qual é o exame de referência para investigação inicial nesse caso?
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Gestante de 32 semanas é socorrida por equipe de
atendimento pré-hospitalar após sofrer acidente
automobilístico. A paciente está conversando. Apresenta:
escala de Glasgow 12; FC 108 bpm; PA 90 x 60 mmHg. É
imobilizada em prancha rígida com colar cervical.
Qual é a conduta indicada para otimizar o retorno venoso materno, durante o transporte, sem risco de comprometer a estabilização da coluna vertebral da paciente?
Qual é a conduta indicada para otimizar o retorno venoso materno, durante o transporte, sem risco de comprometer a estabilização da coluna vertebral da paciente?
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Criança de 4 anos, previamente saudável, é levada a
uma Unidade de Pronto Atendimento após início súbito
de dificuldade respiratória, estridor inspiratório intenso,
sialorreia, postura sentada em tripé, aspecto tóxico e
rebaixamento de nível de consciência. A mãe relata que a
criança estava bem até poucas horas antes do episódio. Ao
exame: FC 160 bpm; FR 50 irpm; SatO2
86% em ar ambiente;
temperatura axilar 40 °C. A criança apresenta piora da
dispneia à manipulação.
Qual é a principal hipótese diagnóstica nesse caso?
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