O Sr. E.F.R. de 55 anos, assintomático, sem diabetes mellitus, e que se enquadra em uma categoria de risco
intermediário conforme os critérios da diretriz brasileira
de dislipidemia e prevenção de aterosclerose 2025. Exames
laboratoriais (material biológico colhido sem jejum) mostram: colesterol total 260 mg/dL, LDL-colesterol 178 mg/
dL, HDL-colesterol 42 mg/dL e triglicerídeos 150 mg/dL.
Considerando valores referenciais ou alvos terapêuticos do
perfil lipídico para este paciente, podemos afirmar que ele
apresenta: Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Homem de 61 anos, procura atendimento de
emergência com náuseas, vômitos, dor abdominal e
respiração profunda e rápida. Ao exame: desidratação,
hálito cetônico e taquicardia. Exames laboratoriais
mostram glicemia de 420 mg/dL, pH arterial 7,18 e bicarbonato sérico 12 mEq/L, acetonemia 3,5 mmol/L. Foi feito
o diagnóstico de cetoacidose diabética (CAD) e iniciado
o tratamento. De acordo com a diretriz brasileira de diabetes, a Cetonuria não deve ser utilizada para monitorar
resposta ao tratamento na CAD porque:
A Srta. G.F.R. de 29 anos, com diabetes mellitus
tipo 1 desde a infância, utiliza múltiplas doses de insulina
e refere dificuldade para reconhecer episódios de hipoglicemia, especialmente durante a madrugada. Relata que,
apesar de ajustes frequentes, mantém variabilidade glicêmica importante. Qual tecnologia em diabetes está mais
diretamente associada à redução do risco de hipoglicemia
nesse contexto? Assinalar entre as alternativas abaixo a que
melhor responde ao questionamento.
O Sr. W.R.H. de 67 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há 12 anos, comparece para seguimento ambulatorial. Relata episódios frequentes de hipoglicemia,
inclusive noturna. Faz uso de metformina, glibenclamida
e insulina NPH ao deitar. Qual fator está mais diretamente
associado ao maior risco de hipoglicemia nesse paciente?
Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
O Sr. A.G.S. de 58 anos, com diagnóstico recente
de diabetes mellitus tipo 2, HbA1c de 7,4 %, IMC 23 kg/
m², sem doença cardiovascular estabelecida, função renal
preservada e sem sintomas. Após orientação dietética e incentivo à atividade física por 3 meses, não houve redução
significativa da HbA1c. Qual é a conduta farmacológica
inicial mais indicada? Assinalar entre as alternativas abaixo
a que melhor responde ao questionamento.
A Sra. H.T.R. de 34 anos, IMC 23 kg/m², apresenta poliúria, polidipsia e perda ponderal há 2 meses. Exames mostram glicemia de jejum de 198 mg/dL e HbA1c
de 9,1%. Há história familiar de doença autoimune. Qual
mecanismo fisiopatológico predominante que explica o
quadro clínico? Assinalar entre as alternativas abaixo a que
melhor responde ao questionamento.
O Sr. J.A.S. de 52 anos, assintomático, sem diagnóstico prévio de diabetes, realiza rastreamento laboratorial.
Apresenta glicemia plasmática de jejum de 132 mg/dL e
hemoglobina glicada (HbA1c) de 6,3%. Qual é a conduta
mais adequada para confirmar o diagnóstico? Assinalar
entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao
questionamento.
Em uma empresa do setor químico, o PCMSO identificou alterações compatíveis com exposição crônica a solvente aromático em exame de monitoramento biológico de um operador. O trabalhador está assintomático, e o PGR da empresa descreve a presença do agente químico, mas não há avaliação atualizada da efetividade das medidas de controle coletivo e EPI. A direção solicita que o médico do trabalho apenas “acompanhe clinicamente o caso”, sem necessidade de ajustes operacionais. Qual é a conduta mais adequada do ponto de vista técnico e normativo? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
E.S.P., 29 anos, feminina, técnica de enfermagem em hospital geral, sofre acidente perfurocortante com agulha utilizada em paciente com histórico desconhecido de infecções virais. O acidente ocorre durante punção venosa periférica, com sangramento leve. A trabalhadora procura o setor de saúde ocupacional 35 minutos após o evento. Não há informações disponíveis sobre o status sorológico do paciente no momento da avaliação inicial. Qual é a conduta mais adequada, do ponto de vista técnico, normativo e legal? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
J.R.P., 6 anos, sexo masculino, previamente hígido,
dá entrada no pronto socorro com história de vômitos e
diarreia há 48 horas, redução importante da diurese e letargia leve. Ao exame: extremidades frias, enchimento capilar
de 4 segundos, taquicardia (FC 148 bpm), pulso periférico
filiforme, pressão arterial 92/58 mmHg (limite inferior
para idade), sem sinais de insuficiência respiratória. Saturação de O2 em ar ambiente: 98%. Não há história de cardiopatia, doença renal ou sepse conhecida. Acesso venoso
periférico é obtido rapidamente.
Segundo as Diretrizes da American Heart Association — Pediatric Advanced Life Support (PALS, 2020),
qual é a conduta inicial prioritária e formalmente indicada
para esse quadro hemodinâmico? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.