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Uma gestante primigesta, com ciclos menstruais
previamente regulares e DUM de certeza, comparece à
consulta de pré-natal apresentando um laudo de
ultrassonografia transvaginal realizado precocemente. Ao
comparar os métodos, o médico observa que a Idade
Gestacional (IG) calculada pela DUM é de 8 semanas e 2
dias, enquanto a IG estimada pela medida do Comprimento
Cabeça-Nádegas (CCN) no exame de imagem é de 7
semanas e 3 dias.
De acordo com os critérios de datação da gestação recomendados pela Febrasgo para o primeiro trimestre, qual deve ser a conduta do médico em relação à definição da idade gestacional para o acompanhamento pré-natal?
De acordo com os critérios de datação da gestação recomendados pela Febrasgo para o primeiro trimestre, qual deve ser a conduta do médico em relação à definição da idade gestacional para o acompanhamento pré-natal?
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Uma paciente de 29 anos, hígida, sexualmente ativa, procura
atendimento com queixa de disúria, polaciúria e urgência
miccional de início há 48 horas. Refere também dor em peso
no hipogástrio. Nega febre, náuseas ou dor lombar. Relata
um episódio semelhante há 8 meses, tratado com sucesso.
Ao exame físico: bom estado geral, afebril, abdome indolor à
palpação profunda, exceto por leve desconforto em região
suprapúbica. Sinal de Giordano negativo bilateralmente.
Considerando o quadro clínico de Cistite Aguda não complicada em mulher jovem, qual é a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada?
Considerando o quadro clínico de Cistite Aguda não complicada em mulher jovem, qual é a conduta diagnóstica e terapêutica mais adequada?
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Uma paciente de 58 anos, na pós-menopausa há 6 anos,
procura atendimento para avaliação de rotina. É sedentária,
ingere pouca quantidade de laticínios e nega tabagismo. A
densitometria óssea (DEXA) apresenta um T-score de -2,7
em colo de fêmur e -2,5 em coluna lombar (L1-L4). A paciente
não apresenta sintomas vasomotores significativos, mas
teme o risco de fraturas, pois sua mãe apresentou fratura de
quadril aos 70 anos. Exames laboratoriais mostram cálcio
iônico e PTH normais, mas 25-hidroxivitamina D de 18 ng/mL
(valor de referência: > 30 ng/mL para grupos de risco).
De acordo com as diretrizes para o manejo da osteoporose pós-menopausal, qual é a conduta terapêutica imediata mais adequada para esta paciente?
De acordo com as diretrizes para o manejo da osteoporose pós-menopausal, qual é a conduta terapêutica imediata mais adequada para esta paciente?
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Uma paciente de 23 anos, nuligesta, sexualmente ativa e
usuária de sistema intrauterino (SIU) de levonorgestrel há 1
ano, procura a urgência ginecológica com queixa de dor em
hipogástrio de início há 4 dias, que se tornou mais intensa e
constante, associada a corrimento vaginal amarelado e febre
não aferida. Ao exame físico: regular estado geral, corada, hidratada, temperatura axilar de 38,2 °C. Abdome doloroso à
palpação profunda em hipogástrio e fossas ilíacas, com sinal
de Blumberg negativo. Ao exame especular: conteúdo
vaginal mucopurulento saindo pelo orifício externo do colo. Ao toque bimanual: dor acentuada à mobilização do colo
uterino e à palpação de anexos, sem massas palpáveis.
Considerando os critérios diagnósticos e de estadiamento para Doença Inflamatória Pélvica (DIP), qual é a classificação para esta paciente e a conduta imediata mais adequada?
Considerando os critérios diagnósticos e de estadiamento para Doença Inflamatória Pélvica (DIP), qual é a classificação para esta paciente e a conduta imediata mais adequada?
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Uma paciente de 42 anos, G2P2 (partos normais), queixa-se
de sangramento menstrual volumoso com presença de
coágulos, durando 12 dias, associado a fadiga e palpitações.
O exame físico revela descoramento cutâneo-mucoso
(2+/4+). O exame pélvico demonstra útero aumentado de
volume (compatível com 14 semanas), consistência
endurecida e contornos irregulares. Exames laboratoriais
confirmam anemia ferropriva (Hemoglobina: 9,0 g/dL;
Ferritina: 8 ng/mL). A ultrassonografia transvaginal evidencia
útero de 310 cm³ com múltiplos miomas, sendo o maior
intramural de 5 cm e um subseroso de 3 cm. A paciente não
deseja novas gestações, mas teme procedimentos cirúrgicos
invasivos e solicita tratamento medicamentoso inicial.
Considerando as recomendações para o manejo do Sangramento Uterino Anormal de causa estrutural e a necessidade de melhora do status hematimétrico préoperatório, qual é a conduta mais eficaz para o controle rápido do sangramento e redução do volume uterino nesta paciente?
Considerando as recomendações para o manejo do Sangramento Uterino Anormal de causa estrutural e a necessidade de melhora do status hematimétrico préoperatório, qual é a conduta mais eficaz para o controle rápido do sangramento e redução do volume uterino nesta paciente?
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Uma paciente de 28 anos, nuligesta, sexualmente ativa,
comparece à consulta ginecológica queixando-se de
corrimento vaginal abundante há 5 dias, com odor
desagradável, que piora após as relações sexuais e durante
o período menstrual. Nega prurido, disúria ou dor pélvica. Ao
exame especular, observa-se conteúdo vaginal homogêneo, de coloração acinzentada, fluido e aderido às paredes
vaginais. O colo uterino apresenta aspecto normal, sem
sinais de inflamação. A medição do pH vaginal revelou valor
de 5,2. O teste de liberação de aminas (teste do KOH a 10%)
foi positivo.
Considerando os Critérios de Amsel para o diagnóstico da patologia apresentada, qual é a conduta terapêutica de primeira escolha?
Considerando os Critérios de Amsel para o diagnóstico da patologia apresentada, qual é a conduta terapêutica de primeira escolha?
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Uma adolescente de 15 anos comparece à consulta
ginecológica desacompanhada, solicitando o início de
método contraceptivo. Durante a anamnese, revela ser
sexualmente ativa há três meses com um parceiro de 17
anos, sem uso regular de preservativos. A paciente
demonstra maturidade, compreende os riscos de gestação e
infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), e expressa o
desejo explícito de que seus pais não sejam informados
sobre sua vida sexual ou sobre o uso de anticoncepcionais,
temendo represálias religiosas e familiares. Ao exame físico,
não apresenta alterações ou sinais de violência.
Com base nas diretrizes de ética médica aplicadas à ginecologia e adolescência e de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), qual é a conduta correta a ser adotada pelo médico?
Com base nas diretrizes de ética médica aplicadas à ginecologia e adolescência e de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), qual é a conduta correta a ser adotada pelo médico?
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Um paciente de 65 anos realiza densitometria óssea
(DXA). O laudo indica um T-score de -2,7 DP em colo de
fêmur e um Score de Osso Trabecular (TBS) reduzido. De
acordo com os critérios da ISCD, a interpretação correta
é:
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Gestante de 32 semanas é encaminhada para
ultrassonografia obstétrica após medida de altura uterina
discordante. O exame evidencia índice de líquido
amniótico de 5,2 cm, placenta grau II e ausência de
malformações fetais visíveis. O achado ultrassonográfico
que melhor justifica a investigação de restrição de
crescimento intrauterino nesse contexto é:
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Paciente de 52 anos com hepatopatia crônica por VHC é
submetido à ressonância magnética de abdome com
contraste hepatoespecífico (ácido gadoxético). A lesão
focal hepática de 2,1 cm identificada apresenta hipersinal
na fase arterial, hipossinal nas fases portal e tardia e
ausência de captação na fase hepatobiliar. Esse padrão
de impregnação é diagnóstico de:
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