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A respeito de emergências clínicas, julgue os itens que se seguem.
Na embolia pulmonar de alto risco (maciça), há choque do tipo distributivo.
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A respeito de emergências clínicas, julgue os itens que se seguem.
No paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com hipercapnia, a oferta de oxigênio em excesso produz agravamento da hipercapnia, devido ao pior acoplamento da relação ventilação/perfusão, uma vez que áreas com ventilação comprometida passam a ser mais perfundidas.
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No que se refere a doenças endócrinas, julgue os próximos itens.
O excesso de iodo é o responsável pelo hipotireoidismo que pode se desenvolver em pacientes que fazem uso crônico de sotalol como antiarrítmico.
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A respeito de doenças gastrointestinais, julgue os itens seguintes.
Os cálculos de bilirrubinato de cálcio correspondem a mais de 90% dos cálculos biliares detectados em países ocidentais, sendo classificados como pigmentares.
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Um paciente de 70 anos de idade, hipertenso e ex-tabagista (30 maços/ano), foi admitido no pronto-socorro de um hospital terciário, com quadro de dor torácica súbita havia cerca de três horas. A dor havia se iniciado em repouso, era mal localizada, descrita como opressiva e acompanhada de dispneia intensa. Durante o trajeto até o hospital, o paciente havia apresentado um episódio de síncope sem pródromos, com recuperação espontânea em poucos minutos, sem liberação esfincteriana e sem período pós-ictal. Segundo ele, tinha passado por cirurgia ortopédica para artroplastia de quadril direito havia duas semanas. Relatou também dor e aumento de volume na panturrilha direita havia três dias. Negou febre, tosse produtiva ou hemoptise. Estava em uso somente de anlodipino 5 mg ao dia.
No exame físico na admissão, encontrava-se dispneico e ansioso. Apresentava frequência cardíaca de 101 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, SatO2 de 89% em ar ambiente e pressão arterial de 88 mmHg × 58 mmHg. A ausculta pulmonar mostrou murmúrio vesicular globalmente diminuído, sem estertores significativos. Observou-se turgência jugular a 45°, além de edema assimétrico em membro inferior direito, com aumento de circunferência da panturrilha, dor à palpação profunda e discreta hiperemia local. O eletrocardiograma realizado na admissão é apresentado a seguir. A concentração de troponina ultrassensível era de 20 ng/L (valor de referência < 14 ng/L) e de BNP era de 650 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL). Os exames laboratoriais de rotina não revelaram anormalidades.

Tendo como referência o quadro clínico hipotético descrito, julgue os itens subsecutivos.
Espera-se que a ecocardiografia com doppler evidencie sinais de disfunção do ventrículo direito associados a aumento da pressão na artéria pulmonar.
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Uma paciente de 70 anos de idade, portadora de hipertensão arterial, procurou a emergência médica por apresentar dor torácica intensa, de caráter lancinante, localizada na parede anterior do tórax e com irradiação para a região cervical, iniciada havia cerca de duas horas e sem alívio com analgésicos usuais. Ela negou comorbidades. No exame físico, encontrava-se sudorética, sem cianose, com SatO2 de 94% em ar ambiente, pressão arterial de 196 mmHg × 118 mmHg e frequência cardíaca de 90 bpm. A ausculta cardíaca revelou ritmo regular em dois tempos, com sopro diastólico de baixa intensidade (1+/4), auscultado no segundo espaço intercostal direito, junto à borda esternal. Os níveis de troponina ultrassensível estavam dentro da normalidade. O eletrocardiograma realizado no atendimento é apresentado a seguir.

Considerando esse quadro clínico hipotético, julgue os itens subsequentes.
Recomenda-se a administração intravenosa de metoprolol na paciente, com o objetivo de reduzir a pressão arterial sistólica para valores inferiores a 120 mmHg.
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Uma paciente de 70 anos de idade, portadora de hipertensão arterial, procurou a emergência médica por apresentar dor torácica intensa, de caráter lancinante, localizada na parede anterior do tórax e com irradiação para a região cervical, iniciada havia cerca de duas horas e sem alívio com analgésicos usuais. Ela negou comorbidades. No exame físico, encontrava-se sudorética, sem cianose, com SatO2 de 94% em ar ambiente, pressão arterial de 196 mmHg × 118 mmHg e frequência cardíaca de 90 bpm. A ausculta cardíaca revelou ritmo regular em dois tempos, com sopro diastólico de baixa intensidade (1+/4), auscultado no segundo espaço intercostal direito, junto à borda esternal. Os níveis de troponina ultrassensível estavam dentro da normalidade. O eletrocardiograma realizado no atendimento é apresentado a seguir.

Considerando esse quadro clínico hipotético, julgue os itens subsequentes.
O mecanismo fisiopatológico mais provável nesse caso consiste na instabilização e ruptura de uma placa aterosclerótica, com subsequente formação de um trombo oclusivo.
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Uma paciente de 84 anos de idade compareceu ao ambulatório queixando-se de dispneia progressiva aos esforços havia seis meses. No atendimento, apresentava dificuldade para caminhar no plano por distâncias maiores que 100 metros. Ela relatou ter hipertensão arterial sistêmica, diagnosticada havia aproximadamente 20 anos, estando em uso regular de lisinopril 20 mg ao dia. Negou vícios. No exame físico, encontrava-se em regular estado geral, com frequência cardíaca de 70 bpm e pressão arterial de 128 mmHg × 72 mmHg, com pulso carotídeo de baixa amplitude, com subida lenta e pico tardio, ictus cordis sustentado e prolongado. Na ausculta cardíaca, observou-se ritmo regular em dois tempos e sopro sistólico ejetivo com pico telessistólico, auscultado no 2.º espaço intercostal direito, junto à borda esternal, de caráter crescendo-decrescendo, com irradiação para as artérias carótidas em intensidade 3+/4, com frêmito palpável. Os demais achados do exame físico não evidenciaram alterações relevantes. O eletrocardiograma realizado no dia da consulta é apresentado a seguir.

Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético precedente.
Recomenda-se a realização de teste ergoespirométrico para avaliar a reserva inotrópica e a capacidade funcional da paciente, o que contribuirá para orientar a decisão terapêutica.
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Uma paciente de 84 anos de idade compareceu ao ambulatório queixando-se de dispneia progressiva aos esforços havia seis meses. No atendimento, apresentava dificuldade para caminhar no plano por distâncias maiores que 100 metros. Ela relatou ter hipertensão arterial sistêmica, diagnosticada havia aproximadamente 20 anos, estando em uso regular de lisinopril 20 mg ao dia. Negou vícios. No exame físico, encontrava-se em regular estado geral, com frequência cardíaca de 70 bpm e pressão arterial de 128 mmHg × 72 mmHg, com pulso carotídeo de baixa amplitude, com subida lenta e pico tardio, ictus cordis sustentado e prolongado. Na ausculta cardíaca, observou-se ritmo regular em dois tempos e sopro sistólico ejetivo com pico telessistólico, auscultado no 2.º espaço intercostal direito, junto à borda esternal, de caráter crescendo-decrescendo, com irradiação para as artérias carótidas em intensidade 3+/4, com frêmito palpável. Os demais achados do exame físico não evidenciaram alterações relevantes. O eletrocardiograma realizado no dia da consulta é apresentado a seguir.

Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético precedente.
O caso em apreço deve ser avaliado por um heart team, composto por cardiologista clínico, cardiologista intervencionista e cirurgião-cardiovascular, a fim de se definir a estratégia terapêutica mais adequada para a paciente.
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Uma paciente de 84 anos de idade compareceu ao ambulatório queixando-se de dispneia progressiva aos esforços havia seis meses. No atendimento, apresentava dificuldade para caminhar no plano por distâncias maiores que 100 metros. Ela relatou ter hipertensão arterial sistêmica, diagnosticada havia aproximadamente 20 anos, estando em uso regular de lisinopril 20 mg ao dia. Negou vícios. No exame físico, encontrava-se em regular estado geral, com frequência cardíaca de 70 bpm e pressão arterial de 128 mmHg × 72 mmHg, com pulso carotídeo de baixa amplitude, com subida lenta e pico tardio, ictus cordis sustentado e prolongado. Na ausculta cardíaca, observou-se ritmo regular em dois tempos e sopro sistólico ejetivo com pico telessistólico, auscultado no 2.º espaço intercostal direito, junto à borda esternal, de caráter crescendo-decrescendo, com irradiação para as artérias carótidas em intensidade 3+/4, com frêmito palpável. Os demais achados do exame físico não evidenciaram alterações relevantes. O eletrocardiograma realizado no dia da consulta é apresentado a seguir.

Julgue os seguintes itens, referentes ao caso clínico hipotético precedente.
Gradiente médio de pressão sistólica acima de 40 mmHg e área real do orifício aórtico, calculada pela equação de continuidade, superior a 1 cm2 são os achados esperados em eventual ecocardiografia dessa paciente.
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